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Feliz no trabalho

Feliz no trabalho

Todo mundo quer ser feliz no trabalho. Não vejo ninguém procurando uma ocupação onde se sinta profundamente infeliz, mas temos que atentar para 3 aspectos distintos relacionados estritamente com o trabalho, com a ocupação e o tipo de atividade.

Fazer de verdade.

Não é fácil fazer a diferença para pessoas, animais, e o planeta.

Queremos ser bons indivíduos, cidadãos e fazer algo de bom, mas decidir o que fazer e como fazer é que são elas.

Até a tarefa de segregar o lixo dá trabalho e exige uma vigilância e determinação.

Outro dia, assisti a um vídeo interessante, o qual ilustra um grupo de pessoas na Índia, liderado por Kartick Satyanarayan. Este grupo resolveu fazer a diferença para os ursos dançantes naquele país.

Saia do piloto automático da vida.

A felicidade está em viver intensamente cada momento. No entanto, os afazeres do dia-a-dia, frequentemente nos colocam em piloto automático. Tocar as tarefas no escritório, voltar para casa e tocar a lista interminável de coisas para fazer.

Lavar pratos e roupas pode ser uma atividade insana, pois tudo vai se sujar novamente. Mas tudo isso pode ser vivido intensamente, com o espírito desperto, e com o piloto automático desligado.

Quando fazemos as coisas de maneira consciente e desperta, a sensação de estar vivo é aprofundada, e a satisfação acentuada.

Tocar as respostas e reações apenas por conta das circunstancias é uma alienação da vida.

Devemos refletir sobre as decisões à luz das nossas metas, valores e princípios.

A depressão pode vir com a percepção de que nada está no controle.

Desligue o piloto automático e assuma o controle da sua vida.

Dá trabalho, pode parecer estressante, mas é gratificante.

1-Pegue um objetivo na sua vida, seja específico, escreva sobre ele e reflita como isso vai te deixar mais feliz, mais realizado. Depois desse primeiro exercício, desenvolva o hábito de fazer isso com todos os objetivos.

2-Defina algumas regras para sua vida, algumas diretrizes, reflita sobre elas, porque umas e não outras.

3-Procure as razões no seu coração.

Algumas perguntas para refletir:

1-Sei exatamente o que estarei fazendo daqui a cinco anos e isso me deixa deprimido?

2-O desenvolvimento da minha carreira é tudo que meus pais sonharam para mim?

3-A minha vida tem sido uma cadeia sem trégua de etapas consecutivas: escola, graduação, trabalho, carreira, casamento e filhos?

4-Os meus interesses e hobbies são os mesmos de tempo de garoto. Não experimentei nada de novo e não gosto de nada novo?

Celestine Chua, em postagem super-interessante aborda essa questão: Are you sleepwalking your life away?

Comenta Celestine que não devemos viver a vida como sonâmbulos, sem consciência, sem noção dos nossos sonhos e das nossas metas.

Ela enumera oito perguntas instigadoras para fazermos a nós mesmos para evitar o sonambulismo existencial.

1-O que é a vida para você? Você tem noção da vida no grande espectro além daquilo que está na sua linha de visão?

2-Qual é o seu propósito de vida no médio e longo prazo? As coisas que você faz estão alinhadas com os propósitos?

3-Você se nota fazendo as mesmas coisas semana a semana como se estivesse no piloto automático?

4-Você se vê fazendo muitas coisas que enchem as horas, mas não adicionam valor à sua vida? – fofocas, reclamações, festas, comida, jogos, TV.

5-Você se sente infeliz, se deixando ir com a corrente, abdicando de qualquer controle e responsabilidade?

6-Você se sente muito ocupado para fazer as coisas que realmente gosta?

7-Você se pega desligado, sem a percepção dos pensamentos e emoções?

8- Você se sente desmotivado e sem ambições?

É bom acordar desse estado de sonambulismo e escolher as coisas que quer fazer depois disso – enfim, viver plenamente.

Passe adiante.

Beco

Não diga da boca para fora.

Se você não acredita nisso, não repita. Não diga por aí o que você não pensa.

Evite dizer da boca para fora.

Evite dizer por dizer.

Dizem que quem fala demais dá bom dia a cavalo, e falar uma coisa e pensar outra é ruim para a sua imagem e para você mesmo.