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Faça o melhor do pior

Faça o melhor do pior

As situações difíceis podem acontecer sem aviso, mas lembre-se, faça o melhor do pior. Use a situação para melhorar o que vem pela frente. Nada acontece por acaso, e mesmo as coisas ruins devem ser aproveitadas para construir um futuro melhor.

Não invente desculpas esfarrapadas

Não invente desculpas esfarrapadas

Inventamos muitas desculpas para não fazer o que tem que ser feito.Nos autossabotamos, deixamos de fazer coisas importantes para nós mesmos e nos afundamos em hábitos ruins, e os ingredientes constantes dessa receita são as desculpas que inventamos para nós mesmos.

Quais são essas coisas que nos limitam?

Os maiores obstáculos à felicidade

Os maiores obstáculos à felicidade

Falo muito dos obstáculos à felicidade, e tenho um material que está se transformando num futuro e-Book que devo disponibilizar gratuitamente. Leio muito sobre o que outros especialistas apontam como obstáculos, e recentemente ao ler uma postagem no blog budista – find happiness. Aprendi que um obstáculo à felicidade é enxergar apenas o problema em si, sem perceber que o maior problema está na nossa mente, na maneira como vemos as coisas. Isso é sem dúvida o principal insumo para a ruminação interminável que frequentemente fazemos quando estamos enfrentando um problema em particular.

Compreender as limitações.

Aprendi ontem o quanto inflamos as nossas limitações.

Barreiras tão pequenas se tornam montanhas incontornáveis, e algo tão pequeno que não deveria nos preocupar ocupa a tela do nosso radar por completo.

Passei uma boa parte da tarde de ontem no pronto-socorro por conta de um pequeno acidente caseiro que afetou o meu dedo médio da mão direita.

Resultado, um tendão rompido e uma imobilização de 30 dias. Voltei para casa e a limitação parecia tomar conta totalmente das minhas preocupações.

O que está te amarrando?

Faça uma lista das principais coisas que estão te amarrando e te impedindo de seguir o seu caminho com desenvoltura.

Trabalhe esses pontos.

Uma reflexão fantástica é de Jonathan Meade apresentada no blog Zen Habits – Move beyond the limits that are holding you back – vá além dos limites que estão te segurando.

 Diz ele que mesmo quando fazemos algo que gostamos, pode existir existir alguma coisa que nos limita de dar o nosso melhor.

Quais são essas coisas que nos limitam?

Temos sempre uma caixa cheia de desculpas para não fazer aquilo que amamos, e damos a essa caixa um ar de legitimidade, explicando racionalmente cada um desses itens.

Na verdade, nenhuma desculpa tem um fundo racional, apenas julgamos que não vai dar certo, ou apenas desprezamos ou menosprezamos.

Meade apresenta um exercício que ele mesmo pratica quando quer sair do platô de estabilidade , uma condição mais de sobrevivência do que de vida.

1)Faça uma lista de todas as coisas que gostaria de fazer, mas que não faz por alguma razão.

2)Para cada item descrito acima, liste as razões e desculpas para não fazer o que gostaria de fazer.

Numa análise super honesta, diga se as razões listadas são realmente obstáculos, são legítimos ou são imaginários.

As limitações, sejam reais ou não, obedecem a um padrão, um paradigma, que te conduz à conclusão de que isto é uma limitação.

É o condicionamento que te faz reagir sempre da mesma maneira diante de um determinado estímulo.

Diz Meade que aquilo que nos mantém nesse loop, nesse círculo vicioso do padrão é algo muito tênue, um fio, e que se desafiado, pode se desfazer.

Veja se essa mesma situação não ocorreu antes contigo, e você ficou preso no mesmo círculo vicioso.

Desafie os círculos viciosos, desafie a legitimidade dessas limitações e desses padrões.

Sobre o mesmo tópico, Linda Pucci, escreve para o blog Selgrowth o seguinte – don’t let emotional clutter block you happines – não deixe o entulho emocional bloquear a sua felicidade.

Não deixe o entulho emocional bloquear o caminho do seu crescimento e da sua felicidade.

Estamos todos acostumados, e é fácil visualizar coisas físicas bloqueando o nosso caminho. As coisas emocionais embora invisíveis, são parecidas com as físicas, e ela as diferencia em três categorias:

1-Emoções negativas de experiências passadas. Às vezes ficamos atadas a emoções negativas muito antigas, do tempo da nossa infância.

2-Crenças formadas a partir de experiências passadas. Formam um sistema de crenças que acaba nos limitando de acreditar em nós mesmos.

3-Dificuldade de estabelecer e manter os limites. Perdemos o respeito das pessoas e em nós mesmo, deixando que os outros nos puxem para dentro dos seus próprios dramas, quando não interferem inadequadamente nas nossas vidas.

Essas barreiras emocionais, baixam a nossa auto-estima, levando-nos a questionar a nossa própria capacidade de sobrepujar tais barreiras.

Você já tem as ferramentas e a capacidade de se livrar dessas barreiras.

Não permita que essas supostas limitações sabotem os seus sonhos.

Beco

Você não precisa de permissão para ser feliz.

A única permissão que você precisa para ser feliz é a sua própria.

Simples assim.

Algumas idéias para amadurecer.

Muito foco nas coisas ruins da vida só atrapalham. Tire o pé da lama. Sinta o solo firme e aprenda gostar da sensação.

Irradiando felicidade você estará fazendo um bem às pessoas que te cercam – portanto, não é um ato de egoísmo.

Permita – a felicidade vai estar onde você permitir que ela esteja.

Assuma que você pode escolher ser feliz.

Assuma que você merece o bem, a felicidade.

Quando o negócio é tristeza, se permita ficar triste. Se permita falhar. E na mesma linha, se permita ser bem sucedido. Reconheça o duro que deu para chegar lá – você merece.

Tudo isso é um padrão mental que precisa ser mudado.

É preciso praticar.

A culpa e a busca da perfeição também precisam ser abandonadas.

Acredite em fazer o possível e se contentar com isso.

Se permita fazer coisas de que gosta bastante. Sentir o prazer de fazer.

Se dê valor e se trate com respeito.

Às vezes perdemos algo valioso, rompemos uma relação preciosa, ou somos privados da companhia de alguém querido. Parece que não temos permissão para ser feliz.

Trabalhe isso.

Finalmente: se permita ser feliz.

Beco

Analise as forças que estão te limitando.

O que te impede de fazer as coisas que quer fazer?

Quais são as forças externas que estão te restringindo?

 É possível que numa análise mais acurada, você verifique que as limitações sejam virtuais e estejam apenas na sua imaginação.

Muitas vezes nos vemos impondo a nós mesmos mais limitações que o ambiente nos apresenta.

Uma atitude de vítima, pessimista e entreguista, pode nos levar a enxergar limitações que não existem. Muito daquilo que pensamos fazer, podemos fazer.

Ainda tem a questão do medo de enfrentar as dificuldades, que sempre aparecem. Tenha coragem para assumir a sua parte.

Se mexa. As coisas não cairão do céu.

Se desafie. Desafie as limitações.

Vá ao seu limite, realize e empurre o limite um pouco mais adiante.

A confiança de poder fazer vem com a prática de fazer. Tente ir além daquilo que acreditou ser possível.

A confiança é um estado emocional.

Quanto mais você focaliza nas suas fraquezas, mais longe você fica das suas forças.

-Eu posso fazer – eu consigo.

Se livre da armadilha da imagem limitada que você criou de si próprio.

Beco