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A escolha é sua.

A escolha é sua, por mais complicada que seja a situação. Podemos exercitar a nossa discricionariedade, ou livre arbítrio cotidianamente. Escolher alimentar a raiva, ser generoso, ajudar, e mesmo que ninguém nos empurre ou estimule para tal decisão, exercitamos a escolha todo momento.

O que explica algumas pessoas se sentirem felizes e satisfeitas nas mesmas circunstâncias em que outras se sentem depauperadas, miseráveis?

A nossa vida é em grande monta, determinada pelo que se passa dentro de cada um, ao invés das circunstâncias que envolvem os eventos da vida.

E por incrível que pareça, às vezes escolhemos o pior para nós mesmos. Muitas vezes é a autoestima baixa. Uma tendência a autopunição.

Uma pessoa única.

Você é uma pessoa única, e as possibilidades que se abrem na sua vida também são únicas.

Aprecie, agradeça e não deixe passar a vida preciosa que foi oferecida unicamente a você.

As perspectivas, os sonhos, a energia, a bondade, misture isso tudo de forma autêntica, e não desperdice nada.

Essa experiência única que é viver vai te permitir um mundo de realizações, e é bom que você aproveite pra valer.

Aproveitar não quer dizer esbanjar, negligenciar, especialmente quando se trata de saúde.

Quero o melhor para mim.

Quero sempre o melhor para mim, e acredito mesmo que mereço tudo isso.

Não dou folga, faço a minha parte e corro atrás do prejuízo.

Procuro evitar a reclamação e o julgamento, pois já aprendi no passado que isso reduz drasticamente a minha chance de ter sucesso.

No fundo, sei que a satisfação não vem de conseguir o melhor, mas de ter dado o meu melhor – e por isso só, fico satisfeito.

Pessoas felizes nunca fazem…

Pessoas felizes se parecem, e aquelas infelizes, o são a seu modo, é o que sempre ouvi dizer.

Podemos imitar a atitude e comportamento de pessoas felizes, e traduzo um pouco do que li no blog de Marc&Angel exatamente sobre o tema, conteúdo que faz parte do livro que escreveram, “1000 little things happy, successful people do differently”.

Mais pontes e menos paredes.

Menos paredes nos relacionamentos. Devemos construir mais possibilidades de conexão com as pessoas, e menos barreiras, dificuldades e constrangimentos.

É preciso tolerância e flexibilidade para relevar diferenças que nem são assim tão importantes, e como isso, conseguir se aproximar das outras pessoas.

A prepotência prejudica muito a aproximação das pessoas, o perfeccionismo também.

As pessoas são diferentes e assim somos nós. Temos que tolerar muitas coisas e os outros também toleram muito de nós.

Olhe além do seu umbigo.

Olhe o benefício coletivo daquilo que está por fazer. Perceba o impacto nas outras pessoas, na humanidade, no planeta.

A nossa correria nos deixa míope com relação aos interesses das outras pessoas. Temos tantas coisas para cuidar que temos que fazer um esforço adicional para perceber que tudo que fazemos tem algum impacto para os outros.

Mas é importante estarmos atentos para além do próprio umbigo.

Vivemos em comunidade, e podemos ajudar ou prejudicar alguém com as nossas ações, e atentar para o equilíbrio e harmonia, faz de cada um, uma pessoa querida, bem recebida e desejada.

Não abuse da boa vontade.

Não abuse da boa vontade dos outros e tampouco deixe que abusem da sua boa vontade.

As mulheres em especial, reclamam muito desse tipo de comportamento. Dizem os cientistas que elas foram desenvolvidas para gerar, cuidar e amar incondicionalmente, e quando essa atitude se estende para outros relacionamentos, pode ocorrer o abuso.