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Pare de julgar a todos como se fosse o juiz mundo

Pare de julgar a todos como se fosse o juiz mundo

Uma das cargas negativas mais pesadas que carregamos, tem a ver com o julgamento que fazemos constantemente das outras pessoas.

Não somos nós que ditamos as regras de comportamento das outras pessoas.

A maneira como cada um se veste, fala ou age é da conta de cada um.

Assim como não ditamos as regras, não podemos dar de uma de juiz, e dizer o que está certo e o que está errado.

Quando não temos mais ninguém para por a culpa

Quando não temos mais ninguém para por a culpa

Muita coisa acontece contrária às nossas expectativas. Fazemos tudo certo, mas é inevitável experimentar alguma decepção. Quando isso acontece, culpamos e nos culpamos, o que merece alguma reflexão.

Quando não encontramos ninguém para por a culpa é sinal de que nos livramos da prepotência.

Isso é um bom sinal, pois deixamos a amargura de conviver com a nossa culpa e a dos outros.

Não julgar

Não julgar

Evite sair julgando as pessoas de pronto, como se fosse o comandante do júri.

Aceite as pessoas, sem querer mudá-las. Evite julgar as situações, condenando imediatamente tudo que te cerca, como se o mundo estivesse perdido. Não confie nas notícias, pois as emissoras confiam na nossa propensão natural de se fixar no drama e na desgraça alheia.

Quando enveredamos pelo julgamento indiscriminado das pessoas, certamente nos fixamos naquilo que não gostamos e acreditamos serem defeitos. Com isso, perdemos a chance de apreciar as qualidades dos outros.

As pessoas numa escada

As pessoas numa escada

Não olhe para as pessoas como quem está numa escada.

Não encare a vida como uma escada onde você encontra pessoas abaixo e se compadece, e outras, você encontra acima de você e então as inveja.

Se coloque no mesmo plano das pessoas, e olhe para elas de igual para igual.

Exercite a empatia. Se coloque no lugar do outro para melhor entender o comportamento de cada um, suas necessidades, suas ansiedades e dificuldades.

Exercite a compaixão. Sinta você mesmo a dor do outro e queira que a dor cesse. Você pode não fazer nada, mas esse sentimento valioso vai provocar uma transformação na maneira como você vê as outras pessoas.

Tentando controlar os outros

Tentando controlar os outros

Temos um péssimo hábito de querer controlar os outros, impor as nossas vontades e pensamentos, e isso trabalha contra a nossa felicidade.

Preste atenção se você não está tentando controlar as pessoas, e com isso, descuidando da própria vida.

Você repete o seu argumento mais alto quando a pessoa não concorda?

Você repete o seu argumento inúmeras vezes?

Você fica satisfeito somente quando a pessoa concorda com os seus argumentos?

Você insiste incessantemente quando a sua alternativa não foi a escolhida? – isso vale para a escolha do filme a assistir, do restaurante para o jantar, para o roteiro de férias.

Uma perspectiva particular

Uma perspectiva particular

Cada pessoa enxerga a realidade de uma perspectiva particular, e você não deve esperar ou exigir que outros vejam as coisas como você vê. Tampouco espere que as pessoas gostem das coisas como você.

Cada um enxerga e valoriza as coisas à sua maneira. Querer que todos sejam iguais a você é um expectativa completamente inadequada, e fonte de stress interminável.

A primeira experiência conflitante é em casa mesmo, com a esposa, marido, filhos. Temos essa mania ingrata de querer enquadrar todo mundo, e essa prática é exercitada todos os dias em casa.

Deixe ir a culpa

Deixe ir a culpa

Livre-se da culpa para viver em paz, e deixe ir essa carga enorme de infelicidade que te atinge quando se sente culpado ou sai culpando os outros.

No fundo, isso tem a ver com a prepotência. Quando nos culpamos, é porque não entendemos como nós – perfeitos que somos – cometemos tal erro.

Quando culpamos os outros, a lógica é invertida. Se fosse comigo – perfeito que sou – não teria cometido tamanha asneira.

Subconscientemente, acreditamos que a culpa e a prepotência funcionam como elementos de proteção, mas a nossa própria experiência tem demonstrado que o final costuma ser desastroso.