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Sutil arte de ligar ou desligar

Sutil arte de ligar ou desligar

A sutil arte de ligar o F, na minha visão é a arte deliberada de se desligar de uma porção de coisas que não nos diz respeito. É um recurso valioso para reduzir o estresse e aprender a cuidar mais de si mesmo. Tirar o foco em outras pessoas. Este é o melhor ensinamento de Mark Manson no seu best-seller.

A sutil arte de ligar o F é se desligar:

O título do livro de Manson parece ofensivo, algo que não gostaríamos de ouvir numa conversa séria em família. Na verdade o título adotado no Brasil confunde um pouco o sentido que o autor deu à sua abordagem.

O nome correto do livro, e que traduz o “I gon’t give a f*ck”, seria “Eu não dou a mínima”.

Na explicação detalhada do autor, vem o ensinamento precioso de aprender a se importar com as coisas que realmente importam.

Meu vizinho comprou um carro mais bonito que o meu: “Eu não dou a mínima”.

O meu cunhado conseguiu um emprego melhor que o meu: “Eu não dou a mínima”.

Porque?

Uma recomendação para descobrir se você está se importando por muita coisa boba, é se perguntar porque você se importa com alguma coisa, e veja o que você descobre.

É bem provável que você chegue à conclusão de que está colocando muita coisa no seu radar que não deveria estar lá. Carregando muita coisa na sua mochila que não é seu negócio; pedras, peso morto, ferro-velho.

Veja se tudo isso não é motivado por insegurança, egoísmo, inveja e outros sentimentos negativos.

Um herói crítico:

Manson comenta sobre o “Disapointing Panda”, o herói que ninguém quer ter, aquele que fica te criticando no bom sentido, apontando para aspectos duros da sua vida. Ninguém precisa de um herói como esse, mas todos deveriam representar esse papel consigo mesmo. 

Se ligue naquilo que te diz respeito:

Não dar a mínima, na leitura de Manson não quer dizer se desligar de tudo, deixar tudo correr solto.

É na verdade se importar com aquilo que é a sua vida, e deixar a vida dos outros em paz.

Como já comentei em postagem anterior: Cuide mais da sua vida.

Se ligue em si mesmo.

Rubens Sakay

 

Faça espionagem consigo mesma

Faça espionagem consigo mesma

Faça uma espionagem consigo mesma, monitorando a sua conversa interna.

Grampeie a ligação, transcreva o conteúdo. Faça uma reflexão.

Coisas muito importantes

Coisas muito importantes

Coisas muito importantes podem estar sendo negligenciadas. Nos preocupamos com tantas miudezas, futilidades e coisas sem importância. Com isso, não nos sobra energia, ou capacidade mental e emocional para lidar com as coisas mais importantes na nossa vida.

Não seja do tudo ou nada

Não seja do tudo ou nada

Não seja partidário do tudo ou nada, inflexível, intolerante e perfeccionista

O perfeccionismo é uma barreira à felicidade. Há dois jeitos, o meu jeito e o jeito errado, e assim tudo tem que ser do meu jeito. Quando adotamos o tudo ou nada – criamos uma condição impossível de satisfazer.

Aceite o resultado quando ele é razoável.

A atitude do tudo ou nada nos impede de aceitar as pessoas

Pare de julgar a todos como se fosse o juiz mundo

Pare de julgar a todos como se fosse o juiz mundo

Uma das cargas negativas mais pesadas que carregamos, tem a ver com o julgamento que fazemos constantemente das outras pessoas.

Não somos nós que ditamos as regras de comportamento das outras pessoas.

A maneira como cada um se veste, fala ou age é da conta de cada um.

Assim como não ditamos as regras, não podemos dar de uma de juiz, e dizer o que está certo e o que está errado.

Pare de julgar, criticar, condenar e linchar as outras pessoas

Pare de julgar, criticar, condenar e linchar as outras pessoas

Pare de julgar a todos como se essa fosse sua responsabilidade. É uma tarefa totalmente improdutiva ficar tomando conta da vida alheia, julgando e condenado a torto e a direito. Isso nos faz um mal enorme, pois traz uma carga negativa que não só compromete a nossa imagem, mas faz mal à nossa saúde física e mental.

Não atire pedras nas pessoas. Não saia linchando as pessoas. Não ataque a reputação de outras pessoas gratuitamente.

Transforme o sofrimento com a crítica interna em aprendizado

Transforme o sofrimento com a crítica interna em aprendizado

Dê um tratamento especial à sua crítica interna. Preste atenção se não está sendo excessivamente rigoroso quando olha para si mesmo.
Ninguém pode te fazer sentir-se infeliz sem o seu consentimento, como disse Eleonor Roosevelt.
Se perdoe. Não exija tanto de si mesma.

Especialmente em tempos difíceis, uma crise, uma perda, é o momento de se tratar com gentileza. Acalme a sua crítica interna.
A vida é como é, e muita coisa está fora do seu controle – não cobre demasiado de si – não cobre de si a tarefa de atingir as estrelas.