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Faça a diferença

Faça a diferença em tudo que faz. Seja você o impulso para mudar as coisas para melhor. Seja positivo e encare os desafios de cabeça erguida.

Quando as coisas ficam difíceis é justamente quando uma atitude positiva faz a diferença.

Seja disciplinado e perseverante e mantenha uma constância de propósito. Não se disperse e nem perca de vista a sua responsabilidade e seus objetivos.

Não é porque as condições se mostram difíceis que você deve adotar uma postura negativa e entreguista.

Escolha enfrentar as dificuldades com otimismo, acreditando em si mesmo.

Escolha bem

Esteja muito consciente das escolhas que faz na sua vida. Desligue o piloto automático e evite que te comandem como num controle remoto.

Escolha bem por onde quer trilhar, e torne a sua vida mais produtiva e prazerosa.

Uma vida trilhada por caminhos tortuosos pode te levar a destinos indesejados.

Não se deixe iludir por atalhos incertos. Perigos inesperados e terrenos pantanosos podem complicar o seu trajeto.

Esteja sempre ciente da sua capacidade e tenha expectativas realistas.

Deixe as dúvidas para trás

Deixe as dúvidas para trás. Não dê às dúvidas o poder de te amedrontar e te paralisar.

Quando deixamos as dúvidas tomarem conta, os problemas se avolumam, crescem, se tornam insolúveis por nada.

Dê uma única razão para você querer ficar parado, estagnado.

Você é o criador dos seus pensamentos. Deixe ir aqueles que estão te prejudicando.

Somos mais rigorosos quando julgamos a si próprio, e as piores dúvidas são aquelas sobre nós mesmos.

Confie no outro.

Dizem que a única maneira de saber se uma pessoa é confiável ou não, é confiando.

A experiência vai dizer se valeu a pena, se a pessoa é digna de fé.

Por outro lado, ficar desconfiando de tudo e de todos, sem qualquer ação, não é produtivo, pois nunca vamos saber.

Temos que nos empenhar em conhecer melhor as pessoas e aprender a confiar, praticando.

A confiança é construída lentamente e é destruída muito rapidamente.

Aprendi a me valorizar.

Me faz muito mal, mas é inevitável fazer algumas comparações com os outros.

Junto com as comparações, facilmente vem a auto depreciação. A atitude de se imaginar por baixo, desvalorizado.

Nesses casos, vale sempre a recomendação de evitar comparações, mas também a valorização de si próprio.

O medo não tem a ver com o agora.

O medo e o estresse que vivemos no nosso cotidiano pouco tem a ver com aquilo que estamos vivenciando no momento. Na verdade, o medo é que problemas apareçam, dificuldades aumentem, e uma catástrofe venha para acabar com tudo que temos hoje.

O medo tem a ver com o futuro, e é essa mente catastrófica que nos domina quando pensamos no futuro, que traz essa enxurrada de problemas imaginários para nos atormentar exatamente agora, quando deveríamos estar aproveitando o momento presente.

Não preciso ter medo.

Quando criança me amedrontava.

Diziam os adultos – não precisa ter medo. Nada vai acontecer.

Eu tinha que acreditar, e me sentia seguro quando eles me pegavam no colo e me ofereciam proteção.

Cresci, me tornei um adulto mais corajoso e aprendi a não ter medo de muita coisa. O bicho papão não me pega mais, nem a mula sem cabeça.

Na grande maioria das situações práticas do cotidiano eu tiro de letra essa questão do medo, mas há situações que o medo chega com força.