Auto-estima Posts

Reativo, Inativo, Proativo.

A vida é cheia de momentos onde temos que tomar decisões de como cada coisa vai nos influenciar ou como vamos influenciar cada coisa.

A atitude reativa, muitas vezes se deixando levar pela maré, pode não conduzir à felicidade autêntica, pois vamos realizar vontades e planos de outras pessoas.

A apatia e a inatividade podem denotar um estado que requeira ajuda profissional.

Pense por um momento – você está contente com a sua decisão de agir ou não agir?

Ser proativo, por outro lado, significa tomar as rédeas e o curso da situação, o que pode te conduzir para a realização, e eventualmente à felicidade.

A proatividade está relacionada com suas escolhas.

A reatividade pode estar relacionada com escolhas de outras pessoas.

Se você quer mudar a sua maneira de agir, entenda que nem sempre é fácil, e convém fazê-lo um degrau de cada vez. Mude a sua maneira de agir, primeiramente em situações mais singulares para então passar para situações mais complexas.

Quando tomamos a iniciativa, temos a maior chance de fazer isso conscientemente.

Quando apenas reagimos, vamos com o movimento dos outros, maior chance de sermos levados pela consciência dos outros, a vontade dos outros.

Escolha ser feliz.

Assuma a sua responsabilidade pela própria vida.

As pessoas se realizam quando conseguem fazer a diferença e dar a sua contribuição, e isso só pode ser empreendido conscientemente e não dominado pela vontade de outras pessoas.

Embora isso pareça lógico, nem sempre é fácil tomar o controle de nossas vidas.

Quando nos sentimos infelizes, podemos atribuir a culpa a outras pessoas e situações, enfim, nos deixamos levar, não foi a escolha que fizemos. Parece confortável, mas é a receita infalível para a infelicidade.

Quando nos acostumamos a não agir e apenas reagir, vamos gradativamente aniquilando a nossa vontade própria. O que fica é uma baixa auto-estima, o desconhecimento de si próprio, a culpa como muleta para justificar a infelicidade.

Conheça a si próprio e decida baseado nos seus valores e princípios.

Reconheça o que é importante para você.

Veja os resultados que espera de cada decisão, e reflita se os resultados são o seu desejo.

Beco

Peça também pelos seus desafetos nas suas orações.

O maior exercício de humildade e desprendimento é pedir pelos seus desafetos nas suas orações. Vai perceber, ao praticar isso, uma leveza no coração, um alimento para a sua paz e felicidade. Isso vai aliviar os seus ressentimentos, que no final é veneno para você mesmo.

Sabemos o quanto é duro pedir o bem, justo para aqueles que nos fizeram mal.

Quanto mais duro sentimos a tarefa no nosso coração, é sinal do quanto é grande a carga negativa que estamos carregando desnecessariamente, e com prejuízo para o nosso bem-estar e nossa felicidade.

Não faça uma oração exclusiva para os seus desafetos.

Comece a oração pedindo pelos seus entes queridos, os amigos do peito e finalmente passe para os desafetos.

Se você começar com os desafetos, vai acabar desistindo.

Deixe o seu coração amolecer um pouco, deixe a camada de gelo derreter, para então, com muito carinho consigo mesmo, orar por quem ainda machuca o seu coração.

Não peça para o seu Deus tirar os defeitos da outra pessoa. É possível que ELE não enxergue essas coisas como defeitos. Peça que ELE ilumine o caminho dessas pessoas, e que elas sejam ajudadas a encontrar o caminho do crescimento, e que eles encontrem a graça de viver em paz.

Mesmo que você não chegue a amá-los como diz o livro sagrado, isso vai amenizar a raiva e o ressentimento dentro de si.

Vai te trazer paz e bem-estar.

É possível que você não queira ver os desafetos, falar com eles, se relacionar, mas a oração é um ato íntimo, e acontece somente entre você e o Deus da sua crença.

É também possível que você não venha mais a encontrar os seus desafetos, e eles não venham sequer a cogitar que você pediu por eles, e ainda assim, a oração vai te fazer bem.

E de quebra, se em alguma oportunidade, você puder, pessoalmente, fazer um bem a eles – faça de coração.

Beco

Não espere que os outros cuidem de você.

É verdade que todos cuidam dos entes queridos, mas não fique esperando e reclamando cuidados pelos outros.Aprenda a cuidar de si.Aprenda a ser gentil e generoso, consigo próprio. Se você não se trata bem e não se valoriza, imagine os outros que não estão na sua pele.Cuidar de si próprio é algo que ninguém pode fazer melhor, e dinheiro no mundo pode comprar.

Uma das melhores coisas que você pode fazer por si mesmo, e dar tempo para si, para refletir, para sentir e perceber os seus sentimentos mais profundos.

Canalizar a sua energia para se revitalizar, para se fortalecer e se nutrir espiritualmente e emocionalmente é também algo fundamental.

Não tenha medo de olhar para o espelho e ver o quando você tem se tratado mal, o quanto você pode parecer decadente. Isso é um bom sinal. Reconhecer que você precisa cuidar melhor de si próprio é meio caminho andado.

Especialmente depois de um dia exaustivo de trabalho, ou depois de uma semana cheia de compromissos, cuide de si próprio.

Deixe os compromissos sociais para dedicar um tempo só para você, como se diz em inglês – me time.

Se dê um carinho.

Mas quando você se imaginar dando uma recompensa, imagine algo necessário, bom para sua saúde e para o seu crescimento, e não coisas supérfluas e desnecessárias. Imagine as recompensas duradouras. Imagine as coisas que podem gerar boas lembranças permanentes.

Sinta a energia vital e a vibração te puxando para fora da tsunami do dia-a-dia.

Viva mais para você mesmo.

Beco

Não se imponha limitações que você não tem.

Não raro, nos colocamos limitações que na verdade não temos.

Não consigo.

Não tenho tempo.

Não tenho essa capacidade.

É como se entrássemos numa partida de basquete com os braços atados.

Se livre das limitações que estão somente na sua cabeça. Se você acha difícil, faça de maneira gradativa. Desafie os seus limites e você vai ver que pode mais do que pensa.

Dizem que todos nós temos crenças auto-limitantes.

Algumas limitações reais, como incapacidades físicas acabam contaminando outras áreas da nossa vida, mais por uma limitação psicológica do que por uma limitação real.

Essas limitações virtuais que impomos sem necessidade, acabam colocando um contorno psicológico que dificilmente cruzamos a não ser após um processo de auto-conhecimento profundo, por vezes com ajuda profissional.

Examine se você está projetando uma carreira realista dentro de sua empresa, ou você já está partindo de uma crença numa limitação que você não tem.

Algumas dessas crenças têm a ver com a percepção de coisas acontecendo, mas muitas dessas crenças não têm qualquer fundamento, não suportam uma análise acurada.

Os medos que nos assombram permanente também impõem sutilmente várias dessas limitações.

Algumas pessoas realizam mais que outras simplesmente porque não carregam limitações auto-impostas – acreditam em si próprias.

Você pode fazer algumas coisas para mudar, se você assim decidir.

 Andrew Leigh escreveu um texto (How to stop being your own worst critic – Como deixar de ser o seu pior crítico) que pode ser baixado na internet. Ele tem um blog – The Creative Instinct.

Escreveu Andrew que você pode (a) perguntar a alguém de confiança para te dizer se você tem talento e capacidade para seguir adiante num projeto. Tenha com essa pessoa que você respeita uma conversa sobre os seus pontos fortes e onde você poderia realizar coisas destacáveis.

(b) formule para si mesmo algumas frases que você vai completar:

-eu sou bom em fazer…..

-eu não sou bom em fazer….

-eu sou…..

-eu não sou…..

-eu nunca vou conseguir….

(c) Desafie cada pensamento expresso nas frases até entender as limitações que você está se auto-impondo.

As limitações podem ser amplas ou específicas.

Amplas – sou um incompetente.

Específicas – não sei fazer isso.

Com esforço e honestidade, podemos ultrapassar os limites virtuais, e colocando o foco nas nossas qualidades e pontos positivos, podemos realizar mais e ser mais feliz.

Beco

Se levante do chão.

Se levante do chão pra não ser tratado como um capacho.

 Melhore sua auto-estima. Cuide de si, dê opinião, mostre os seus dotes, os seus gostos.

Procure seus amigos, não se isole.

Repasse na memória suas realizações.

Afaste essa atitude negativa quando conversa consigo mesmo. Uma das piores coisas quando se está por baixo, e a excessiva auto-crítica, a conversa negativa que fazemos com nós mesmos.

Faça uma lista das coisas boas e ruins da sua vida.

Se concentre por um momento nas coisas boas – aprecie.

Faça uma lista das pessoas com quem você se relaciona, amigos e familiares.

Coloque a sua atenção nas pessoas amigas verdadeiras. Dê graças pelos amigos que tem.

Desafie as suas crenças negativas sobre tudo e sobre todos.

Não busque validação externa em tudo que pensa e faz. Confie na sua opinião, no seu gosto e preferência, confie no seu taco e vá em frente.

Quando estamos por baixo, nos alimentamos mal, nos relacionamos mal e com isso acabamos debilitados, mal acompanhados e mal remunerados.

Como dizíamos de brincadeira – é melhor ser rico e com saúde do que pobre e doente.

A baixa auto-estima funciona também como um imã para coisas ruins.

Andamos na sarjeta porque achamos que não merecemos a calçada.

Se levante do chão, ande de cabeça erguida e construa uma nova imagem de si mesmo.

Do ponto de vista da patologia, a baixa auto-estima e o ego inflado são dois tipos de egocentrismos.

Aquele que se coloca num pedestal, se isola do mundo, se colocando acima de tudo e de todos.

Aquele que faz o contrário, também se isola do mundo, se colocando abaixo de tudo.

É preciso uma vigilância para não ficarmos no chão.

Por vezes tropeçamos e caímos, é inevitável, mas devemos rapidamente, como diz a canção: -levanta, sacode a poeira e dá volta por cima.

Passe adiante.

Beco

Não viva em função dos outros.

Não viva em função dos outros.

Não leve tão a sério o que os outros pensam, querem ou falam.

Não deixe que a opinião dos outros regule a sua vida.

Respeite a sua própria opinião e não viva em função daquilo que os outros esperam que você seja ou faça.

Não seja uma marionete da vontade dos outros.

Não viva em função dos outros.

O que mais me orgulho de ter feito.

Uma das lições mais poderosas que aprendi, foi percorrer a minha memória e recuperar o momento no qual dediquei o melhor de mim.

Vasculhe sua memória e descreva aquilo que você se orgulha mais de ter feito. Você vai ver que este evento não é materialista, ganancioso ou egoísta.

Esse momento escolhido provavelmente tirou o melhor de você.

Normalmente está relacionado com o seu empenho em resolver um problema enorme, o apoio e ajuda a amigos e familiares em situação de dificuldade, ou mesmo uma atitude e ação altruísta e generosa.

Mantenha esse momento e esse evento sempre vivo na memória, e recorra a ele sempre que se sentir enfraquecido e desanimado. Ele é a lembrança de quanto você é forte e de quanto você pode vencer as adversidades.

Já comentei outro dia, de que mostramos o indestrutível em nós justamente quando somos submetidos à destruição.

Quando maior a barreira a transpor, mais força eu tenho que impor. Quanto mais grave o problema, mais talento, empenho e dedicação eu tenho que colocar.

Por esse motivo, devemos sempre nos fortalecer, conversando conosco mesmo lá naquela ocasião, onde o melhor de nós esteve em ação.

Passe adiante.

Beco