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Assuma a responsabilidade sobre o que acontece contigo.

Não fique culpando tudo e todos pelas coisas que acontecem contigo.

Isso demonstra apenas que você é um fantoche dos outros e das outras coisas.

Assuma a sua responsabilidade e assuma o controle de sua vida.

Fácil dizer, mas é uma tarefa árdua de todos os dias.

Algumas recomendações que acredito funcionam:

1-Culpas e desculpas são os maiores inimigos da retomada do controle sobre sua vida. Ao ficarmos responsabilizando tudo e todos pelos nossos fracassos, não vamos a lugar nenhum, simplesmente porque não temos condição de tomar decisões e fazer escolhas.

2-A sua vida é sua responsabilidade e de mais ninguém. As escolhas são suas, e no final, as decisões você é quem tem que tomar.

3-Ouça a sua voz, quando você fala. Entre no íntimo da conversa e entenda o que está em jogo, as posições, vontades e percepções – entenda a sua vontade.

4-Entre em contato íntimo com seus valores, o que você acredita. O que é importante para você. O que você precisa para se sentir bem. Quais valores são para você inalienáveis.

5-Entenda o que te move, a sua motivação verdadeira e não aquela manuseada por terceiros.

6-Defina seus objetivos e seus planos.

7-Entenda o tempo de cada coisa e as coisas que precisam ser feitas.

8-Crie uma auto-disciplina para cuidar da sua vida. Não fique à deriva.

Passe adiante.

Beco

A pessoa mais feliz do mundo não tem aquilo tudo que imaginamos.

As pessoas felizes são aqueles que estão sempre contentes e agradecidas com o que tem.

Muitas vezes imaginamos que as pessoas são felizes por terem um carro caro, uma casa na praia ou um emprego ultra bem remunerado. No entanto, temos sempre notícias de pessoas infelizes a despeito de toda essa fartura material.

Por outro lado, vemos pessoas pouco aquinhoadas, e até bastante desprovidas materialmente e felizes com a vida que têm. É porque tiram o máximo daquilo que tem. Não perdem tempo resmungando sobre aquilo que não está ao seu alcance, e dedicam toda sua atenção apreciando e agradecendo pelo que tem.

Muitas vezes, conseguir o que se quer não tem relação com o tamanho da sua renda, mas com a sua atitude com a vida.

Você pode mudar a maneira com que pensa sobre finanças, dinheiro, renda, gastos e posses.

Gastar aquilo que não tem, querer o que não está ao seu alcance, querer se igualar ou ultrapassar o status de outras pessoas, são receitas infalíveis para a infelicidade.

Querer é algo inerente ao ser humano – já sabemos.

Querer nos move para um ponto além de onde estamos hoje.

Importante: não deixe que o querer dos outros domine o seu.

Os anúncios de televisão, a onda e a moda, o movimento consumista dos outros – tudo isso é contaminação que atinge a sua própria e genuína vontade.

Olhe cuidadosamente para o que você já tem.

Preste atenção e verá que está adquirindo o que já tem. Que desperdício.

Deixe um pouco de lado o mundo frugal.

O apetite empresarial luta diariamente para tornar as frugalidades mais acessíveis e ao alcance da sua mão.

Se afaste – se proteja – e seja feliz com o que tem.

Beco

Não se coloque acima daquele te fala.

A superioridade bloqueia qualquer mensagem que você possa estar recebendo, quando menos, distorce o seu conteúdo.

Não se coloque num patamar acima daquele que está falando, isso vai dificultar enormemente você ouvir e entender a mensagem.

É uma questão de atitude não encarar a sua relação com os outros como quem está numa escada. Olhando as pessoas de cima e de baixo.

Relembro uma postagem anterior sobre o mesmo foco.

Quando nos colocamos acima das pessoas, perdemos a capacidade de ouvir, perdemos a capacidade de aprender com as pessoas que colocamos abaixo.

Isso é um desperdício. Para alguém disposto a aprender, qualquer um pode ser o seu professor.

Converse de igual para igual, admita que não entendeu, que não sabia, que quer aprender mais.

Tenha uma atitude construtiva, deixe a outra pessoa falar até o final, não fique interrompendo.

Cuidado com a comunicação não verbal. Às vezes, a sua postura já denota que você subiu um degrau. Seja receptivo.

Não fique julgando o que acabou de ouvir, como se fosse o dono da verdade.

Ah! Isso eu já sabia.

Quem precisa saber disso.

Não seja preconceituoso ao dar o feedback.

Se concentre em ouvir o que está sendo dito.

Seja rápido para ouvir e lento para falar.

Seja sincero e evite a piada inadequada.

Não seja sarcástico, e aja como quem quer saber mais.

Nós aprendemos com os outros.

Passe adiante.

Beco

Receba o rancor com suavidade.

Não podemos evitar que as pessoas, às vezes, nos tratem de maneira rancorosa.

Não temos controle sobre as outras pessoas.

Receba o rancor com suavidade, e isso será a sua melhor proteção para que o rancor não te pegue e não afete a sua paz de espírito.

O comportamento das pessoas é algo muito complexo, e difícil compreender as reações das pessoas.

Inútil racionalizar e inadequado reagir.

 A melhor coisa a fazer é tentar se colocar no lugar da outra pessoa. Simplesmente imagine uma razão para tal explosão rancorosa.

Podemos listar um número enorme de razões: uma doença grave, uma perda irreparável, uma noite mal dormida, uma relação rompida, dificuldade financeira ou mesmo perda do emprego.

Aceitar e deixar passar não quer dizer se servir de capacho, mas simplesmente não deixar que o mal reflita em você.

Não devolva o tratamento, pois pode funcionar contra você.

O melhor é deixar quieto.

Não tente alongar o momento de relação rancorosa, não discuta e não revide.

Não leve pelo lado pessoal. Muitas vezes não tem nada a ver contigo.

Se ainda assim você julgar importante esclarecer e deixar em pratos limpos, deixe passar o momento de tensão e volte ao assunto com tranqüilidade.

Depois de passados alguns dias, pode ser que você mesmo não dê mais importância ao incidente.

Beco

Pratique a reciprocidade.

A reciprocidade, quando se torna um hábito incorporado à nossa maneira de ser, é um conforto.

A recomendação dessa prática, não se aplica para o lado negativo.

Não vale o olho por olho o dente por dente, e isso remete para uma postagem antiga sobre o –bateu levou.

Não vale pagar na mesma moeda.

Pratique nas coisas positivas, devolver um favor, um agrado, um carinho, um elogio.

Como bem aponta Jonathan Haidt no livro – Uma vida que vale a pena – a reciprocidade é um instinto profundo, uma moeda básica da vida social.

A reciprocidade positiva conduz a relacionamentos de cooperação.

A reciprocidade positiva conduz ao ganha-ganha, vou retribuir um favor que ele me prestou.

A reciprocidade negativa conduz ao perde-perde, vou dar-lhe uma fechada igual a que ele me deu lá atrás.

A reciprocidade negativa reforça outros comportamentos negativos, como o de fazer fofoca. Quem recebe uma fofoca quente se sente pressionado a retribuir com outra fofoca.

É importante se concentrar na reciprocidade positiva, construindo relacionamentos sólidos.

Mesmo quando praticado com pessoas estranhas, a reciprocidade promove um clima de cooperação e harmonia.

Esse instinto é tão natural ao homem, que é cultuado nas mais diversas culturas e religiões.

Dentre os mecanismos de influência, a reciprocidade é um longo capítulo, como ensina o professor americano Robert Cialdini no livro – Influence.

Mas aqui estamos falando da reciprocidade descompromissada, desinteressada e espiritual.

É retribuir um favor ou ajuda sem medir exatamente o tamanho da ação.

Quando praticada sem sequer pensar o que está ganhando ou perdendo, a reciprocidade é, com diz Jonathan Haidt, um tônico para os relacionamentos.

Usado adequadamente, fortalece, prolonga e rejuvenesce os laços sociais.

Passe adiante.

Beco

Comece o dia leve.

Não carregue peso desnecessário para a sua jornada de hoje.

Se imagine saindo para uma caminhada. Não precisa levar tanta coisa que não vai precisar.

A preocupação, o medo do que pode acontecer, o ressentimento. Deixe tudo de lado, se desligue dessas coisas e comece o dia leve.

Às vezes começamos o dia já nos preocupando com coisas que não estão na agenda de hoje.

Viva um dia de cada vez. Você não precisa fazer tudo hoje.

Como já comentei aqui, amanhã você será brindado com outras 24 horas novinhas em folha.

A preocupação excessiva com o futuro não vão te deixar mais preparado para os problemas que você imagina virão, além do que, isso vai te impedir de desfrutar as coisas boas que acontecem hoje, agora.

É bastante provável que toda essa catástrofe que você imagina para o seu futuro não se realize nem na menor parcela.

Come o dia leve.

Eu faço costumeiramente uma leitura espiritual e me sintonizo com o canal da serenidade e da paz, mesmo antes que qualquer atividade produtiva.

Faça você uma experiência semelhante, e procure manter o espírito sereno o maior tempo possível, a despeito da coisa pegar fogo no trabalho ou nas atividades corriqueiras.

Você vai sentir como se um peso enorme das costas fosse tirado repentinamente.

Com o tempo você vai se acostumar com essa sensação fantástica.

Insista.

Beco

Não deixe botarem lixo na sua mochila.

Impressionante como deixamos que botem lixo na nossa mochila.

Estamos sempre nos preocupando com problemas que não nos dizem respeito, reagindo de maneira desproporcional a coisas que não tem grande importância.

Se continuarmos carregando um fardo de entulho que não são nossos e não vão nos ajudar em nada na caminhada da vida, podemos não chegar onde queremos chegar além de estarmos sempre esgotados com tanto peso.

David J. Pollay, aborda isso com muita desenvoltura no seu livro:The Law of the Garbage Truck – a lei do caminhão de lixo.

Diz ele, que aprendeu a lição que ensina no livro de um motorista de taxi em Nova Iorque, que reagia com serenidade e cortesia às agressões diárias no transito frenético daquela metrópole.

Dizia o sábio motorista, que muitas pessoas são como caminhão de lixo. Aceitando todo tipo de agressão, reagindo e revidando e com isso permitindo que essa carga negativa se acumulasse no seu caminhão.

Se você levar a sério, você está deixando que o lixo se acumule na sua caçamba. Se você sorrir e deixar passar, o lixo não vai se somar à sua carga.

David assumiu que a sua missão é divulgar essa mensagem, o que faz no seu website:

O autor também posta coisas interessantes no seu blog:

Resumindo, não deixe que outros controlem sua vida especialmente enfiando lixo na sua mochila.

Você pode não estar em condição de lidar com a situação completamente, mas a decisão de deixar o lixo ir para suas costas é sua.

A reação às situações está sob seu controle. Trabalhe isso.

O tempo que essa irritação fica na sua cabeça é decisão sua. Aprenda a lidar com a raiva – deixe passar.

Não guarde rancor.

Como já comentei em postagem anterior , evite as fofocas – não receba – não passe adiante.

Finalmente, não se esqueça da pergunta mágica: “até que ponto isso é importante?”

Passe adiante.

Beco