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Faça a diferença

Faça a diferença em tudo que faz. Seja você o impulso para mudar as coisas para melhor. Seja positivo e encare os desafios de cabeça erguida.

Quando as coisas ficam difíceis é justamente quando uma atitude positiva faz a diferença.

Seja disciplinado e perseverante e mantenha uma constância de propósito. Não se disperse e nem perca de vista a sua responsabilidade e seus objetivos.

Não é porque as condições se mostram difíceis que você deve adotar uma postura negativa e entreguista.

Escolha enfrentar as dificuldades com otimismo, acreditando em si mesmo.

Ao seu alcance

Coloque os seus objetivos ao seu alcance, e conjugue suas ações e iniciativas voltadas para tais objetivos.

Quando imaginamos os objetivos ao nosso alcance, não significa que vamos atingir, pois podemos agir no sentido contrário, ações equivocadas, falta de empenho e dedicação.

Quando colocamos as metas fora do nosso alcance, nos desanimamos de cara, e acabamos não atingindo nem mesmo os pontos intermediários, no fim, é a receita para a estagnação.

Temos que manter o senso de maestria, sentir que estamos realizando, que estamos chegando a algum lugar.

Os frutos de nossas ações.

Somos responsáveis por tudo que fazemos, e as nossas ações têm consequências, para o bem e para o mal.

Temos que pensar seriamente nos frutos de nossas ações antes de executá-las.

Nenhuma ação é totalmente inócua, ela produz resultados e temos que assumir a responsabilidade.

Quem pensa que levar a vida em piloto automático, levado pelas circunstâncias não implica em consequências, está equivocado, pois mesmo a falta de ação é uma decisão que pode causar mal a outra pessoa.

Foco no positivo pode não ser o bastante.

Quando as coisas não dão certo, temos que focar os pontos positivos, não desanimar, mas isso pode não ser o bastante.

Temos que lutar diligentemente para reduzir os pontos negativos. Temos que trabalhar para aumentar os pontos positivos. E há uns tantos pontos que precisam ser transformados, pois não são nem positivos nem negativos na essência.

O pensamento positivo pode ajudar, e acredito que a mente fica mesmo sintonizada para o bem, mas é preciso eliminar as coisas que nos incomoda, fazer a nossa parte, partir para a ação, atacando aqueles pontos que estão em evidência, estão na nossa cara.

Todo mundo já enfrentou situações semelhantes, por exemplo, se dar conta que o endividamento está nos afogando. Não há muito o que pensar, é cortar gastos drasticamente, renegociar as dívidas, se desfazer de algumas coisas, fazer caixa e sair da crise.

Acostumado a culpar os outros.

Tenho que abandonar esse vício, essa mania de culpar os outros.

O maior responsável pela vida que levo, sou eu mesmo.

Ao assumir a minha responsabilidade, vou deixar que essa pessoa que sou eu, desabroche.

Quero alçar novos voos e realizar grandes projetos, mas não vou conseguir enquanto ficar preso aos eventos antigos, fracassos do passado, e a culpa que me ata a cada um deles.

A culpa é um sinal de prepotência, seja me culpando ou culpando os outros.

E o dever de casa? Já fez?

Quando garotos de colégio, aprendemos a duras penas que se não fizermos o dever de casa, não vamos aprender a lição e não vamos passar de ano.

Adultos, às vezes nos esquecemos de fazer o dever de casa.

Queremos que coisas fantásticas aconteçam conosco e não fazemos a nossa parte.

Há um ditado árabe que diz: na tempestade, reze para Alá e amarre os camelos.

Decisão.

Tomar uma decisão difícil é sempre uma tarefa que nos convida à postergação e ao adiamento.

Sem nos darmos conta, e para fugirmos do fim com horror, fazemos um horror sem fim.

Não devemos adiar as decisões difíceis.

As decisões difíceis sempre envolvem perder alguma coisa e por isso temos uma tendência a adiar a decisão, o que pode tornar a situação mais crítica.

Uma boa recomendação é construir uma tabela simples, listando tudo que vai mudar com a nossa decisão, nas várias alternativas.

Colocar um sinal de positivo e negativo em cada item que vai mudar.

A partir daí, analisar as alternativas com todos os (+) e (-).

Pode ser mais fácil analisar com os pros e contras de cada alternativa.

Uma vez selecionada uma alternativa, e que vai ser a sua decisão, analise cada item que levou o sinal positivo e trace um plano de ação para reduzir o impacto negativo.

Experimente com uma decisão difícil e sucessivamente, a prática vai levar a uma experiência mais tranqüila.

As pessoas mais jovens, e eu tenho isso pela minha experiência quando jovem, gosta de ouvir as pessoas mais velhas e experientes. Isso funciona.

Vale à pena fazer uma porção de perguntas a si mesmo, relacionadas com a decisão em questão.

Quando ficamos amedrontados com algum impacto negativo, corremos o risco de fechar os olhos para vários aspectos relacionados com a decisão.

Quando fazemos as perguntas, assim como num brainstorming, as questões relevantes acabam aparecendo.

Faça uma relação dos próximos passos a tomar depois da decisão. Isso evita o imobilismo.

Faça uma relação dos desdobramentos da decisão. Isso evita surpresas desagradáveis.

Não estamos sozinhos nas decisões.

Peça para que a luz seja lançada sobre os caminhos.

Busque a ajuda dos amigos.

Assuma a responsabilidade, e seja feliz.

Beco