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Meus erros, meus professores

Tenho que me esforçar para aprender com meus erros, do contrário vou ser obrigado a repeti-los. Assim como na escola, quando repetimos de ano e somos obrigados a repassar as mesmas lições. Os erros representam os nossos professores que nos procurarão insistentemente até que aprendamos o que está sendo ensinado.

Detesto cometer os mesmos erros, e para isso, tenho que aprender, não só a identificá-los e reconhecê-los, mas a aprender a lição que neles vêm embutidos.

Qualidade nas interações.

Prime por conexões humanas cheias de qualidade, carregadas de energia positiva.

Não deixe o rancor, os ressentimentos a inveja e tantos outros sentimentos negativos povoarem as suas conexões com as pessoas. Não coloque veneno, não ofenda nem provoque reações que você mesmo não vai apreciar.

Plante exatamente o que quer colher. Se você quer simpatia, seja simpático. Se você quer ser bem tratado, trate bem os outros.

Experimente algumas receitas que dão resultado.

Toda vez que passar pelo caixa do supermercado, dê um sorriso autêntico, do fundo do coração, e faça um comentário positivo, elogie e seja agradável.

Não queira ser melhor que o outro.

Evite as comparações e procure realizar os seus projetos por você mesmo.

Realize aquilo que está no seu coração, e não na ambição e projetos de outrem.

Evite ser comandado pela inveja e comparações indesejáveis.

Temos sim, uma tendência a olhar o gramado do vizinho e acha-lo mais verde.

Diz Leo Babauta que uma das razões para não estarmos satisfeitos consigo próprio, é a comparação que fazemos com os outros.

O mundo em desordem.

Não raro olhamos o mundo em desordem, criticamos as mínimas coisas que não se encaixam no nosso conceito de perfeição.

O mundo não precisa ser colocado em ordem, parafraseando o famoso escritor Henry Miller, pois o mundo é a própria materialização da ordem.

É muita prepotência de nossa parte achar que sabemos como o mundo deve caminhar e a maneira como as pessoas devem conduzir suas vidas.

Aquilo que não compreendemos, devemos aceitar que alguma compreensão virá com o tempo, e pode não vir nunca. Nem mesmo assim, devemos achar que o nosso julgamento do que é certo e errado deve prevalecer.

Eu não sou tudo isso.

Não posso me esquecer disso todos os dias.

Não sei tudo, não sou o dono da verdade e nem tenho tanto poder assim.

Tenho que dar um basta à minha prepotência.

Tenho que parar com a mania de ter sempre algo a acrescentar, algo para opinar, simplesmente falar quando deveria me calar e ouvir.

Não corrija os outros.

Evite corrigir os outros, especialmente na frente de outros.

Não somos professores e nem somos aqueles sabichões que temos sempre algo para corrigir nos outros.

Isso vem sempre da prepotência, de achar que somos como ajudantes de Deus e devemos cuidar para todos sejam perfeitos.

Vem da prepotência de achar que nós sabemos o que é certo e portanto, temos o dever de consertar os outros.

Abster-se de criticar.

Parece um ímpeto natural sair criticando os outros.

O estranho que isso não dá prazer, mas parece que muita gente encontra alguma satisfação em se comportar-se dessa maneira.

Sem querer criticar, falando exatamente do hábito nocivo de criticar os outros, falo do meu próprio caminho na direção do aprendizado nessa questão.