Auto-estima Posts

Vença a dúvida.

Vença a dúvida que você tem sobre si mesmo e que limita os seus projetos pessoais.

Reflita sobre o que pensa a seu respeito, desconstrua cada dúvida. Procure as evidências e as certezas e faça com que o resultado seja uma nova imagem de si mesmo.

O nosso caminho é repleto de dificuldades, e não é difícil nos flagrarmos duvidando da nossa capacidade.

Afinal, deixamos de lograr êxito em muitas das nossas empreitadas, e a análise que fazemos sobre os fracassos podem passear por duvidas sobre si mesmo.

Muitas dúvidas, culpas e arrependimentos nos levam à estagnação, e temos que evitar esse estado.

Você não tem que provar nada a ninguém.

Não queira parecer, fazer para os outros, tentar provar alguma coisa aos outros.

Enquanto você concentra a sua atenção nos outros, a sua vida é desperdiçada.

Nos metemos a querer provar que somos competentes, quando deveríamos simplesmente nos empenhar em trabalhar e dar a melhor contribuição. Não precisamos provar nada a ninguém.

Cuide da sua vida, dos seus projetos, e procure fazer melhor a cada dia.

Goste da pessoa que você está se tornando.

É uma busca permanente essa questão do crescimento pessoal.

Vivo refletindo sobre se ver livre dos meus defeitos e desenvolver as virtudes que valorizo, e assim me tornar a pessoa que quero ser.

Me lembrei da citação de Michelangelo que disse que ela não fazia a escultura pois ela já estava lá no bloco de mármore. Ele apenas retirava o material em excesso que não fazia parte da escultura.

Me ocorreu que o crescimento pessoal tem um semelhança.

Nós vamos retirando aquilo que não faz parte do indivíduo que queremos ser.

Mudar a mim mesmo – mudar as outras pessoas.

Mudar a si próprio é de longe mais importante que tentar mudar os outros.

Mas não é raro tentarmos exatamente o contrário.

Quando a realidade não nos agrada, quando o relacionamento não se desdobra conforme nossas expectativas, o nosso primeiro ímpeto é tentar mudar os outros.

Normalmente isso nada tem a ver com a pessoa que queremos mudar. Isso tem mais ver conosco, com o que trazemos de dentro.

Esse comportamento é resultado da nossa prepotência e do nosso perfeccionismo.

Não aceitar as pessoas como são, nos empurra para tentar modificá-las.

Esse velho mecanismo do subconsciente opera, qualquer que seja a situação.

Tem a ver com as nossas crenças, expectativas, memórias, e emoções, que deflagram uma resposta padrão para as nossas decepções e insatisfações.

É difícil mudar esse padrão de comportamento, pois temos que mudar o foco da nossa atenção, dos defeitos dos outros para os nossos próprios defeitos.

Mudar o ímpeto de querer mudar os outros para o empenho em mudar a si próprio.

Mudar não quer dizer se tornar uma pessoa completamente diferente, mas no sentido de aprender, crescer e evoluir.

Mudar a reação que desenvolvemos às situações e às pessoas, deixando de apontar o que os outros devem mudar, para a lição que eu próprio tenho a tirar dessa experiência.

Devemos parar de desenhar um mundo ideal segundo os nossos parâmetros, o que no final se torna um diapasão para julgar tudo e todos.

É bom eliminarmos a necessidade de estarmos sempre certos – e portanto, os outros errados.

É um paradoxo, que uma pessoa tão dona da verdade, e pronta para corrigir o mundo, seja no fundo uma pessoa com baixa auto-estima, com uma necessidade permanente de se firmar, de se valorizar.

Beco

A vida que merecemos.

Sempre achamos que merecemos uma vida melhor.

Onde está o pote de ouro no final do arco-íris?

Onde está a recompensa por ser uma pessoa boa?

Há ainda o oposto, que acontece quando estamos com a auto-estima baixa, achamos que merecemos mesmo é o castigo e o sofrimento – eu mereço.

É algo inconsciente e automático, isso da pessoa se julgar azarada, atraindo coisas ruim e resultados indesejáveis em tudo que faz.

O Happines Institute divulga uma lista de 9 pontos para refletir sobre essa questão de merecer ou não merecer.

1-Não importa o que tenha feito, você é ou pode vir a ser uma boa pessoa.

2-Seu passado não precisa ditar o seu futuro.

3-Sinta-se merecedor e vai aumentar a chance de fazer o bem às pessoas.

4-Sinta-se merecedor e vai viver uma vida plena e saudável.

5-Você vai se preocupar mais com os outros, sentir mais compaixão.

6-Você vai se tornar mais resiliente.

7-Vai resolver os problemas mais efetivamente.

8-Vai contribuir mais para a família, trabalho e sociedade.

9-Não te parece razões suficientes para você refletir mais sobre essa questão do merecimento?

 Diz Brian que deveríamos utilizar a felicidade como medida do sucesso na vida. Quando somos felizes, temos sucesso.

Brian Tracy, no seu blog, enumera algumas boas receitas para se sentir mais merecedor da felicidade.

As pessoas são diferentes – felicidade é como num restaurante sef-service, onde cada um coloca uma combinação de alimentos e quantidades diferentes. Cada um tem uma combinação de fatores que conduzem à felicidade.

Ouça o seu coração – O mix de fatores e sua ponderação no alcance da felicidade mudam com o tempo, e a maneira de saber como está mudando é ouvir o coração.

Seja verdadeiro consigo mesmo – quando ouvimos aquela pequena voz interior, aí estamos sendo verdadeiros consigo mesmo.

Não há limites – quanto mais você sente que merece as coisas boas da vida, mais você passa a apreciar a vida e assim sucessivamente.

Faça da felicidade a sua medida – você deveria fazer da busca pela felicidade a motivo organizador da sua vida, e cada decisão seria então confrontada com a capacidade de te fazer feliz.

Pague o preço – temos que pagar o preço de fazer algumas pequenas coisas de que não gostamos para usufruir de uma felicidade maior no futuro.

Faça o que tem que ser feito – aceite o fato de que você merece a felicidade e que vai atingi-la com o seu esforço – faça da busca da felicidade sua luz guia – esteja disposto a pagar o preço e fazer a sua parte para atingir os objetivos e obter a recompensa.

Beco

O que está te amarrando?

Faça uma lista das principais coisas que estão te amarrando e te impedindo de seguir o seu caminho com desenvoltura.

Trabalhe esses pontos.

Uma reflexão fantástica é de Jonathan Meade apresentada no blog Zen Habits – Move beyond the limits that are holding you back – vá além dos limites que estão te segurando.

 Diz ele que mesmo quando fazemos algo que gostamos, pode existir existir alguma coisa que nos limita de dar o nosso melhor.

Quais são essas coisas que nos limitam?

Temos sempre uma caixa cheia de desculpas para não fazer aquilo que amamos, e damos a essa caixa um ar de legitimidade, explicando racionalmente cada um desses itens.

Na verdade, nenhuma desculpa tem um fundo racional, apenas julgamos que não vai dar certo, ou apenas desprezamos ou menosprezamos.

Meade apresenta um exercício que ele mesmo pratica quando quer sair do platô de estabilidade , uma condição mais de sobrevivência do que de vida.

1)Faça uma lista de todas as coisas que gostaria de fazer, mas que não faz por alguma razão.

2)Para cada item descrito acima, liste as razões e desculpas para não fazer o que gostaria de fazer.

Numa análise super honesta, diga se as razões listadas são realmente obstáculos, são legítimos ou são imaginários.

As limitações, sejam reais ou não, obedecem a um padrão, um paradigma, que te conduz à conclusão de que isto é uma limitação.

É o condicionamento que te faz reagir sempre da mesma maneira diante de um determinado estímulo.

Diz Meade que aquilo que nos mantém nesse loop, nesse círculo vicioso do padrão é algo muito tênue, um fio, e que se desafiado, pode se desfazer.

Veja se essa mesma situação não ocorreu antes contigo, e você ficou preso no mesmo círculo vicioso.

Desafie os círculos viciosos, desafie a legitimidade dessas limitações e desses padrões.

Sobre o mesmo tópico, Linda Pucci, escreve para o blog Selgrowth o seguinte – don’t let emotional clutter block you happines – não deixe o entulho emocional bloquear a sua felicidade.

Não deixe o entulho emocional bloquear o caminho do seu crescimento e da sua felicidade.

Estamos todos acostumados, e é fácil visualizar coisas físicas bloqueando o nosso caminho. As coisas emocionais embora invisíveis, são parecidas com as físicas, e ela as diferencia em três categorias:

1-Emoções negativas de experiências passadas. Às vezes ficamos atadas a emoções negativas muito antigas, do tempo da nossa infância.

2-Crenças formadas a partir de experiências passadas. Formam um sistema de crenças que acaba nos limitando de acreditar em nós mesmos.

3-Dificuldade de estabelecer e manter os limites. Perdemos o respeito das pessoas e em nós mesmo, deixando que os outros nos puxem para dentro dos seus próprios dramas, quando não interferem inadequadamente nas nossas vidas.

Essas barreiras emocionais, baixam a nossa auto-estima, levando-nos a questionar a nossa própria capacidade de sobrepujar tais barreiras.

Você já tem as ferramentas e a capacidade de se livrar dessas barreiras.

Não permita que essas supostas limitações sabotem os seus sonhos.

Beco

Seja amigo íntimo de si mesmo.

O amigo externo é importante, mas o amigo interno é insubstituível.

Mesmo quando estamos felizes, e principalmente quando enfrentamos problemas, sentimos falta de um amigo íntimo para compartilhar tudo isso.

Aprenda a mergulhar no seu íntimo e digerir tudo que se passa consigo. Mas não dispense o amigo externo e nem a ajuda profissional quando a coisa for muito séria – não se isole.

Quando uma pessoa busca a felicidade fora de si, e se vê desapontada, quer a todo custo obter as explicações nesse mundo externo que foi a sua arena – e acaba não encontrando.

Quando uma pessoa busca a felicidade e não encontra – se volta para dentro – faz uma reflexão profunda – arruma a casa e toca em frente – no final acaba encontrando a felicidade autêntica.

Muitas pessoas não cresceram. Mantiveram o mesmo comportamento primitivo de querer ser amado e cuidado, assim como um bebê, uma criança.

O desenvolvimento saudável de qualquer um, implica em ganhar autonomia, assegurar a individualidade, construir um eu interno forte e consciente.

O amigo interno forte vai sempre te colocar pra cima, vai sempre te impulsionar pra frente – vamos lá você consegue – você é capaz.

O amigo interno fraco é como um espelho bizarro, refletindo as coisas de maneira distorcida e amplificada. É o carrasco da ruminação dos problemas.

É muito importante aprender a conviver com os próprios sentimentos, é a linguagem sua com o seu amigo interno.

Às vezes nos descuidamos do nosso amigo interno e o deixamos enfraquecer.

Observe como você cuida do seu melhor amigo externo. Cuide do seu amigo interno da mesma maneira.

Carinho consigo mesmo.

Beco