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Se encontre ajudando os outros.

Muitas pessoas relatam que se encontraram ajudando outras pessoas, e Gandhi sempre reforçou isso.

No cotidiano da correria, e insatisfação crônica, devemos procurar a si mesmo nas ações generosas e altruístas.

Não é preciso se deslocar ou tirar o dia de folga para fazer isso. Basta atentar para as oportunidades de ajudar os outros em meio à rotina diária.

Estamos tão ocupados que não damos atenção às pessoas, e às suas necessidades.

Alegre o outro e você também vai encontrar alegria.

Não conte pra ninguém.

Pratique a bondade e não conte pra ninguém.

Ouvimos sempre falar no bem que faz praticar atos de bondade, comumente chamados em inglês de random act of kindness.

São aqueles atos normalmente não premeditados praticados no cotidiano, ajudar alguém, presentear alguém, oferecer os ouvidos compassivos, ou mesmo um aconselhamento.

Imagine uma conta corrente da bondade, onde cada ato de bondade praticado soma 10 pontos nessa conta.

Mas tem um detalhe interessante, uma condição. Você deve praticar o ato de bondade e não pode contar para ninguém.

Se acalente.

Não há quem não se sinta desamparado de vez em quando. Queremos ser pegos no colo como um bebê mimado.

Sigo uma receita prescrita pela autora Debbie Ford.

Pegue uma foto sua quando bebê. Tenha o cuidado de escolher a foto graciosa de um bebê digno de concurso de beleza.

Pegue esta foto, se desligue um pouco da própria identidade com o bebê e deixe que ele receba todo o seu amor.

Comece o dia com um ato bom.

Nada melhor que começar o dia com um ato bom.

Pode ser um ato bom para alguém ou para você mesmo, ou pode ainda ser um ato para ajudar a melhorar o planeta, a humanidade.

Não se esqueça de que um mínimo ato, quando somado a milhões de outros, faz diferença.

Mas o mais importante aqui, é acertar o diapasão do seu dia, sintonizar-se com bons pensamentos e atos virtuosos.

Deixe que a bondade funcione para você.

Pratique a cortesia.

A cortesia é o caloroso interesse pelo conforto, paz de espírito e bem-estar de outra pessoa.

É um ato desinteressado, sem esperar qualquer coisa em troca, apenas como um ato de amor, uma expressão do coração.

Fazer de coração.

Aja com educação, com gentileza, com consideração pelo outro.

A cortesia dá retorno em cortesia. É contagiante. Como o sorriso que pede um sorriso de volta, a cortesia também vai repicando, criando um ambiente amigável e livre de estresse e uma sensação leve e agradável.

Ao iniciar um contato, tome a dianteira com cortesia. Cumprimente e se adiante na quebra de gelo.

Sorria e inicie a conversa, mesmo que o assunto ainda não tenha sido definido.

Ofereça ajuda de cara, abrir uma porta, pendurar um casaco, ajeitar uma cadeira, servir uma água.

Trate os outros como gostaria de ser tratado.

Ao tratar com pessoas rudes, nunca entre no mesmo jogo da falta de educação e tampouco devolva com a mesma moeda. Seja cortês por você mesmo.

Ao final do encontro ou da reunião, se ofereça para ajudar, tem sempre alguma coisa para fazer – recolher o lixo, limpar as mesas, fechar as janelas e apagar a luz.

Alguns dizem que fazermos atos aleatórios de cortesia e gentileza contribui para a nossa felicidade.

Um pouco de cuidado vale à pena. As pessoas podem ficar desconfiadas com tanta gentileza aleatória – é bom pensar um pouco antes de sair por aí distribuindo cortesias.

Acho que não precisamos ir tão longe, pois no nosso dia-a-dia temos oportunidades inúmeras para exercitarmos a cortesia.

No supermercado, chame os funcionários pelo nome: está no crachá.

Peça por favor.

Agradeça pelos mínimos atos.

Sorria ao se dirigir a alguém que está te atendendo.

Especialmente com os idosos, dedique a melhor cortesia.

Beco