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Aceitação não quer dizer aguentar tudo

Aceitação não quer dizer aguentar tudo

Aceitação não quer dizer aguentar tudo, se fazer de capacho dos outros.

Precisamos aceitar aquilo que está fora do nosso controle. Parar de carregar pedras na mochila, dar murro em ponta de faca. Aceite a vida por inteiro. Saboreie a vida como ela lhe foi agraciada.

Isso pode funcionar

Isso pode funcionar

Experimente, isso pode funcionar na sua vida.

Assuma a responsabilidade de fazer a sua vida melhor.

Você quer melhorar de vida?

Regras impraticáveis

Regras impraticáveis

Muitas vezes cometemos esse descuido de impor regras impraticáveis para os outros e para nós mesmos.

Impor que o seu marido alcoólico beba com responsabilidade toda vez que forem a uma festa.

Impor que seu filho chegue exatamente dentro do horário, sem qualquer tolerância.

Tentar controlar tudo e todos te deixa descontrolado, reflita

Tentar controlar tudo e todos te deixa descontrolado, reflita

Temos uma tendência natural de querer controlar o mundo, e invariavelmente entramos em conflito com outras pessoas. Isso sem contar a decepção nas nossas iniciativas, pois a realidade é muito complexa e a nossa capacidade é realmente limitada.

Quando jovens, lutamos pela possibilidade de controlar a nossa vida e até pelo direito de controlar as nossas coisas.

Sonhamos com o dia em que completamos 18 anos para ter o controle sobre a própria agenda, dirigir, não dar satisfação aos pais.

Já adultos, e com a maturidade, passamos a olhar o mundo com mais aceitação. Deixamos um pouco de lado esse ímpeto de impor a nossa vontade, de controlar tudo que nos cerca.

Ajude as pessoas e não queira modificá-las

Ajude as pessoas e não queira modificá-las

Ajude as pessoas, e não tente mudar as outras pessoas com o propósito de ajudá-las.

Há um limite tênue entre querer ajudar as pessoas e o desejo discreto de querer modificá-las. Precisamos nos policiar para não querer que as pessoas sejam iguais a nós, gostem daquilo que gostamos, e julguem as situações como nós as julgamos.

É um instinto paternal de conduzir, de influenciar, de ensinar, de tomar a mão.

Ajudar é fantástico, e assim é ensinar, mas devemos permitir que as pessoas aprendam no seu tempo, e aprendam a lidar com os seus problemas.

Tento segurar o que escorre por entre os dedos.

Às vezes tenho o ímpeto de querer controlar tudo e todos.

A vida dos filhos.

A vida da esposa.

A vida do chefe e dos colegas de trabalho.

Isso só para falar das pessoas que me cercam de perto.

Quero também controlar o governo, o presidente, a política.

Entrando sempre para perder.

Em muitas ocasiões entramos sempre para perder.

Às vezes já sabemos de antemão que vamos perder – mas estamos no piloto automático.

Nem pensamos mais se é uma batalha perdida.

Nem avaliamos se estamos ou não jogando o nosso tempo e paciência literalmente no lixo.