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Vou defender o que é meu.

Quero manter e defender o que é meu. Não digo defender o patrimônio material. Mas a minha integridade física, a minha reputação, minha família e minha saúde física, emocional e espiritual.

Devo preservar os meus limites e impedir que queiram negligenciá-los devagarinho. Não vou abaixar a cabeça e me manter atento protegendo a mim mesmo.

Aposta.

A aposta que fazemos na vida pode estar descalibrada.

O que você está apostando em você mesmo?

Quando chegar o dia de conferir o resultado final, como você acha que será esta avaliação?

Se você apostar que vai ficar milionário, qual é a chance de ser bem sucedido nessa empreitada?

E, caso seja bem sucedido, qual é a chance de chegar a conclusão que fez a aposta correta?

Goste da pessoa que você está se tornando.

É uma busca permanente essa questão do crescimento pessoal.

Vivo refletindo sobre se ver livre dos meus defeitos e desenvolver as virtudes que valorizo, e assim me tornar a pessoa que quero ser.

Me lembrei da citação de Michelangelo que disse que ela não fazia a escultura pois ela já estava lá no bloco de mármore. Ele apenas retirava o material em excesso que não fazia parte da escultura.

Me ocorreu que o crescimento pessoal tem um semelhança.

Nós vamos retirando aquilo que não faz parte do indivíduo que queremos ser.

Com pena de si mesmo.

Sentir pena de si próprio é um negócio bem estranho.

Por um lado é um hábito negativo de querer chamar atenção para o coitadinho, o esquecido de todos.

Por outro lado é o egocentrismo de querer ser o centro das atenções, ainda que por razões desprezíveis.

Num extremo, aquele que desenvolve esse tipo de comportamento, deve procurar ajuda profissional, mas todos temos um pouco disso, mesmo que tenuamente.

Longe demais agradando os outros.

Talvez seja hora de pensar um pouco na reciprocidade.

Não é o toma lá dá cá, mas a ideia de equilibrar as relações antes que você fique totalmente exaurida.

De acordo com a Dra Harriet Braiker, “a agradora compulsiva é pressionada com ordens imperativas dadas por você mesma, e sobrecarregada com um código estrito e rígido de regras pessoais e avalia a si própria a partir de padrões irrealistas e condenatórios”.

Vergonha.

Vergonha é quando nos sentimos impróprios para consumo social.

Sentimos que não somos dignos de companhia, atenção e consideração.

Sentimos culpa pelo que fizemos, e sentimos vergonha pelo que somos.

Este sentimento tem a ver com o indivíduo. É produzido por ele mesmo, sem a ajuda de ninguém.

“Não” – é uma frase completa.

Temos que nos dar o direito de dizer NÃO, sem dar maiores explicações.

Aprendi com Harriet Braiker, que NÃO, é uma frase completa.

Muitas vezes dizemos NÃO e puxamos um rosário de explicações, e assim, acabamos sozinhos, nos enredando na rede do SIM.