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Esteja próximo dos familiares

Esteja próximo dos familiares

Não se afaste dos seus familiares. É o seu primeiro núcleo social e deve ser preservado por toda vida.

Os adultos cuidam dos pequenos, os jovens cuidam dos idosos, e todos podem exercitar a bondade, a generosidade e o pertencimento ainda dentro de casa.

Tenha os familiares por perto, vai trazer conforto e a ajuda quando precisar. A possibilidade de poder contar com eles quando precisar já vai te deixar mais tranqüilo.

O toque físico

O toque físico

Não evite tocar as pessoas.

Em algumas culturas isso pode ser ofensivo, mas não na nossa.

Capriche na comunicação não verbal.

O que acontece quando tocamos as pessoas fisicamente?

Com o respeito adequado, tocar nos braços, nas mãos, nos ombros, no sentido de demonstrar carinho, proximidade, faz bem para o nosso bem-estar.

Aceite ser tocado, se isso  te parecer respeitoso e carinhoso.

Amizades para a vida toda.

Procure cultivar e cuidar das boas amizades para a vida toda.

Amigos são para sempre, e você deve mantê-los perto do coração.

Temos que acreditar nisso, e agir para isso se torne realidade. Se descuidar, o distanciamento vai acontecer naturalmente e você vai se surpreender negativamente quando perceber que os amigos se foram.

Assim como cultivamos o nosso pomar, as amizades devem receber o carinho adequado.

Transmita calor humano.

Nas mínimas interações, transmita calor humano. Seja no caixa do supermercado, nos corredores de um hospital, onde estiver, deixe que o seu lado humano e caloroso transpareça nas interações.

Dar bom dia.

Dizer obrigado.

Dar um sorriso.

Isso vai fazer bem aos outros, vai te fazer mais feliz e segundo a matéria da BBC, vai proteger o seu coração.

O artigo enfatiza a situação dos indivíduos que não têm um relacionamento próximo, um confidente, e os riscos para o coração.

Segundo estudos apontados no artigo, as pessoas que têm uma pessoa próxima para se relacionar, seja um parente, um companheiro ou amigo está menos sujeito a problemas cardíacos.

Eu acredito que podemos extrapolar isso para os múltiplos relacionamentos do dia-a-dia.

As interações do dia-a-dia tendem a ser protocolares. Passamos as compras no caixa do supermercado, levamos as roupas para a lavanderia, compramos pão e deixamos o carro para reparar.

É tanta coisa, que não nos preocupamos em dar um toque mais humano nas interações. Não é só ser mais educado ou cortes, mas sim gastar um pouco do nosso estoque emocional.

Mesmo nas ocasiões meramente burocráticas, busque mais que a eficiência nas mensagens, transmita calor humano.

Estudos científicos demonstram que o calor humano é tão importante quanto o alimento para a nutrição do indivíduo.

No caso de bebês é ainda mais importante.

Inclusive para o ambiente de trabalho, são conhecidas receitas para torná-lo mais humano – veja o artigo da business week.

Recomenda o artigo:

-falar com alguém que você não conhece.

-evitar a linguagem corporativa – o jargão – mesmo nos Emails.

-inclua um cumprimento em todas as interações – inclusive nos Emails.

-se ofereça para pegar um café e use a ocasião para descontrair.

-pergunta coisas pessoas – como foi o final de semana.

-se ninguém te apresentou ao grupo, tome a iniciativa e se apresente.

Passe adiante.

Beco

Toque as pessoas.

Não evite tocar as pessoas.

Em algumas culturas isso pode ser ofensivo, mas não na nossa.

Capriche na comunicação não verbal.

Com o respeito adequado, tocar nos braços, nas mãos, nos ombros, no sentido de demonstrar carinho, proximidade, faz bem para o nosso bem-estar.

Aceite ser tocado, se isso  te parecer respeitoso e carinhoso.

Em artigo recente no New York Times essa questão foi amplamente discutida.

http://www.nytimes.com/2010/02/23/health/23mind.html

O artigo ilustra a diversidade de estudos científicos que demonstram a validade do toque.

Neste artigo, o professor Dacher Keltner, que escreveu o livro Born to be Good – The Science of a Meaningfull Life , afirma que a comunicação não verbal foi a nossa primeira linguagem, e essa capacidade rica de comunicação é um recurso presente no nosso modo de ser.

Beco