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Me acalmar por dentro – me aquietar por fora.

Preciso buscar a serenidade dentro de mim para lidar com calma com as situações críticas e difíceis.

Acalmar o turbilhão dentro de nós é uma condição para lidar com a tempestade que nos assola.

Algumas dicas:

-nem tudo está perdido, e você tem a capacidade de resolver o problema que está aí hoje.

-o problema que atinge uma área da sua vida, o trabalho, as finanças, não deve contaminar tudo na sua vida.

-você pode sempre buscar ajuda.

-algumas coisas vão passar mesmo que você não faça nada.

-outras tantas perderão a importância com o tempo.

-você não está só, e sempre vale à pena olhar para cima e pedir que os seus caminhos sejam iluminados.

Sobreviver ao turbilhão de problemas, quer dizer, ser capaz de juntar tudo e seguir adiante, aprendendo as lições, se recobrando dos encontrões e retomando o seu caminho.

Certamente você já conheceu muitas pessoas que se recobraram de perdas pessoais, crises conjugais, crises financeiras, e você mesmo já vivenciou essa experiência de superação.

Tudo isso deve te animar para seguir adiante, encarando de frente os problemas, buscando a calma interior para lidar com a turbulência exterior.

A calma interior, a serenidade, é algo que cabe só a você conseguir.

Recorra à nossa querida oração da serenidade, e se dispa da arrogância e da prepotência.

A humildade frente aos problemas não nos torna fracos, muito pelo contrário, desperta a força que temos guardada para usar neste exato momento.

A serenidade frente aos problemas nos coloca em melhor condição para canalizar as nossas forças naquilo que conseguimos fazer.

Não controle nem viva a vida do outro.

Assuma aquilo que é a sua responsabilidade.

Faça aquilo que consegue fazer.

Beco

Resolva os problemas um de cada vez.

Quando nos mantemos concentrados em todos os problemas, temos dificuldades em enxergar a saída para qualquer um deles. Devemos reconhecê-los, eleger as prioridades e manter uma distância espiritual ou emocional deles todos. É como se fizéssemos um inventário dos problemas que temos para resolver e colocássemos todos em uma caixa para tirarmos um de cada vez para resolvê-los. Uma coisa de cada vez.

Temos muitos problemas, quem não os tem.

Mas também não precisamos resolvê-los todos hoje.

Não procure problemas onde não existe, não imagine os problemas.

Não assuma os problemas de outras pessoas.

Não leve os problemas para a cama, seja para se agitar ou para repousar.

Não envolva as outras pessoas nos seus problemas particulares desnecessariamente. Mantenha a sua privacidade.

Comece resolvendo os problemas de ordem prática. Pode ser a saúde, pode ser as finanças, ou mesmo o relacionamento amoroso.

E quando for discutir com alguém a solução para seus problemas, não misture tudo como num liquidificador, assim fica difícil alguém te ajudar.

Não coloque tudo no mesmo saco. Primeiro as primeiras coisas. Há sempre uma ordem de prioridade – siga.

Mesmo quando o problema é complexo, veja se consegue dividi-lo em pequenas partes e tente resolvê-lo por partes.

Sobretudo, mantenha a calma e a serenidade.

Uma mente desesperada é também uma mente confusa e desorientada.

Traga luz para os seus problemas.

Aceite ajuda quando for o caso.

Você nunca está só. Acredite numa Força Superior.

Beco

Deixe a mente se aclarar.

Tire a nebulosidade emocional exagerada.

Na tensão, respire e deixe a mente voltar ao normal. Deixe o impacto emocional passar.

Como diz Sylvia Boorstein: quando a mente é clara, a ação é sempre impecável.

Não deixe o impacto da emoção dominar o rumo das suas decisões e suas ações.

Se a situação estiver tensa e você puder se afastar por um momento, faça isso, e vai sentir a coisa se acalmar dentro de si.

Qualquer não der para se afastar, pois você pode estar no meio de um conflito do trabalho, respire fundo e compassadamente.

Não alimente pensamentos tóxicos alimentados pela inveja e o rancor.

Tampouco convide outras pessoas a participar desse universo sombrio .

Quando nos metemos a fofocar sobre uma terceira pessoa, estamos fazendo exatamente isso.

Criamos um universo sombrio de pensamentos negativos e ainda convidamos outra pessoa a participar dessa festa depreciativa e negativa.

Em outras ocasiões, alimentados pelo medo de perder alguma coisa, uma posição social, um posto de trabalho ou outras coisas materiais, empurramos a mente no carrossel da paranóia de projeções futuras que não irão acontecer.

Como comentei em postagem anterior, tire a cabeça das picuinhas, pois isso só vai atrapalhar a sua vida e te afastar da felicidade.

Diga para si mesmo:

-eu escolho a paz;

-eu escolho o amor;

-eu escolho a serenidade;

-eu escolho a alegria;

Diga mais ainda:

-eu pratico o perdão;

-eu me afasto da inveja;

-eu me livro da culpa;

-eu afasto o medo.

Beco

Abra espaço na sua vida para apreciar a vida.

Deixe espaço naquela agenda neurótica, trabalho, filhos, casa, casamento, marido e tanto mais – deixe espaço para apreciar a vida.

O blog pick the brain deixa algumas dicas para apreciar a vida, que passo adiante.

1-Aprecie a beleza. Não só aquela que você está acostumada, da paisagem, da natureza, mas olhe com outros olhos para as pessoas, para os edifícios e os próprios utensílios.

2-Se conecte com a natureza, e não precisa ir longe, nas montanhas, aprecie no dia-a-dia, no seu próprio jardim.

3-Ria – o melhor desperdício do dia, e não rir e não sorrir.

4-Tenha pequenos prazeres – pode ser um xícara de café, um minuto com as crianças.

5-Se conecte com as pessoas – o melhor do trabalho pode não ser a promoção, mas os relacionamentos no seu dia-a-dia.

6-Aprenda – Existe uma forte correlação entre aprendizado e felicidade.

7-Repense suas manhãs e tardes. O início do dia e o fim do dia podem ser aproveitados para atividades voltadas para você.

8-Celebre seus sucessos – No nosso cotidiano, temos vários pequenos sucessos – devemos aproveitar, compartilhar com outros e apreciar os elogios.

Temos que ter tempo para apreciar a vida, enquanto há vida. Pode parecer estranho, mas haverá um dia que o tempo será longo, mas a vida será curta.

Devemos reduzir um pouco a velocidade da nossa agenda para encaixar um tempo para a vida. Reduzindo um pouco a velocidade, não vai alterar o resultado, e não raro estamos correndo atrás do próprio rabo, gerando mais calor que resultado.

Seja gentil consigo mesmo, e preste atenção para as suas necessidades de saúde e os seus interesses pessoais.

Lembre-se, um ritmo compassado é que ganha a maratona. Não adianta sair desenfreada atrás das coisas, que vai perder o fôlego e acabar estressada.

Se dê permissão para reduzir o ritmo – vai se sentir estranha no princípio.

Se dê permissão para ser feliz.

Beco

Você não precisa fazer tudo hoje.

Você não precisa ficar angustiado para fazer tudo hoje.

Amanhã você será brindado com 24 horas novinhas em folha. Trabalhe duro, mas não se estresse se deixar um pouco para fazer amanhã.

Leve a vida um dia de cada vez. Aproveite o momento presente e pegue leve consigo mesmo.

O sol vai se por, a luz vai deixar de brilhar e o tempo parece que acabou, mas amanhã tem mais, graças a Deus.

Não raro somos tomados pela ânsia de querer resolver tudo na nossa vida. Parece que os problemas são maiores que a nossa agenda de 24 horas é possível suportar.

É preciso relaxar.

É preciso aceitar os resultados na velocidade adequada.

Nada se resolve da noite para o dia.

Você não acorda um certo dia e percebe que os problemas se resolveram. Ou ainda, você não termina o dia com a satisfação de ter resolvido tudo.

Por mais que você se dedique na busca da solução, ela pode demorar alguns dias e até semanas para aparecer.

As condições podem não se configurar para te ajudar hoje, mas amanhã é um novo dia. Vá com calma.

Um dia de cada vez.

Como já aprendemos com as palavras do Papa João XXIII, só por hoje vou procurar viver positivamente sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma só vez.

Diz o blog Lifehack, que devemos fazer algo por nós a cada dia. Correr atrás de resolver os problemas, pagar as contas, concluir as tarefas é uma questão de sobrevivência, mas se gostamos de nós mesmos, devemos fazer algo para si próprio todos os dias.

-se cerque de pessoas felizes.

-reserve um momento para pensar nas coisas que te faz feliz.

-encontre um pouco de humor nas situações.

-cuide da saúde.

-entenda que você merece a felicidade.

Passe diante.

Beco

As coisas ao meu modo.

Pare de querer que o mundo se conforme ao seu desejo e aos seus pensamentos.

Pare de querer tudo a seu modo, pois isso é uma fonte de frustração e infelicidade.

Mais aceitação e menos intransigência.

Mais flexibilidade e menos perfeccionismo.

Embora o mundo não seja perfeito, é o melhor que existe.

Leo Babauta sempre nos inspira a aceita o mundo tal como ele é, deixar e aceitar mais o curso das coisas.

 Comenta Babauta, que qualquer que seja a estrutura que montemos na nossa vida, mesmo com muitos hábitos saudáveis que tenhamos construído, muita coisa foge ao nosso controle, e se nos deixarmos dominar por tais coisas, encontraremos uma enorme fonte de estresse, frustração e rancor.

A solução é aprender a ir com o fluxo, com a corrente. Às vezes imaginamos uma rotina matinal tranqüila, sem atropelos, e de repente um vazamento de água nos coloca em polvorosa. Você fica bravo, decepcionado, mas é algo que foge ao seu controle. O melhor é aceitar, fazer o que tem que ser feito, evitando que isso arruíne todo o seu dia.

1-Aceite que você não controla tudo – Sabemos que não controlamos o universo, mas às vezes, nos comportamos como se fosse o contrário.

O meu controle não é efetivo mesmo no meu pequeno círculo de influência. Aceite que imprevistos podem acontecer e que você pode não ter controle sobre eles, e isso não deve te frustrar.

2-Esteja consciente – Toda vez que ficar frustrado e desapontado com o andamento das coisas, faça uma pequena anotação. Esteja consciente desse seu sentimento, e isso é o primeiro passo para a aceitação e serenidade.

3-Respire – Quando estiver desapontado, rancoroso, dê uma respirada profunda, isso vai te acalmar. Entre em contato com o seu corpo, pratique e terá exercitado algo importante.

4-Veja a perspectiva – Se afaste um pouco emocionalmente da cena, para poder observar com mais tranqüilidade. Quando estamos no olho do furacão, não temos idéia de como a coisa é vista de fora. Uma vista panorâmica, e até distante um pouco no tempo pode ajudar. Muita coisa negativa perde a importância quando vista uma semana ou um ano a partir do momento presente.

5-Pratique – Nada do que iniciarmos, nos tornará hábeis desde a primeira tentativa, temos que praticar para que o aprimoramento venha com o tempo. Foi assim quando aprendermos a ler, escrever ou dirigir.

6-Pequenos passos – Comece pequeno, se os problemas familiares são mais difíceis de aceitar, que os problemas profissionais, comece pela segunda categoria. Comece com pequenas colheradas ao invés de uma pratada completa.

7-Ria – Aprenda a rir de si mesmo quando não há o que fazer. Ria das suas próprias falhas, como maneira de aceitá-las e resolvê-las. Ria mesmo quando não for engraçado, pois vai te ajudar a se deslocar para fora da situação, para olhar com uma perspectiva mais ampla.

8-Mantenha um diário – Faça anotações de como você está se saindo nessa empreitada. Veja o que funciona e o que não funciona, e corrija o que estiver ao seu alcance.

9-Medite – A meditação é um recurso valioso a ser praticado todos os dias. Se não, utilize outros recursos para acalmar a frustração, uma xícara de chá, um banho confortante. Aceitar as coisas é um processo longo e você está apenas começando, não perca o ritmo.

10-Perceba que você não controla as pessoas – O desafio mais difícil é não ficar frustrado com as pessoas quando agem em desacordo com o nosso desejo. Eles agem de acordo com a personalidade de cada um, e devemos aceitar isso.

11-Aceite as mudanças e a imperfeição – Quando as coisas estão se encaixando no nosso desejo, não queremos que nada mude, mas isso eventualmente acontece, e muitas vezes fora do nosso controle. O que julgamos perfeito pode mudar, e o que esperamos ser perfeito pode nunca chegar.

12-Aceite a vida como um fluxo de mudanças, de caos e de beleza – O perfeito pode não ser o ideal, e o caos pode conter beleza. O mundo é belo em tudo que nos cerca, se entendemos como perfeito.

Beco

Quando nos sentimos afundando.

Às vezes, parece que as bóias sumiram, as águas traiçoeiras nos puxam para baixo. A vida é assim.

Como sobreviver?

Vou transcrever aqui uma postagem de Christopher Foster publicada no Goodlifezen, com o título: como a catástrofe pode abrir as portas para uma nova vida.

Foster se sentiu afundando, aos 63 anos, quando sua esposa faleceu às vésperas de comemorar 25 anos de casado e ele decidiu abandonar a comunidade espiritual que freqüentou por 36 anos.

As seis lições que ele aprendeu nessa renovação:

1-Seja persistente. Viemos ao mundo com a capacidade de dar a contribuição que só nós podemos dar. Ele não se refere tanto ao mundo externo, e as realizações materiais, mas à sua própria entidade espiritual, ao seu próprio ser.

2-Seja gentil consigo mesmo. As mudanças drásticas acontecem você goste ou não. Seja gentil consigo e dê graças à sua capacidade física de agüentar tanta coisa, e à sua fantástica fé e resiliência. Você está dando o melhor a cada momento.

3-Seja resiliente e acredite. Quando a coisa pega, é muito fácil perder a fé na vida, mas devemos nos comportar como a árvore que fica firme quando a ventania bate. Não significa ficar rígido, resistindo ao vento, pois você pode se quebrar. Os galhos da árvore vão para cima para baixo, para a direita e para a esquerda, movidas pelo vento, que eventualmente vai passar.

4-Encontre um símbolo da força. Assim como os índios e as civilizações ancestrais utilizavam símbolos para segurar e energizar, procure um símbolo próprio que te possa transmitir tal energia.

5-Agradeça à obra de arte que é você. Se você, em meio à tempestade da vida, posicionar-se quieto e consciente, vai perceber o quanto você está pronto para enfrentar o que vier.

6-Fique quieto e aprenda. Aprendi que no meio da catástrofe, ficar quieto é muito bom, e o silêncio não é vazio. O silêncio e a imobilidade são como uma bússola, repleta de sabedoria e que me orienta na tempestade.

Após esse período curto da tempestade, Foster está feliz, encontrou um novo lugar, uma nova companheira com quem compartilha um casamento há 13 anos.

Ele iniciou um blog sobre o tema felicidade e plenitude, o happyseeker, que vamos comentar em outra oportunidade.

Beco