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O medo aprendido.

A despeito dos nossos medos gravados no nosso DNA, seguimos aprendendo novas maneiras de medo.

Temos que ficar atento para evitar que a mala tão cheia de medo nos impeça de viajar nessa jornada da vida.

O medo pode nos paralisar, e a vida não é assim tão perigosa.

Aprendemos a ter medo de não ser aceito, de passar vergonha, de não dar conta do recado.

O medo não tem a ver com o agora.

O medo e o estresse que vivemos no nosso cotidiano pouco tem a ver com aquilo que estamos vivenciando no momento. Na verdade, o medo é que problemas apareçam, dificuldades aumentem, e uma catástrofe venha para acabar com tudo que temos hoje.

O medo tem a ver com o futuro, e é essa mente catastrófica que nos domina quando pensamos no futuro, que traz essa enxurrada de problemas imaginários para nos atormentar exatamente agora, quando deveríamos estar aproveitando o momento presente.

Não preciso ter medo.

Quando criança me amedrontava.

Diziam os adultos – não precisa ter medo. Nada vai acontecer.

Eu tinha que acreditar, e me sentia seguro quando eles me pegavam no colo e me ofereciam proteção.

Cresci, me tornei um adulto mais corajoso e aprendi a não ter medo de muita coisa. O bicho papão não me pega mais, nem a mula sem cabeça.

Na grande maioria das situações práticas do cotidiano eu tiro de letra essa questão do medo, mas há situações que o medo chega com força.

Susan Jeffers

Dra Susan Jeffers é psicóloga e dedica grande parte da sua vida, escrevendo e divulgando as ideias e ensinamentos sobre o medo, a vida plena e a capacidade de lidar com a incerteza e a vulnerabilidade.

Escreveu muito livros que se enquadram em autoajuda, mas são científicos e fortemente suportado por estudos. Eu os considero realmente úteis para aqueles que estão em dificuldades e mesmo aqueles que queiram conhecer mais sobre os assuntos relacionados.

Dentre os livros que ela escreveu, foram editados no Brasil: Tenha medo… e siga em frente, O livro da confiança, O livro da paz, e Como superar o medo.

Peço um pouco mais de coragem.

Às vezes nos sentimos despreparados e até desqualificados para lidar com problemas tão complexos.

Os problemas podem nos deixar de joelhos, e a vontade é sentar na sarjeta e chorar.

Estudamos tanto e nos preparamos de verdade para a vida profissional.

Não tema a escuridão.

Quem carrega a luz não teme a escuridão.

Quando chegamos num ambiente escuro, basta um fósforo aceso ou um simples LED de celular para iluminar o suficiente para não nos machucarmos.

No sentido emocional, a luz interna funciona da mesma maneira.

A luz interna funciona como a coragem que temos para seguir caminhando no terreno escuro das adversidades.

Funciona comum uma fé na proteção Superior.

Seguro por fora e amedrontado por dentro.

As adversidades não funcionam como a chuva.

Não vamos encontrar uma capa que nos proteja totalmente – por dentro de por fora.

Não dá para usar uma capa de conforto, uma proteção superficial, se lá dentro, estamos amedrontados, apavorados.

Não use subterfúgios e não adie indefinidamente a batalha.