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Encontre a paz e o conforto nos braços da serenidade

A pessoa que foi capaz de alcançar um estágio de serenidade sabe que é um sentimento de paz incomum. A serenidade um estado profundo de relaxamento no qual a mente adquire clareza dos problemas e das soluções..

A serenidade não é um estado de torpor emocional ou de anestesia, mas uma calma suficiente para enxergar com clareza o nosso caminho.

Clareza para discernir os obstáculos e encontrar maneiras de transpô-los, ou mesmo contorná-los.

Serenidade – o que queremos e precisamos

Serenidade – o que queremos e precisamos

Há momentos em que tudo o que queremos e precisamos é um pouco de serenidade.

Quanto mais tentamos nos livrar dos pensamentos que atormentam a nossa mente, mais estressados ficamos, e a ciência mostra, como escreveu o então professor da Universidade de Harvard, Daniel Wegner, o que resiste, persiste. Os pensamentos que insistimos em afastar, resiste e cola na nossa mente como goma de mascar. Temos que deixar ir os pensamentos indesejáveis, sem resistir, deixando apenas que eles nos deixem serenamente.

A cabeça mergulhada nos problemas.

Quando sinto que estou me afogando nos problemas, quase vendido diante das adversidades que a vida me premiou, tenho que tomar algumas providências rápidas para não me afogar.

Não enxergo mais nada, não enxergo as soluções, me sinto abatido pelo azar, desamparado, sem saber a quem recorrer.

Preciso seguir com calma, preciso de serenidade.

Ouvir dizer que no meio do furacão, bem lá no centro, tudo é calmo, sem turbulência, sem ruído. Temos que nos imaginar nessa calma em meio à tempestade para conseguir enxergar a saída, as soluções para os problemas que nos afligem.

Serenidade, o meu lugar de descanso.

A vida é cheia de altos e baixos, e precisamos de um lugar para repousar entre a alegria e a tristeza. Esse lugar é a serenidade, que você vai encontrar dentro de si mesmo.

Não fique angustiado quando a tristeza te atingir, afinal, a vida não é feito um saco cheio de alegrias.

Quando o tempo fica ruim, é hora de repousar nos braços da serenidade, e não há melhor lugar para fazer isso.

A melhor parte da história, é que essa prodigiosa serenidade está dentro de cada um, lá no fundo do seu mundo interior.

Dizem, e eu vivo repetindo, que a água, no fundo do lago, é sempre serena.

O sol, meu coração.

Aquilo que carregamos no coração é aquilo que enxergamos no mundo, por exemplo, o sol que nos dá vida.

Como nos ensina o monge Thich Nhat Hanh, somos uno com o universo. Ele faz a analogia do sol que dá vida a tudo que alcança, sem o que tudo seria escuridão, sem vida, conectado ao nosso coração, sem o qual não teríamos vida. O coração para de bater, e a vida se esvai.

O sol e o coração estão conectados no que Hanh chama de interexistência e interpenetração.

Lições que vêm na calmaria.

Não precisamos estar em apuros para aprender alguma lição.

Lembra-se daquela frase de cinema: ”vou te dar uma lição”, e dá-lhe pancadaria.

Não precisamos estar sob chuva de tapas e socos para aprender alguma coisa.

Muitas lições vêm na calmaria, quando estamos serenos e tranquilos.

Se eleve acima dos seus problemas.

Não raro afundamos com os nossos problemas.

Ficamos tão envolvidos que não conseguimos nos desligar e sentimos que estamos sendo puxados para o fundo do poço.

Temos que nos elevar acima dos problemas, e com serenidade, olhar a realidade na sua devida proporção.

Se elevar não quer dizer olhar com prepotência, muito pelo contrário, devemos olhar os problemas com humildade e honestidade.