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A pior coisa que já aconteceu.

Todos nós temos um fato, uma passagem que foi sem dúvida a pior coisa que nos aconteceu.

Vamos fazer um exercício interessante, relembrando o fato.

Pegue um papel e comece a escrever sobre o fato, assim como você vê hoje.

Pode ser a morte de um familiar, o descasamento, a doença ou a perda do emprego, algo que realmente marcou a sua vida.

Perceba a melhoria em você.

Às vezes ficamos insatisfeitos com o nosso próprio aprendizado. Será que estamos evoluindo? Será que somos uma pessoa melhor do que fomos no passado?

Certamente as melhorias ocorreram, e você é uma pessoa melhor. A maturidade, o discernimento, a compreensão, além da generosidade e do cuidado com as pessoas, tudo isso sofreu uma transformação.

As pessoas que se casaram, tiveram filhos, perderam os pais ou mesmo passaram por transformações profissionais, tiveram a chance de despertar para algo novo, uma pessoa fortalecida.

Ações, nem sempre sensatas.

Ações, nem sempre sensatas.

As nossas ações nem sempre são sensatas, temos que reconhecer.

Escorregamos, às vezes, temos que admitir.

Queremos ser sensatos e razoáveis, mas recaímos em velhos hábitos negativos.

Temos em mente cuidar da nossa vida e não nos metermos nos assuntos alheios, e de repente, estamos julgando o outro, olhando com olhares críticos, mesmo em assuntos que não tenham nada a ver com a nossa vida.

Hábitos negativos e fortuitos podem nos atingir de repente, estamos sujeitos a isso no cotidiano. Faz parte da nossa jornada.

No entanto, temos que ter como objetivo permanente o nosso crescimento pessoal.

O caráter se constrói no dia-a-dia.

Podemos achar que isso é um conselho para as crianças e jovens, mas temos que ficar vigilantes na construção do nosso caráter por toda vida.

Podemos facilmente desandar, tomar variantes e dar mal exemplos.

Não é preciso se tornar outra pessoa, mas devemos abandonar os defeitos que certamente nos levam à infelicidade.

A integridade, a honestidade e as virtudes devem ser cultivadas permanentemente.

O desejo.

O que acontece com aquilo que desejo?

Quando estiver desejando alguma coisa, se pergunte:

O que está faltando na minha vida?

O que estou desejando, é o que está faltando?

Quais atributos essenciais contém aquilo que estou desejando?

Saia do piloto automático da vida.

A felicidade está em viver intensamente cada momento. No entanto, os afazeres do dia-a-dia, frequentemente nos colocam em piloto automático. Tocar as tarefas no escritório, voltar para casa e tocar a lista interminável de coisas para fazer.

Lavar pratos e roupas pode ser uma atividade insana, pois tudo vai se sujar novamente. Mas tudo isso pode ser vivido intensamente, com o espírito desperto, e com o piloto automático desligado.

Quando fazemos as coisas de maneira consciente e desperta, a sensação de estar vivo é aprofundada, e a satisfação acentuada.

Tocar as respostas e reações apenas por conta das circunstancias é uma alienação da vida.

Devemos refletir sobre as decisões à luz das nossas metas, valores e princípios.

A depressão pode vir com a percepção de que nada está no controle.

Desligue o piloto automático e assuma o controle da sua vida.

Dá trabalho, pode parecer estressante, mas é gratificante.

1-Pegue um objetivo na sua vida, seja específico, escreva sobre ele e reflita como isso vai te deixar mais feliz, mais realizado. Depois desse primeiro exercício, desenvolva o hábito de fazer isso com todos os objetivos.

2-Defina algumas regras para sua vida, algumas diretrizes, reflita sobre elas, porque umas e não outras.

3-Procure as razões no seu coração.

Algumas perguntas para refletir:

1-Sei exatamente o que estarei fazendo daqui a cinco anos e isso me deixa deprimido?

2-O desenvolvimento da minha carreira é tudo que meus pais sonharam para mim?

3-A minha vida tem sido uma cadeia sem trégua de etapas consecutivas: escola, graduação, trabalho, carreira, casamento e filhos?

4-Os meus interesses e hobbies são os mesmos de tempo de garoto. Não experimentei nada de novo e não gosto de nada novo?

Celestine Chua, em postagem super-interessante aborda essa questão: Are you sleepwalking your life away?

Comenta Celestine que não devemos viver a vida como sonâmbulos, sem consciência, sem noção dos nossos sonhos e das nossas metas.

Ela enumera oito perguntas instigadoras para fazermos a nós mesmos para evitar o sonambulismo existencial.

1-O que é a vida para você? Você tem noção da vida no grande espectro além daquilo que está na sua linha de visão?

2-Qual é o seu propósito de vida no médio e longo prazo? As coisas que você faz estão alinhadas com os propósitos?

3-Você se nota fazendo as mesmas coisas semana a semana como se estivesse no piloto automático?

4-Você se vê fazendo muitas coisas que enchem as horas, mas não adicionam valor à sua vida? – fofocas, reclamações, festas, comida, jogos, TV.

5-Você se sente infeliz, se deixando ir com a corrente, abdicando de qualquer controle e responsabilidade?

6-Você se sente muito ocupado para fazer as coisas que realmente gosta?

7-Você se pega desligado, sem a percepção dos pensamentos e emoções?

8- Você se sente desmotivado e sem ambições?

É bom acordar desse estado de sonambulismo e escolher as coisas que quer fazer depois disso – enfim, viver plenamente.

Passe adiante.

Beco

Perdoar a si próprio é diferente.

Quando perdoamos os outros, fazemos um favor a nós mesmos. É uma decisão que nos afeta, no entanto, não temos qualquer garantia que os outros farão algo a respeito para melhorar a situação.

Mas quando perdoamos a si próprio, sabemos que temos que fazer algo para melhorar a situação e eventualmente tomamos uma ação nesse sentido.

Quando perdoamos, estamos limitar o poder que o agressor tem de nos ferir.

O que acontece quando o agressor somos nós mesmos?

Porque é tão difícil lidar consigo próprio?

Dr.Fred Luskin, que dirige o Centro do Perdão na Universidade de Stanford na Califórnia, nos ensina que devemos sempre pesar na balança o ônus de não perdoar, a carga de sofrimento que decidimos continuar carregando.

Para Luskin, os músculos do perdão são como outro qualquer. Ficam flácidos quando não exercitados. É preciso exercitar.

Ao perdoar os outros, desejamos que eles não nos magoem novamente.

Ao perdoar a si próprio, temos que tomar uma atitude de não voltar a magoar a si próprio. Temos que fazer o dever de casa.

Os ensinamentos que o Dr.Luskin transmite para as pessoas que passam por aquele instituto é de entender plenamente a situação que levou ao mal estar, pois é o ponto de partida para chegar ao perdão.

Aliviando-se da carga de rancor, ressentimento, e o sentimento de vítima e de ofensa, podemos ser mais feliz.

Temos que entender para aceitar e assim estar em condições de perdoar.

Entender-Aceitar-Perdoar, é a sequência.

Os médicos consideram que o ato de perdoar ajuda consideravelmente na recuperação de doenças associadas ao estresse, pois a carga de rancor e ressentimentos, quando não é a causa principal da doença, agrava muito as condições do paciente.

É bom lembrar que perdoar a si próprio tem a ver com eventos específicos.

Nada tem a ver com – se perdoar por ser o que é – gay – órfão – divorciado.

Tampouco tem a ver com o desleixo – perdoar por não fazer a cama, não colocar o lixo fora – não pagar as contas.

Não tem qualquer relação com aquela dor na consciência por não ter cumprido com suas obrigações.

Algo específico que você tenha feito, que merece reparo, e mais do que isso, merece perdoar a si próprio, amenizando a dor que você está infligindo a si próprio.

Beco