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O quanto sou diferente dos outros e ao mesmo tempo muito parecido

O quanto sou diferente dos outros e ao mesmo tempo muito parecido

Gostamos de pensar que somos diferentes dos outros, e às vezes ficamos buscando evidências das diferenças até para justificar diferentes opiniões e ações.

Isso acaba afastando as pessoas, pois devemos buscar afinidades, interesses convergentes e razões para estarmos juntos.

Busque os pontos comuns com os outros.

Somos iguais nas diferenças.

Somos diferentes nas semelhanças.

Mesmo quando buscamos as mesmas coisas, o contentamento em atingir é diferente de pessoa para pessoa.

Felicidade tem um significado diferente para cada um.

Um relacionamento à prova de chuvas e trovoadas.

É claro que nós todos queremos relacionamentos que esteja à prova de chuvas e trovoadas, mas temos que permitir que os conflitos apareçam naturalmente.

Os relacionamentos sólidos e duráveis não são aqueles que livres de conflitos, mas aqueles que amadureceram de tal maneira que as pessoas conseguem lidar com serenidade e maturidade com as diferenças, as prioridades, preferências e com as individualidades.

Não temos que esconder as diferenças para debaixo do tapete.

Às vezes, com o receio de fazer um fim com horror, fazemos um horror sem fim.

A velha opinião formada sobre tudo.

A guerra para que nossa opinião prevaleça sobre os demais, é uma fonte de estresse e de infelicidade.

Pra que ter razão em tudo?

Somos os donos da verdade?

Temos o monopólio da sapiência plena?

As nossas opiniões são nossas, e não é necessário que os outros concordem com isso.

O conjunto de nossas opiniões é o nosso ego.

Ter opinião sobre tudo e querer ter razão em tudo é o ego inflado e doentio.

Como disse Raul Seixas – “do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo”..

Não se apegue tanto às suas opiniões.

O conflito acirrado de opiniões gera mais negatividade. Deixe passar.

Aprenda a diferenciar a opinião de inteligência.

A inteligência vê o pensamento sem julgar o certo e o errado. A opinião é como alguém vê algo, a visão crítica.

Isso tudo sem falar nos aspectos práticos dos processos criativos.

Conhecemos bem o mecanismo do brainstorming – tempestade de idéias, quando queremos criar algo novo, uma solução inovadora.

Todos os participantes são estimulados a dar idéias com liberdade, sem qualquer crítica interna, e posteriormente o grupo trabalha a massa intelectual produzida.

Em resumo, o pensamento divergente é bom e mais produtivo.

Como mencionei em postagem anterior sobre encontrar diferenças e a importância para o nosso aprendizado.

É difícil ver a verdade em meio ao conflito de opiniões. Li uma vez que as pequenas verdades são ruidosas, mas a grande verdade é um silêncio profundo.

As suas opiniões te deixam agressivo?

Você está sempre disputando com os outros dentro do conceito de certo e errado?

Aprenda a lidar com o desconforto com a divergência.

Abandone um pouco essa guerra, e faça isso no dia-a-dia para ser mais feliz.

Beco

Aprendemos quando encontramos diferenças.

Aprendemos quando encontramos diferenças, quando encontramos discordâncias.

Fossemos vaquinhas de presépio, pouco ou nada conseguiríamos evoluir.

Quando encontramos as discordâncias e diferenças, somos instigados a analisar, reformular, mudar e evoluir.

Já havia comentado um pouco sobre aprender a lidar com as diferenças e semelhanças na postagem – sou diferente.

Dar uma olhada profunda e nós mesmos, e aceitar a si próprio é o primeiro passo para aprender com as diferenças.

Abrir o coração e a mente para o mundo que nos cerca, aceitando o que é diferente.

Valorizar o diferente como algo simplesmente diferente e não como algo errado, inadequado.

Dentre todos os eventos humanos, acredito que o relacionamento conjugal, mais que tudo, nos motiva ao exercício da aprendizagem com o diferente.

Somos de sexo diferente, seguimos educação diferente, não raro temos profissões diferentes e somos diariamente instigados a nos aproximar e aprender um com o ouro, a despeito de tanta diferença.

Quando mais semelhanças encontramos, mais diferenças encontramos, e isso é bom. Aprendemos com a diferença na semelhança e a semelhança na diferença.

É muito difícil duas pessoas concordarem ou discordarem totalmente, e nisso reside uma avenida de oportunidades para aprenderem uma com a outra.

É o exercício da flexibilidade, da transigência, da empatia e da tolerância.

Aprendemos a valorizar a convivência, a harmonia, a aprendizagem e o crescimento pessoal.

Lidamos com as situações com honestidade, afastando os medos internos.

Entendemos o lado do outro, aceitamos acordos próximos do desejável para o momento.

É a convivência produtiva, fazendo das diferenças, não um cabo de guerra onde todos perdem, mas uma solução das questões, com respeito mútuo, crescimento e maturidade.

Use todos esses ingredientes para o crescimento pessoal, e seja feliz

nesse mundo diverso e bonito.

Beco

Eu sou diferente.

Não fique buscando evidências das diferenças.

Busque os pontos comuns com os outros.

Somos iguais nas diferenças.

Somos diferentes nas semelhanças.

Mesmo quando buscamos as mesmas coisas, o contentamento em atingir é diferente de pessoa para pessoa.

Felicidade tem um significado diferente para cada um.

As pessoas escolhem trajetos diferentes para chegar ao mesmo destino. A experiência no trajeto é diferente, e a escolha tem a ver com o temperamento de cada um.

Se a pessoa pegou outro caminho para ir ao mesmo lugar, isso não quer dizer que ela esteja perdida.

Algumas pessoas apóiam-se na fé e na religião.

Outras constroem uma rede rica de relacionamentos.

Outros acreditam mais na felicidade da realização, e investem tudo numa carreira onde possa aplicar todo o seu potencial.

Um fato é certo – a estrada para a felicidade existe – é possível ser feliz, e isso não acontece por acaso, como um raio que cai na nossa cabeça, ou um bilhete premiado.

Temos que correr atrás.

Devemos tolerar as diferenças;

aceitar diferentes maneiras de se fazer;

aceitar que pessoas tomam caminhos diferentes;

aceitar que as pessoas dão respostas diferentes às questões da vida.

Apesar de ser verdade que nos juntamos com os iguais – tem um velho ditado – birds of the same feather flock together – pássaros de mesma plumagem vivem juntos, a experiência da vida é melhor aproveitada quando aceitamos e convivemos com as diferenças.

Passe adiante.

Beco