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Preciso de um especialista em motivação.

Às vezes sentimos que precisamos de um especialista em motivação, alguém que nos ajude a levanta o ânimo quando tantas coisas nos puxam para baixo.

Aprendi com o memorável Meng, do livro Busque Dentro de Você, que o melhor especialista em motivação é você mesmo. Aliás, ninguém entende melhor o que te motiva, do que você mesmo.

Preste atenção naquilo que prende a sua atenção.

O que é que você gosta de fazer, e quando está fazendo não vê o tempo passar?

O que é te estimular e te desafia, e você sente que está puxando o melhor de você?

A busca silenciosa por respostas.

Fazemos muitas vezes uma busca silenciosa por respostas.

Mergulhe dentro de si próprio, e faça as perguntas.

Não faça calar aquelas personalidade que fazem parte de você e que costumeiramente você pede para se calar.

Se deixe expressar e se deixe responder. As respostas vão aparecer quando o sua ansiedade por respostas se juntar à humildade e honestidade consigo próprio.

Volte-se para dentro de si, sem antes procurar uma pacificação interna, uma meditação, uma reflexão serena.

Você é meu espelho.

Olho para você e me vejo em você, e nessa hora você é meu espelho. A interação entre as pessoas produzem uma forte e importante conexão.

Assim como o ar é fundamental para os pássaros, e a água é para os peixes, as pessoas são importantes para cada indivíduo.

Tem uma história que já ouvi muitas vezes. Dois peixinhos conversam e um diz para o outro:-o que é esse tal de oceano que os velhos falam todo tempo?

O mesmo se aplica no nosso caso. Nascemos dentro de núcleos sociais, pais, irmãos e outros familiares. Logo vem os amigos, a escola o trabalho, a nova família, e damos como certo tudo que nos cerca nesse mundo social.

A aventura de encontrar o eu escondido.

Ao longo da vida, escondemos certos atributos, características nossas, que em algum momento temos o impulso e a motivação para procura-las.

É uma tarefa difícil, tão bem as escondemos no sótão da nossa individualidade.

Fazemos isso atendendo as críticas dos pais, irmãos, companheiras e principalmente de si mesmo.

Nos julgamos, criticamos, condenamos e trancamos cada característica condenada em uma sala escondida lá no fundo da nossa existência.

As minhas imperfeições.

Devo me aceitar como sou.

As minhas imperfeições, eu as reconheço, eu as aceito.

Aceitar as imperfeições é sinal que de posso melhorar, que posso evoluir.

Os meus defeitos não me impediram de chegar aonde cheguei, e isso é sinal que não tenho só defeitos – tenho virtudes, capacidades e habilidades.

Este mês, a ideia força é conhecer a si próprio, e conseguir olhar para o espelho, reconhecer as deficiências e as virtudes é algo que deve ser valorizado.

Quanto respiramos e quanto suspiramos.

A vida não se mede pelas vezes que respiramos, mas sim pelas vezes que suspiramos, isso eu li outro dia e fez todo sentido.

Precisamos viver mais intensamente, nos emocionar mais, nos contentar mais com aquilo que fazemos, com as situações que vivemos.

Será que estamos atentos para a nossa vida, para o momento presente?

Será que estamos deixando a vida nos levar, apenas respirando?

O autoconhecimento é um desafio.

O autoconhecimento é um grande desafio. Já tratei deste assunto recentemente, mas ao ler a postagem de Gretchen Rubin sobre o tema, não resisti voltar ao tema, citando a postagem da autora.

O autoconhecimento é um grande desafio, como diz Gretchen. Nada parece tão fácil e obvio e ao mesmo tempo tão difícil.

As mentiras que contamos e a inveja que sentimos contam muito de nós.

O mestre espiritual que escolhemos conta muito de nós. Cita ela que a escolha dela recaiu sobre Sta Therese of Lisieux, que aqui conhecemos como Santa Terezinha.