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O medo na nossa cabeça.

O medo é bom?

O medo é ruim?

O medo é do futuro, e o futuro está na nossa cabeça.

O medo está na nossa cabeça porque tememos o erro, o desastre, o fracasso.

Por tudo que já passei.

Já passei por muitas dificuldades, e apesar disso tudo, sou uma pessoa feliz.

Passei maus bocados, e a vida não tem sido fácil, mas superei.

Aprendi ao longo do tempo que esse é o caminho.

As pessoas conseguem ser felizes a despeito de tanta dificuldade.

É fácil se fazer de vítima.

É fácil se fazer de vítima. É muito fácil dar uma de coitadinho.

Muita coisa pra fazer, e parece que só nós é que trabalhamos.

Muita coisa para se preocupar e parece que só nós é que nos importamos.

Muita coisa errada, e parece que acontece só com a gente.

Busque dentro de si a coragem para seguir adiante

Um sopro de coragem é o suficiente para te manter caminhando, a despeito das adversidades.

Quando as coisas não acontecem de acordo com suas expectativas, e a decepção e a paralisia parecem tomar conta da situação, você precisa de uma dose de coragem.

Uma energia positiva pode te manter seguindo adiante, um pouco mais, um pouco mais, e logo as adversidades vão te parecer distantes e menos ameaçadoras.

Às vezes queremos fazer uma mudança difícil na nossa vida, abandonar velhos hábitos, um vício, se recobrar de um revés. Tudo que precisamos é de coragem para se levantar e seguir adiante.

A estrada do sucesso é pavimentada pela perseverança, e cada pedra desse pavimento foi alimentada por uma dose de coragem.

Vencer não é tudo, mas querer vencer é tudo. Ter a coragem para agir, tocar a vida adiante, querer chegar ao destino, querer mudar, querer se tornar uma pessoa melhor.

As barreiras não são assim tão grandes e você não sabe a força que tem.

Sinta entusiasmo pela vida e pelas coisas boas que já conseguiu até aqui.

Se apóie nas suas forças e nas suas virtudes – você as tem de sobra.

Olhe as coisas pelo lado positivo.

Olhe as pessoas com a lente positiva.

As dificuldades moldam o nosso caráter, nos torna fortes, e abrem os nossos olhos para a generosidade, a bondade o altruísmo e a compaixão.

Não queira ser tudo na vida, mas dedique toda a sua energia para viver uma vida plena.

Beco

Se livre do medo.

O medo é um sentimento ancestral.

O medo do escuro ajudou o homem das cavernas a sobreviver por milhões de anos.

Já comentei que coragem não é ausência de medo, e sim a capacidade de agir a despeito do medo.

Por ser um sentimento próprio do ser humano, ele não se afasta por si só. É preciso uma intenção e um trabalho deliberado.

É preciso exercitar, e o benefício vale a empreitada, pois ao sobrepujar o medo, qualquer um expande as suas possibilidades.

O medo, em muitas situações, impõe limitações e influencia negativamente nas decisões.

O medo também pode levar a reações agressivas inadequadas, e isso pode ser ilustrado facilmente em animais, cães e gatos, e se olharmos com atenção, constatamos isso também nas pessoas.

Quando é que isso atrapalha?

Onde está o excesso?

O medo pode te paralisar na busca dos seus sonhos e metas.

Às vezes o medo está relacionado com uma dor do passado. Uma pessoa se recusa a um novo relacionamento amoroso, pois foi magoada no relacionamento anterior.

Sabemos que não devemos colocar o dedo na tomada, pois a última vez que fizemos, quando garoto, não foi uma boa experiência. Isso vai se repetir sempre.

Quando colocamos o dedo na tomada, inconscientemente dizemos para si mesmo: nunca mais vou colocar o dedo na tomada.

O mesmo tipo de feedback influencia novos relacionamentos amorosos.

Quando terminamos dramaticamente um relacionamento, dizemos para si mesmo: nunca mais vou me apaixonar.

Temos que trabalhar essa noção de replicação. Devemos pular um pouco fora da nossa zona de conforto e confronte alguns dos nossos medos.

Algumas dicas:

-Afine sua percepção do que pode se repetir, do que realmente te causou a dor. Quase todo o medo que carregamos tem a ver com a nossa percepção.

-Acredite em você mesmo. Levante a sua auto-estima. Acredite que você é maior que o medo. A baixa auto-estima alimenta e potencializa o medo.

-Acredite e deseje os resultados bons das suas ações e decisões.

Susan Jeffers escreveu um livro: Feel the fear and do it anyway (Sinta o medo e faça assim mesmo), onde diz que muito do medo vem com o sentimento de incapacidade.

O medo de dirigir, esconde o sentimento de incapacidade de dirigir.

Isso vem também acompanhado com a excessiva importância às conseqüências, nesse caso, acidentes, ferimentos e mortes no trânsito. A mente é fértil, e o exercício mental pode parecer aterrador.

É preciso dar a real magnitude às conseqüências das nossas ações e decisões.

A idéia de valentia e coragem em oposição ao medo é errada. Precisamos do medo para nos impedir de cometer grandes besteiras. Precisamos pensar nas conseqüências dos nossos atos, mas não devemos exagerar, o que pode nos levar à imobilidade.

Você se lembra de alguma situação onde queria imensamente fazer alguma coisa, mas o medo te impediu de fazê-lo?

Beco

A coragem não é falta de medo.

Quando criança, usamos ter medo de muita coisa, o escuro, o barulho, os movimentos bruscos, as vozes alteradas.

Com o tempo, com a ajuda dos adultos e educadores, aprendemos que o mundo não é assim tão perigoso. Aprendemos que podemos conviver com o perigo e com as ameaças porque temos as ferramentas, físicas e psicológicas, para lidar com elas.

A coragem não é, portanto, a falta de medo, mas a escolha de agir e enfrentar as situações, a despeito do medo.

Quando a coragem nos é agraciada, deixamos de fugir, de correr, de se esconder e sentimos o poder e a força para navegar graciosamente pela vida.

Essa atitude é construída, aprendida passo a passo, experimentando as possibilidades que temos diante da vida.

Você se lembra de uma ocasião onde escolheu não perseguir a sua felicidade por conta do medo?

Isso também tem a ver com o desconforto de conviver com o risco de acontecer um fato indesejável no futuro. O receio do resultado ruim trabalha na nossa mente, no esforço de evitar a dor e o desapontamento já experimentados em outras ocasiões.

É bom sair da zona de conforto e confrontar o medo e o risco.

Muito disso tem a ver com a nossa percepção. Por isso, devemos refinar, melhorar e aprimorar a nossa percepção.

Devemos aprender a lidar com o sentimento de medo, pois os sentimentos são os insumos da nossa ação, ou melhor, eles governam as nossas ações.

Cuidado – o medo pode vir travestido de racionalidade. Queremos racionalizar o medo, na tentativa de justificar a nossa ação e decisão.

Acredite si próprio, tenha fé no seu taco.

Conviva com a incerteza.

Não devemos ser prisioneiros e nem intimidados pelo medo.

A maioria dos medos é infundada e vazia.

Lide com os medos um de cada vez. Vá devagar e com calma.

Na jornada da vida, se deixe distrair com as boas experiências, se esqueça momentaneamente do passado e se fortaleça emocionalmente para quando as tempestades surgirem.

Quando nos deixamos dominar pelo medo, temos uma tendência a nos encolher, nos isolar, agindo como o porco-espinho, que rapidamente se transforma em uma bola de espinhos ao menor sinal de perigo.

O porco-espinho é um animal de estratégia única de defesa, e para uma pessoa humana, a estratégia de isolamento pode ser desastrosa – devemos evitar.

Passe adiante.

Beco

O medo nos faz retroceder. A coragem nos impulsiona para avançar.

É bom saber trabalhar com o medo e a coragem.

Coragem é fazer aquilo que tem medo de fazer.

Não podemos evitar o perigo e as dificuldades, mas podemos lidar melhor com o medo.

Temos medo do desconhecido, mas a coragem para desbravar o desconhecido pode permitir descobrir coisas novas e conseguir novas realizações.

Perceba os sentimentos que levam à estagnação chegarem: medo, ansiedade, raiva, frustração, desmotivação, ressentimento e inveja.

Muitos medos são ancestrais e associados à sobrevivência – por exemplo, o medo do escuro – era de noite e no escuro que o homem das cavernas era predado.

Mas muito do medo age como um inimigo interno, conduzindo à estagnação e ao retrocesso.

Deixe a coragem brotar dentro de si afastando o domínio do medo.

Precaução, cautela e cuidado não são conflitantes com a coragem.

Pelo contrário, o cuidado permite que a coragem encontre o caminho para vencer o medo.

Como disse Shakespeare: o valente só morre uma vez, mas o covarde morre várias vezes.

Enfrentar de frente as razões do seu medo é o caminho.

Assim como o medo do escuro, é preciso entender que não temos medo do escuro e sim das coisas que vêm com o escuro. Procure as razões.

Mesmo reconhecendo que a vida é dura, você tem que reconhecer a sua capacidade de se levantar quando cai, de fazer dos limões uma limonada.

Importante: você consegue ir um pouco mais além daquilo que você acha que consegue.

Beco