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Conversa difícil consigo mesmo

Conversa difícil consigo mesmo

Você quer puxar as orelhas, dar uma dura, culpar, e às vezes humilhar.

É o tipo de conversa difícil e muitas vezes inútil que temos com os filhos. Os nossos pais, em algum momento fizeram isso com a gente, e podemos facilmente relembrar a confusão e o desconforto.

Você tem que modular a maneira como fala consigo mesmo.

Cada problema te ensina uma lição e pode ser um presente na sua vida

Cada problema te ensina uma lição e pode ser um presente na sua vida

Estamos sempre evitando problemas e tentando se desvencilhar dos problemas, e quem sabe não é hora de olhar para eles com um olhar positivo?

Dizemos que um problema é um presente embrulhado numa embalagem cheia de espinhos, com um papel sujo e amarrado firmemente com nós cegos difíceis de desatar.

Mas o presente é maravilho e vale o trabalho e o suor para chegar até o seu conteúdo.

Assim é a vida.

Embrulhados num rosário de problemas, estão lições valiosas e um aprendizado que não teríamos outra maneira de usufruir.

Aprenda com o seu passado e melhore o seu futuro

Aprenda com o seu passado e melhore o seu futuro

Somos todos aprendizes nessa vida, e aquele que aproveita melhor o seu passado, é capaz de construir um futuro melhor.

Por outro lado, aquele que negligencia na escola da vida e vive repetindo os erros do passado, vai se desapontar com a vida que o futuro lhe reserva. Simplesmente não podemos esperar resultados diferentes fazendo tudo da mesma maneira.

O aprendiz olha as coisas que realizou com muito orgulho, a satisfação de corrigir erros infantis, perceber coisas tão elementares, que fazem parte da formação de qualquer profissional. Não se vê no olhar do aprendiz qualquer sinal de desprezo ou culpa pelo que fez quando ainda estava engatinhando na profissão.

Evite olhar o seu passado com o sentimento de culpa ou de autopiedade.

Conheça Regina Brett

Conheça Regina Brett

Quero voltar a falar sobre Regina Brett, pois já fazem cinco anos que publiquei o que aprendi com ela. Já li os dois livros que ela escreveu e já repliquei as lições que ela, brilhantemente nos passou no livro “Deus Nunca Dorme”.

Regina Brett é colunista do The Plain Dealer de Cleveland – Ohio nos Estados Unidos.

Eu aceito

Não gosto de muita coisa que fazem comigo e por vezes fico desapontado comigo mesmo, mas aceito as pessoas como são e aceito a pessoa que estou me tornando.

Procuro não ser rigoroso comigo mesmo e evito sair julgando os outros e suas ações como seu eu fosse o juiz do mundo.

Assumo a responsabilidade em fazer o que estiver ao meu alcance para me tornar uma pessoa melhor.

A benção de durar mais que os próprios julgamentos.

A maturidade nos permite rever sempre os nossos próprios julgamentos. Ainda bem que temos a capacidade de rever as nossas convicções. Podemos mudar o julgamento que fazemos de coisas e pessoas e aprender novas lições.

Temos sempre a chance de crescer, amadurecer e ver o mundo com um olhar renovado.

É uma benção, ao envelhecer, poder viver mais e durar mais que os próprios julgamentos. O prazer de ver algumas coisas que você dava como certas caducarem antes de você.

Acreditamos em cada coisa, e com o tempo revisamos, consistimos e mudamos a nossa percepção. Isso acontece em grande parte porque nos transformamos internamente, crescemos por dentro.

Falhar não é divertido.

Falhar não é divertido, pois traz um sentimento de contrariedade, arrependimento, culpa e provoca um estresse nada confortável.

Por outro lado, uma vida sem falhas pode ser desastrosa. Temos que falhar para aprender, e queremos evoluir, nos tornar uma pessoa melhor, mais capaz e resiliente.

Na verdade, devemos errar mais para acertar mais. O sucesso está na quantidade de falhas, pois elas prenunciam o sucesso. Mas tem uma pequena pegadinha: temos que aprender com as falhas, do contrário estaremos condenados a cometer as mesmas falhas indefinidamente.

Quem insiste em olhar onde caiu, sem colocar atenção onde tropeçou, vai cair sempre no mesmo lugar.