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7 Razões para você não fazer fofocas

7 Razões para você não fazer fofocas

Fofocas provocam um mal nas pessoas impactadas e também nas pessoas que se utilizam desse recurso nocivo e destrutivo.

Não fique entretido com a desgraça alheia

Não fique entretido com a desgraça alheia

Quem cuida muito da vida alheia deixa a própria vida à deriva. Por esse motivo, não fique tão entretido com a desgraça que acontece com os outros.

O sentimento adequado é a compaixão, sentir você mesmo o sofrimento dos outros, sem comparações, mas sentindo você mesmo, uma urgência para fazer alguma coisa para que este sofrimento cesse.

Falar mal dos outros

Falar mal dos outros

Não fale mal dos outros, pois isso pega em você mesmo.

Quando falamos mal das pessoas para outras pessoas, as características que atribuímos a elas acabam colando na nossa imagem, na cabeça de quem ouve.

Evite falar mal e fazer mexericos gratuitos sobre as pessoas. Vai respingar em você mesmo.

Se adotarmos esse hábito ruim de falar mal dos outros, ficamos com a essa reputação. Atraímos para si relacionamentos superficiais e desprezíveis. Gente fraca, maldosa e vingativa adora fazer isso, e é na companhia de tais pessoas e que vamos acabar.

Se afaste das pessoas pequenas.

Se afaste das pessoas pequenas de espírito, elas também te puxam para baixo.

Pessoas são pequenas porque não crescem nunca. Estão sempre apegadas às coisas rasteiras, materialistas e fúteis.

O crescimento está em alcançar as coisas um pouco mais no alto, e para isso é preciso humildade, a capacidade de estender a mão para o alto em busca de algo maior – aceitar crescer – aceitar mudar para melhor.

Pessoas pequenas de espírito estão sempre chafurdando o chão, se contentando com as migalhas da vida alheia, fofocas e mexericos.

Se morder a língua morre envenenado.

Porque temos que ter tanto pensamento ácido na ponta da língua. Assim vamos morrer envenenados se mordermos a própria língua.

Alguns escritos religiosos comentam que o golpe da língua quebra os ossos, de tão forte que é.

Para o nosso próprio bem, temos que moderar bastante aquilo que falamos de outras pessoas. Especialmente aquilo que falamos pelas costas.

Não faça um inventário dos outros.

Faça um inventário de si próprio e não dos outros.

Fulano tem um carro e uma casa.

Cicrano tem uma esposa rica.

Beltrano herdou uma fazenda imensa.

Isso só para falar nas coisas materiais.

Se empenhe em ser uma pessoa melhor.

Temos o péssimo costume de nos preocuparmos mais em julgar e corrigir os outros, do que refletir sobre as coisas que podemos melhorar em nós mesmos.

Sempre que você estiver em vias de corrigir uma pessoa, se concentre na sua vida, se concentre em algo que você quer se aprimorar, exercite uma coisa de cada vez.

Como já comentei uma vez, a vida é muito curta para ficarmos desperdiçando, tentando viver a vida dos outros.

A outra face dessa mesma moeda, é ficar moldando a sua vida à vontade dos outros, guiada pela opinião dos outros.

Fazemos isso quando vamos a lugares que não gostamos porque os outros estão indo. Comemos o que não gostamos porque é fino e está na moda – sem contar que pagamos caro por isso.

Nos vestimos desconfortavelmente, gastamos o que não temos por uma roupa da moda – e sequer ficamos mais elegantes.

Isso é uma bola de neve.

É um ciclo vicioso – é a velha esteira hedônica – inconsciente.

É fácil notar quando você e os seus amigos estão todos rodando no piloto automático.

Observe um encontro casual, onde se fala de tudo, se coloca a conversa em dia, e contam as novidades.

Observe se os assuntos são: fofocas de terceiros – falar mal dos outros – coisas materiais que compramos, alguém comprou ou pretendemos comprar.

Quando isso acontece, é sinal que ninguém está vivendo a vida de verdade. Ninguém tem nada pra contar de profundo, existencial, bonito, verdadeiro – é tudo um verniz social.

Isso tem remédio.

 O brilhante Leo Babauta, no seu blog Zen Habits, publicou um resuminho das suas recomendações – Manual para a vida. Escolhi algumas (de 52 recomendações) que têm a ver com o que falamos hoje.

6- Encontre alguma coisa que você ama fazer. Faça.

16-Qual a vida que você deseja? O que você gostaria de fazer todos os dias?

24-Desenvolva relacionamentos íntimos – não tenha apenas relacionamentos superficiais.

Faça vários momentos de reflexão sobre os seus objetivos na vida, e procure sair dos planos puramente materiais – casa nova, melhor emprego – dinheiro no banco.

Reflita sobre a pessoa que quer ser.

Reflita sobre o mundo que você quer viver.

Reflita sobre as coisas que te faz feliz.

Leve os seus pensamentos, suas decisões e suas ações nessa direção.

Não tem erro.

Beco