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Não queira entender de tudo e ter uma opinião formada sobre tudo

Não queira entender de tudo e ter uma opinião formada sobre tudo

A nossa vontade de ter razão em tudo atrapalha muito, e se abandonarmos essa tentação, vamos nos permitir caminhar com mais leveza.

A guerra para que nossa opinião prevaleça sobre os demais é uma fonte de estresse e de infelicidade.

Pra que ter razão em tudo?

Somos os donos da verdade?

Temos o monopólio da sapiência plena?

Não dê importância a coisas pequenas e pouco importantes

Não dê importância a coisas pequenas e pouco importantes

Avalie sempre a importância que dá às coisas. Temos todos nós uma capacidade de distração incrível, especialmente quando as coisas são negativas. A nossa mente funciona assim, se apegando a coisas que nos incomodam de alguma maneira. Quanto mais tentamos nos livrar de tal pensamento, mais ele gruda na nossa mente.

Damos importância a tantas coisas que na verdade são insignificantes.

O pior é quando nos aborrecemos por coisas miúdas, gastando a nossa energia, paciência e aumentando o nosso estresse.

Já comentei isso numa postagem anterior: tire a cabeça das picuinhas.

Uma postagem antiga de Ali Hale me deu algumas dicas. I worry constantly about lots of little things.

As coisas pequenas continuam na nossa cabeça e tomam o nosso sono, tiram o nosso apetite, quando não nos empurram para a geladeira e o pote de sorvete.

Perdoar é tirar o ressentimento da nossa lembrança

Perdoar é tirar o ressentimento da nossa lembrança

Quando perdoamos, ficamos com a lembrança descontaminada dos ressentimentos. Sempre dizemos que a dor pode ser inevitável, mas o sofrimento é opcional.

Quando deixamos que a memória seja soberana na nossa vida, nos tornamos marionetes do passado. Especialmente os eventos negativos voltam para nos assombrar e causar dor.

Outra característica da mente humana que pode nos prejudicar é a capacidade de catastrofizar os eventos do passado.

Procure o seu grupo, esteja junto das pessoas

Procure o seu grupo, esteja junto das pessoas

Somos seres sociais e gostamos de estar com as pessoas.

Embora tenhamos amigos de todo tipo, sentimos às vezes, necessidade de encontrar pessoas que tenham o mesmo tipo de interesse, que façam coisa parecida e possam compartilhar do mesmo tipo de discussão.

É a expressão usual – encontrar a sua tribo.

Segundo Celestine Chua

Celestine Chua, em postagem no site Dumb Little Man comenta exatamente isso e passa algumas recomendações, que comento aqui.

Por vezes, queremos nos relacionar com pessoas com o mesmo tipo de ocupação profissional, prática de esporte, atividades artísticas, e isso pode ser mais fácil do que você imagina.

1-Pessoas que você conhece

Celestine recorre à lei dos 6 graus de separação, para dizer que as pessoas com o mesmo interesse que o seu estão aí, quase ao alcance da mão. A regra diz que todos os indivíduos no mundo estão conectados dentro da regra de 6 graus. Um amigo seu, 1 grau, amigo do amigo, 2 graus e assim por diante, em seis degraus, vamos nos conectar com todos. Há um bocado de matéria na Web sobre essa teoria, incluindo experimentos e palestras. Se desejar, pesquise o termo “six degrees of separation” e vai encontrar um mundo de informação para se atualizar.

2-O seu local de trabalho

Isso vale tanto para o trabalho quanto para a escola. O sistema de recrutamento das empresas, as carreiras e as profissões escolhidas, bem como as escolas que escolhemos freqüentar, já nos colocam num grupo de pessoas com alguma afinidade, e isso deve ser considerado para se procurar os iguais.

3-Clubes e comunidades

Veja as comunidades como um hub de concentração de pessoas de mesmo interesse. Isso vale para os clubes de recreação, clubes profissionais, por exemplo, escritores, grupos de interesse culturais, e redes sociais.

4-Inicie um blog

Essa é a própria experiência de Celestine, que escreve o blog – The Personal Excellence Blog – Não é uma recomendação comum para quem quer iniciar a busca dos iguais, mas funciona. No caso do Celestine, ela se conecta com 10000 leitores de interesse comum, o que aconteceu em 2 anos de existência do blog.

5-Eventos

Os eventos de network, comunidades, podem ser uma chatisse de troca de cartões, mas alguns são muito valiosos. É bom garimpar e freqüentar os mais significativos.

6-Seminários/Workshops

As pessoas, dedicadas e especializadas não dedicariam tempo e dinheiro para participar de seminários, sem que fosse produtivo, e isso torna essa modalidade interessante.

7- Procure e contate

Há várias maneira de procurá-los, por exemplo o Linkedin, Facebook e os próprios blogs. São recursos fáceis de usar, e embora algumas pessoas se sintam constrangidas em usar, é um lugar comum tal prática.

Rubens Sakay (Beco)

Desvendando alguns mitos sobre a felicidade

Desvendando alguns mitos sobre a felicidade

Percebemos muitos mitos sobre a felicidade. Todos nós queremos ser um pouco mais felizes, e sabemos o quanto erramos quando mexemos os pauzinhos. Fazemos isso mudando alguma coisa na vida ou perseguindo alguma coisa que queremos muito.

Mas há muitos mitos sobre a felicidade.

Muitos deles já abordamos em postagens anteriores.

Conversa difícil consigo mesmo

Conversa difícil consigo mesmo

Você quer puxar as orelhas, dar uma dura, culpar, e às vezes humilhar.

É o tipo de conversa difícil e muitas vezes inútil que temos com os filhos. Os nossos pais, em algum momento fizeram isso com a gente, e podemos facilmente relembrar a confusão e o desconforto.

Você tem que modular a maneira como fala consigo mesmo.

Seja 100% você

Seja 100% você

Seja 100% você em qualquer circunstância. Tenha uma vida cem por cento dedicada a você, e não estou estimulando o egoísmo, mas sim de assumir a responsabilidade sobre sua vida.

A sua vida é consequência dos seus atos, a despeito das influências e obrigações que você faz contrariado.

A decisão do que fazer e especialmente a repercussão que cada situação vai ter na sua vida é totalmente sua.