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Conhecer, admitir e corrigir.

É o que devo fazer com os meus defeitos.

Conhecer ou reconhecer é o primeiro passo.

Admitir que é você o único responsável pelos seus defeitos é o segundo passo, e o mais importante, pois isso abre as portas para o aprimoramento.

Corrigir é a última etapa, tirar lição de cada coisa, de cada situação.

Parece um roteiro elementar, mas muito difícil de aplicar em vários casos.

O autoconhecimento é um desafio.

O autoconhecimento é um grande desafio. Já tratei deste assunto recentemente, mas ao ler a postagem de Gretchen Rubin sobre o tema, não resisti voltar ao tema, citando a postagem da autora.

O autoconhecimento é um grande desafio, como diz Gretchen. Nada parece tão fácil e obvio e ao mesmo tempo tão difícil.

As mentiras que contamos e a inveja que sentimos contam muito de nós.

O mestre espiritual que escolhemos conta muito de nós. Cita ela que a escolha dela recaiu sobre Sta Therese of Lisieux, que aqui conhecemos como Santa Terezinha.

O que não gosto nos outros.

Eu identifico nos outros o que não gosto em mim mesmo.

Isto serve para alguma coisa.

Toda vez que isso acontecer, faça como se estivesse olhando no espelho e enxergando onde você deve melhorar.

Isso se passa porque é sempre mais fácil olhar para fora que para dentro.

É sempre mais fácil enxergar os defeitos dos outros.

Reconheça seus erros.

Reconhecer os próprios erros nos libera para sermos humanos.

Nos libera também da obsessão de querer ser Deus.

Cada erro e cada falha traz uma lição que você deve reconhecer.

Reconheça que você não é infalível, e só isso já representa um crescimento pessoal.

Coloque o foco no seu crescimento.

Deixe de lado o crescimento dos outros.

Pare de tentar corrigir os outros.

Coloque o foco no seu próprio crescimento.

Se imagine construindo uma escada. Mantenha o foco no degrau, e logo terá avançado bastante na escada toda.

O trabalho todo que temos que fazer, é interno.

Muita gente acha que o trabalho todo é no relacionamento com outras pessoas. É claro que isso é importante, mas temos que trabalhar o que há para ser trabalhado dentro de nós.

Trabalhe o seu modo de pensar, trabalhe sua atitude, seus hábitos e comportamentos.

Pense positivamente. Olhe o lado bom da vida, se concentre naquilo que lhe dá prazer e contentamento. Aprecie cada momento.

Não saia rapidamente julgando os outros.

Trabalhe bem a questão da culpa. Não se culpe e não culpe os outros.

Se concentre em si próprio.

Quando olhamos para os outros bem sucedidos e vem a inveja.

Quando olhamos para os que fracassam e vem logo o julgamento.

Quando olhamos para os nossos fracassos e saímos culpando os outros.

É sinal claro de que não estamos focados no nosso próprio crescimento.

Não adianta olhar para o crescimento da árvore do vizinho com esse modo de pensar, se a nossa árvore não é regada, não é adubada e não é podada com carinho.

Faça uma lista daquilo que quer ver melhorado em si mesmo, e comece já.

Comece pelas coisas mais simples e tenha em conta que é uma jornada para a vida toda.

Alguns avanços impulsionam outras iniciativas.

Alguns defeitos que havíamos corrigido, acabam voltando e para isso há que se ter uma vigilância para não recairmos nos mesmos defeitos.

E na maioria das coisas, um avanço te anima para seguir melhorando.

As coisas mais simples te animam para as coisas mais complicadas.

Beco

Mudar a mim mesmo – mudar as outras pessoas.

Mudar a si próprio é de longe mais importante que tentar mudar os outros.

Mas não é raro tentarmos exatamente o contrário.

Quando a realidade não nos agrada, quando o relacionamento não se desdobra conforme nossas expectativas, o nosso primeiro ímpeto é tentar mudar os outros.

Normalmente isso nada tem a ver com a pessoa que queremos mudar. Isso tem mais ver conosco, com o que trazemos de dentro.

Esse comportamento é resultado da nossa prepotência e do nosso perfeccionismo.

Não aceitar as pessoas como são, nos empurra para tentar modificá-las.

Esse velho mecanismo do subconsciente opera, qualquer que seja a situação.

Tem a ver com as nossas crenças, expectativas, memórias, e emoções, que deflagram uma resposta padrão para as nossas decepções e insatisfações.

É difícil mudar esse padrão de comportamento, pois temos que mudar o foco da nossa atenção, dos defeitos dos outros para os nossos próprios defeitos.

Mudar o ímpeto de querer mudar os outros para o empenho em mudar a si próprio.

Mudar não quer dizer se tornar uma pessoa completamente diferente, mas no sentido de aprender, crescer e evoluir.

Mudar a reação que desenvolvemos às situações e às pessoas, deixando de apontar o que os outros devem mudar, para a lição que eu próprio tenho a tirar dessa experiência.

Devemos parar de desenhar um mundo ideal segundo os nossos parâmetros, o que no final se torna um diapasão para julgar tudo e todos.

É bom eliminarmos a necessidade de estarmos sempre certos – e portanto, os outros errados.

É um paradoxo, que uma pessoa tão dona da verdade, e pronta para corrigir o mundo, seja no fundo uma pessoa com baixa auto-estima, com uma necessidade permanente de se firmar, de se valorizar.

Beco