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Sua melhor escolha

Sua melhor escolha

Ficamos muito estressados com nossas escolhas. Carregamos a dúvida se conseguimos escolher bem, se o caminho trilhado era o melhor. Esse estresse pode e deve ser reduzido. Muita escolha é também motivo de infelicidade.

Ficar triste de vez em quando é bom

Ficar triste de vez em quando é bom

Inevitável ficar triste em determinadas circunstâncias. Queremos sempre um ambiente de alegria, só coisas boas nos acontecendo, mas isso não é a realidade para ninguém.

Aceite os momentos tristes, pois a vida não é um mar de rosas. Há momentos que a coisa pega pra valer.

Aceite a tristeza com a confiança de que momentos felizes chegarão. Tudo na vida passa, e os momentos tristes também passarão.

A tristeza é um sentimento genuíno, é o luto por alguma dor que tenha te abatido.

Para aceitar a tristeza é preciso compaixão por si mesmo, afastar qualquer sentimento de vítima, ou pena de si próprio.

Procurando a felicidade?

Procurando a felicidade?

Não raro, procuramos a felicidade onde ela tem o hábito de não estar.

Se você está procurando a felicidade dentro de si, saiba que é uma tarefa difícil, e vai exigir de si mesmo um empenho diário sob todos os aspectos.

Se você está procurando a felicidade fora de si, saiba que é uma tarefa impossível, e vai te levar a constantes e decepcionantes ilusões.

Pense na sua busca pessoal. Pense na sua jornada de crescimento espiritual.

Livrar-se das comparações.

A mensagem deste mês é livrar-se das comparações, para ganhar desenvoltura e seguir mais leve pela jornada da vida.

Quando nos comparamos com os outros, estamos abrindo uma avenida de infelicidade.

Assim como a nossa visão lateral quando dirigimos um carro, devemos encarar as comparações.

Se eu ficar fixando a minha visão nas coisas que acontecem na rua, vou me envolver em colisões.

Pare de amar a infelicidade.

Pare de se apegar à infelicidade.

Sei que a vida pode não ser perfeita, e os problemas, muitos deles são inevitáveis.

Alguém já pensou num casamento perfeito, filhos perfeitos e emprego perfeito.

Uma casa sem problemas de vazamentos, fios elétricos, sinal de televisão.

Uma vida sem dificuldades no relacionamento – diria uns – uma vida no céu.

Incrivelmente insatisfeito.

Quando estamos em sofrimento, devemos encontrar uma maneira de sublimar e não de ruminar.

Passar por cima e seguir adiante. Aceitar o que não está no nosso controle e agir naquilo que estiver ao nosso alcance.

Quando analisamos as desgraças nos mínimos detalhes, terminamos por ficar incrivelmente insatisfeitos.

Quando dedicamos tempo para discutir e analisar as relações, focalizamos demasiado nos pontos negativos, detalhando, exemplificando, ilustrando o quanto somos maus uns com os outros, e a coisa fica pior.

Ao invés de colocarmos atenção aos pontos negativos, que tal olhar o lado bom, praticar o que meus amigos chamam de – OLHO BOM.

É possível até que fiquemos incrivelmente satisfeitos, a despeito de alguns resultados não animadores.

A vida é o que é.

A nossa atitude define o nosso espírito, a nossa emoção, a nossa felicidade.

Como disse Dale Carnegie, não é o que temos, o que somos e o que fazemos que nos torna infelizes, mas o que pensamos a respeito.

E suma, não adiante adicionar muitos positivos externos, quando estamos cheios de negativos internos.

Encontrei no blog Marc & Angel Rack Life, 75 receitas infalíveis (listo aqui as 10 primeiras) para ficarmos incrivelmente insatisfeitos, e portanto, pratique exatamente o contrário do que segue: 

-lute contra as coisas do passado;

-fique obcecado pelos problemas do futuro;

-reclame bastante e não tome nenhuma atitude ou ação para melhorar.

-tema a mudança e resista;

-busque sempre a perfeição e se condene por não atingi-la;

-se deprecie;

-se junte a pessoas com baixa auto-estima;

-tente controlar tudo que puder;

-minta para você mesmo e para os outros;

-faça tudo da mesma maneira, não tente nada novo;

Um segredo, no comentário do blog, é que ninguém é feliz o tempo todo e as flutuações são normais.

Temos é que lidar com serenidade nos altos e baixos da vida.

Beco

Culpa.

Aprendi que a culpa é sempre um sinal de prepotência.

Quando nos sentimos culpados, é porque não conseguimos aceitar que nós, seres perfeitos que somos, poderíamos ter falhado dessa maneira.

Quando culpamos os outros, é porque no fundo pensamos que, se fossemos nós, perfeitos que somos, não teríamos errado – teríamos feito certo, ou perfeito.

A prepotência, e sua irmã gêmea, a culpa, são guias turísticos para o reino da infelicidade.

É muito fácil dizer que não somos felizes por culpa de alguém.

Não temos que raciocinar ou analisar o problema – fácil botar a culpa nos outros. Não precisamos buscar a verdade.

Culpamos o governo por coisas que devemos fazer nós mesmos.

Culpamos os ricos pelas agruras dos pobres e culpamos os pobres pelos males que sofrem os ricos.

Culpamos os médicos pelas doenças e continuamos culpando-os porque continuamos doentes.

Acho que é o medo de admitir que somos os únicos responsáveis por buscar a nossa felicidade, e admitir isso, nos leva à frustração.

O jogo insano da culpa consome um montão de nossa energia e nos leva sempre para baixo.

Não culpe a falta de tempo pelo seu descuido com a dieta.

Não culpe os compromissos sociais pela pouca atenção que dá aos filhos.

Algumas perguntas para reflexão:

-Você tem frequentemente culpado outras pessoas por sua infelicidade?

-Você tem na sua cabeça, constantemente, a voz de outra pessoa te criticando, culpando ou fazendo observações negativas a seu respeito?

-Você admite que está errado quando tudo indica que você está errado?

Pare com esse sofrimento inútil.

Não entre no jogo da culpa.

Abandone esse defeito de caráter.

Beco