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Segundo compromisso

Segundo compromisso

O segundo compromisso de Don Miguel Ruiz que foi divulgado em seu livro “Os Quatro Compromissos” é – não leve nada para o lado pessoal. Explico nessa postagem esse segundo compromisso em continuidade ao primeiro que expliquei em postagem anterior.

O segundo compromisso:

Não levar para o lado pessoal significa não tomar partido não tomar ao pé da letra tudo que ouve sobre você.

Se fizerem um comentário maldoso sobre você, não assuma que isso seja verdade e não saia rebatendo como uma agressão ou ofensa. Não tome partido em tudo que ouve. Experimente a indiferença, especialmente quando a fonte dessa observação não merece consideração, ou venha contaminado de raiva, ressentimento.

O veneno:

Não deixe que o veneno que atiram para você te atinja assim, facilmente.

As pessoas fazem os comentários motivado por algo que se passa dentro dela, e você não deve assumir isso como algo seu, que te diga respeito, que seja sua responsabilidade. Deixe passar.

Os filtros:

As pessoas enxergam a realidade segundo os próprios filtros, e suas observações são distorcidas por conta desses filtros, e você não deve aceitar isso como verdade. Não deve aceitar que tais observações impactem sua vida sem o devido desconto.

Não tome literalmente – dê um desconto.

Carga negativa:

Quando aceitamos e assimilamos tudo que dizem a nosso respeito, carregamos essa carga negativa sem questionamento.

É como se colocassem pedras pesadas na nossa mochila e saíssemos carregando sem reclamar.

Não aceite e nem leve para o lado pessoal.

Perceba os comentários como algo que chega pelo ar e vai passando ao largo sem te afetar.

Rubens Sakay (Beco)

Não seja vítima das pequenas irritações cotidianas

Não seja vítima das pequenas irritações cotidianas

Às vezes chegamos ao final do dia exaustos de lutar com tantas irritações cotidianas.

Deixe de ser vítima de cada pequena contrariedade.

O cotidiano frenético nos premia com muitas pequenas irritações.

Não se deixe consumir pela raiva

Não se deixe consumir pela raiva

Temos muitos motivos para sentir raiva, é uma coisa natural que vem lá de dentro do nosso ser ancestral. No entanto, temos que atentar para o fato que a raiva pode consumir a própria pessoa, e temos que fazer alguma coisa para evitar.

É um mal que infligimos a nós mesmos, e fazemos mal ao ambiente e às pessoas à nossa volta.

Nos ensina Thich Nhat Hanh em seu livro “Aprendendo a lidar com a raiva”,

Livre-se do labirinto dos seus problemas

Livre-se do labirinto dos seus problemas

Muitas vezes nos sentimos presos num labirinto, rodando em círculos, como se cada problema se configurasse numa parede intransponível.

Passo por onde já passei, volto ao ponto de partida, retomo o mesmo pensamento circular, uma ruminação sem fim.

Há situações onde as pessoas ficam presas num labirinto dos problemas do cotidiano, imaginam um futuro fora do labirinto

Uma caminhada para acalmar a mente

Uma caminhada para acalmar a mente

Acalmar a mente tem que ser uma prioridade no mundo corrido em que vivemos.

Costumo caminhar com a minha cadela de manhã e de tarde, e fico atento para aquilo que prende a atenção dela. A rua tem um tráfego intenso e pessoas cruzam o nosso caminho todo momento. Não quero nem de longe perturbar os outros com a ferocidade da minha companheira de caminhada.

Quando fazemos algo mecânico, sem rigor ou precisão, permitimos que a nossa mente vague por problemas fictícios. Julgamos as pessoas e nos preocupamos com coisas que não irão acontecer. Temos que afastar esse comportamento.

Saiba lidar com discussões polêmicas

Saiba lidar com discussões polêmicas

O mundo se tornou tão complexo que é difícil evitar algumas discussões polêmicas.

E as discussões acaloradas, ideológicas, religiosas e profissionais acabam maculando amizades que antes pareciam sólidas. Os relacionamentos no trabalho e o próprio ambiente acaba se degenerando.

Às vezes, a simples maneira de se comunicar, transforma uma discussão simples numa polêmica.

Outras vezes, não demonstramos qualquer flexibilidade, não arredamos pé e fazemos uma nos vemos numa discussão sem fim.

Sempre me vem à mente um trecho do livro: O Zen e a Arte da Manutenção de Motocicletas de Robert Pirsig, que já comentei algumas vezes, mas vou repetir, pois cabe muito bem no tema de hoje.

Sai da escada da arrogância

Sai da escada da arrogância

Não se coloque acima daquele que te fala, pois essa arrogância vai te deixar surdo para a mensagem que você está recebendo.

A superioridade bloqueia qualquer comunicação, e, quando menos, distorce o seu conteúdo da mensagem, entendemos mal, interpretamos às avessas.

Não se coloque num patamar acima daquele que está falando, isso vai dificultar enormemente você ouvir e entender a mensagem.