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Não julgue os outros pelos atos.

Não julgue os outros rapidamente. Somos rápidos para julgar os outros pelos seus atos, mas temos que refletir com cuidado o que está por trás dos atos, quais são as intenções que levaram à realização de tais atos.

Na verdade não sabemos as reais intenções, e temos que fazer alguma inferência. O que não devemos fazer é julgar somente por aquilo que vemos, os atos em si.

Quando se trata de nós mesmos, levantamos as nossas intenções, as quais utilizamos para justificar o que fazemos e não fazemos. Julgamos os outros pelos atos e julgamos a nós mesmos pelas intenções.

Atento à sua jornada.

Ao longo da jornada há várias pistas que indicam a melhor direção a seguir.

Sem atenção, perdemos de vista as dicas e pistas e perdemos as oportunidades de encontrar um bom caminho.

Sem atenção, seguimos a direção errada, eventualmente a direção da infelicidade.

Diz Dennis Merritt Jones no Huffington Post, de que as nossas intenções determinam os caminhos e portanto, devemos atentar para elas.

A falta de atenção nos leva a lugares que não queremos estar.

As intenções são boas.

O inferno está cheio de boas intenções, diz um velho ditado.

Não é só a boa intenção que conta, é especialmente uma boa ação, uma ação concreta.

Quando pensamos em algo bom, e uma ação virtuosa, temos que pensar também em como tornar isto realidade, como executá-la.

A intenção pode ser salvar o planeta, mas ação concreta está em fazer o que está ao seu alcance, segregando o lixo, economizando água.