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O que você fala quando conversa consigo mesma

O que você fala quando conversa consigo mesma

O que você fala quando conversa consigo mesma? Se critica, se condena ou se encoraja? Nós já comentamos aqui que a melhor conselheira para você, é você mesma, e quero voltar a esse assunto para te passar algumas boas recomendações.

Trabalhe a confiança em si mesmo

Desenvolva a confiança em si mesmo. Preste atenção nas suas realizações, pois reconhecendo mesmo as pequenas, melhora a sua autoestima.

Trabalhe a confiança que você tem em si mesmo, na sua capacidade de produzir, realizar e resolver problemas.

A autoconfiança é construída passo a passo, e não despreze cada um deles.

É uma bola de neve, quanto mais realizamos, mais confiamos em nós mesmos.

Você não tem que provar nada a ninguém.

Não queira parecer, fazer para os outros, tentar provar alguma coisa aos outros.

Enquanto você concentra a sua atenção nos outros, a sua vida é desperdiçada.

Nos metemos a querer provar que somos competentes, quando deveríamos simplesmente nos empenhar em trabalhar e dar a melhor contribuição. Não precisamos provar nada a ninguém.

Cuide da sua vida, dos seus projetos, e procure fazer melhor a cada dia.

O que está te amarrando?

Faça uma lista das principais coisas que estão te amarrando e te impedindo de seguir o seu caminho com desenvoltura.

Trabalhe esses pontos.

Uma reflexão fantástica é de Jonathan Meade apresentada no blog Zen Habits – Move beyond the limits that are holding you back – vá além dos limites que estão te segurando.

 Diz ele que mesmo quando fazemos algo que gostamos, pode existir existir alguma coisa que nos limita de dar o nosso melhor.

Quais são essas coisas que nos limitam?

Temos sempre uma caixa cheia de desculpas para não fazer aquilo que amamos, e damos a essa caixa um ar de legitimidade, explicando racionalmente cada um desses itens.

Na verdade, nenhuma desculpa tem um fundo racional, apenas julgamos que não vai dar certo, ou apenas desprezamos ou menosprezamos.

Meade apresenta um exercício que ele mesmo pratica quando quer sair do platô de estabilidade , uma condição mais de sobrevivência do que de vida.

1)Faça uma lista de todas as coisas que gostaria de fazer, mas que não faz por alguma razão.

2)Para cada item descrito acima, liste as razões e desculpas para não fazer o que gostaria de fazer.

Numa análise super honesta, diga se as razões listadas são realmente obstáculos, são legítimos ou são imaginários.

As limitações, sejam reais ou não, obedecem a um padrão, um paradigma, que te conduz à conclusão de que isto é uma limitação.

É o condicionamento que te faz reagir sempre da mesma maneira diante de um determinado estímulo.

Diz Meade que aquilo que nos mantém nesse loop, nesse círculo vicioso do padrão é algo muito tênue, um fio, e que se desafiado, pode se desfazer.

Veja se essa mesma situação não ocorreu antes contigo, e você ficou preso no mesmo círculo vicioso.

Desafie os círculos viciosos, desafie a legitimidade dessas limitações e desses padrões.

Sobre o mesmo tópico, Linda Pucci, escreve para o blog Selgrowth o seguinte – don’t let emotional clutter block you happines – não deixe o entulho emocional bloquear a sua felicidade.

Não deixe o entulho emocional bloquear o caminho do seu crescimento e da sua felicidade.

Estamos todos acostumados, e é fácil visualizar coisas físicas bloqueando o nosso caminho. As coisas emocionais embora invisíveis, são parecidas com as físicas, e ela as diferencia em três categorias:

1-Emoções negativas de experiências passadas. Às vezes ficamos atadas a emoções negativas muito antigas, do tempo da nossa infância.

2-Crenças formadas a partir de experiências passadas. Formam um sistema de crenças que acaba nos limitando de acreditar em nós mesmos.

3-Dificuldade de estabelecer e manter os limites. Perdemos o respeito das pessoas e em nós mesmo, deixando que os outros nos puxem para dentro dos seus próprios dramas, quando não interferem inadequadamente nas nossas vidas.

Essas barreiras emocionais, baixam a nossa auto-estima, levando-nos a questionar a nossa própria capacidade de sobrepujar tais barreiras.

Você já tem as ferramentas e a capacidade de se livrar dessas barreiras.

Não permita que essas supostas limitações sabotem os seus sonhos.

Beco

O estoque de confiança.

Quando você consegue realizar alguma coisa, isso aumenta a confiança em si próprio. Você agrega então um item no seu estoque de confiança.

O mesmo acontece em relação aos outros. Quando as pessoas confirmam a expectativa positiva que você tinha em relação a elas, você passa a confiar mais e assim, outro item se incorpora ao seu estoque de confiança.

E quando as coisas se resolvem e as soluções aparecem, a confiança que você tem de que uma Força Superior está no controle vai contribuir para que o seu estoque de confiança cresça.

Aprenda a gerenciar esse estoque de confiança.

É bom confiar nos outros.

É bom confiar em si próprio.

Confie em uma Força que está acima de tudo.

As pessoas confiantes são aquelas que têm um estoque de confiança farto, não apenas em si próprio, mas em tudo que a cerca.

As sociedades e instituições que desenvolveram um estoque de confiança são também mais evoluídas.

Pessoas confiam em pessoas e portanto fazem negócios.

Pessoas confiam em instituições e portanto estabelecem relações sólidas.

Pessoas confiam em políticos e governantes e portanto se empenham para fazer um país melhor.

Perceba, desenvolva, usufrua.

Beco