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Não preciso ter medo.

Quando criança me amedrontava.

Diziam os adultos – não precisa ter medo. Nada vai acontecer.

Eu tinha que acreditar, e me sentia seguro quando eles me pegavam no colo e me ofereciam proteção.

Cresci, me tornei um adulto mais corajoso e aprendi a não ter medo de muita coisa. O bicho papão não me pega mais, nem a mula sem cabeça.

Na grande maioria das situações práticas do cotidiano eu tiro de letra essa questão do medo, mas há situações que o medo chega com força.

As dúvidas que temos de nós mesmos.

Devemos encarar com serenidade o desconforto de lidar com a incerteza todos os dias.

O desconhecido é uma constante para aquele que navega pelos mares do crescimento.

Queremos crescer, aprender e progredir, mas temos medo, dúvidas, receios e ansiedade.

Devemos confiar na Força Superior, pois não estamos sós, em nenhum momento.

Peça pela iluminação, e as dúvidas que te amedrontam nas decisões se dissiparão.

Susan Jeffers

Dra Susan Jeffers é psicóloga e dedica grande parte da sua vida, escrevendo e divulgando as ideias e ensinamentos sobre o medo, a vida plena e a capacidade de lidar com a incerteza e a vulnerabilidade.

Escreveu muito livros que se enquadram em autoajuda, mas são científicos e fortemente suportado por estudos. Eu os considero realmente úteis para aqueles que estão em dificuldades e mesmo aqueles que queiram conhecer mais sobre os assuntos relacionados.

Dentre os livros que ela escreveu, foram editados no Brasil: Tenha medo… e siga em frente, O livro da confiança, O livro da paz, e Como superar o medo.

De repente – uma inquietação.

Queremos sempre que o céu seja de brigadeiro – sem nebulosidade, sem chuva, nada de tempestade.

Mas às vezes, sem bem entendermos direito, um vento pode nos desequilibrar.

Tocamos a vida tranquilamente, mas de repente, uma inquietação, como se tudo estivesse errado, ou tivéssemos dirigindo pelo acostamento.

Me lembro quando era garoto e ia para a escola de bicicleta.

Um bom amigo para mim mesmo.

Não se afaste da pessoa maravilhosa que você é.

Assim como já comentei que você é seu melhor conselheiro, seja também seu melhor amigo.

Se trate com candura, se trate com gentileza.

Se dê a oportunidade de se emocionar, abra seu coração, seja você mesmo.

Longe demais agradando os outros.

Talvez seja hora de pensar um pouco na reciprocidade.

Não é o toma lá dá cá, mas a ideia de equilibrar as relações antes que você fique totalmente exaurida.

De acordo com a Dra Harriet Braiker, “a agradora compulsiva é pressionada com ordens imperativas dadas por você mesma, e sobrecarregada com um código estrito e rígido de regras pessoais e avalia a si própria a partir de padrões irrealistas e condenatórios”.

Pense na gratidão.

Comece o seu dia pensando em alguém que você tem que agradecer. Foi o que aprendi na leitura de Richard Carlson.

Pense na gratidão. Sinta-se grato.

É um processo virtuoso como ensina Carlson. Você pensa numa pessoa e logo a sua memória puxa por outra e assim por diante.