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Quando não temos mais ninguém para por a culpa

Quando não temos mais ninguém para por a culpa

Muita coisa acontece contrária às nossas expectativas. Fazemos tudo certo, mas é inevitável experimentar alguma decepção. Quando isso acontece, culpamos e nos culpamos, o que merece alguma reflexão.

Quando não encontramos ninguém para por a culpa é sinal de que nos livramos da prepotência.

Isso é um bom sinal, pois deixamos a amargura de conviver com a nossa culpa e a dos outros.

6 pontos a considerar para você aprender com os erros

6 pontos a considerar para você aprender com os erros

Temos que aprender com nossos erros ou estaremos condenados a repeti-los indefinidamente.

Quando estiver errado, admita. Você vai se sentir aliviado.

Quando admitimos que estávamos errados, estamos aprendendo com os erros. Quando insistimos no erro, fechamos as portas para tal aprendizagem.

O receio de admitir o erro pode estar no medo de perder o respeito e admiração, mas é exatamente o contrário.

Aprenda a falhar.

Aprenda a falhar. Como sempre digo – erramos para não errar. Quem não aprende a falhar, falha em aprender.

Quando não aprendemos com as nossas quedas, corremos o risco de repetir a queda no mesmo lugar.

Erros e falhas são palavras que detestamos articular, mas temos que aceitar as falhas simplesmente como eventos que produziram resultados diferentes daqueles planejados, e nem sempre representa uma catástrofe em nossas vidas.

Aceite os erros sem se culpar, afinal, cometer erros não te faz uma pessoa errada. Simplesmente porque você é capaz de aprender com os erros e não repeti-los no futuro.

Não fique amedrontado com a possibilidade de falhar, pois isso pode te imobilizar.

Não há garantia de que vai dar certo.

Nem tudo é garantido, e não sabemos se aquilo que estamos fazendo vai dar certo.

Mas a imprevisibilidade é o que nos faz fortes, lidando com situações inesperadas.

É claro que temos que planejar e prever o máximo de contingências, mas não dá para cobrir tudo, e a vida é pródiga dessa maneira.

Se examinarmos o nosso passado, somos capazes de identificar inúmeras situações onde as nossas expectativas foram frustradas.

Tenho que achar o culpado.

Quando coisas erradas acontecem, penso logo, tenho que achar o culpado. Muita coisa acontece contrariando as nossas expectativas e vontades.

Aí vem uma vontade de encontrar um culpado, uma necessidade de explicar os eventos segundo as lentes da culpa.

Primeiro varremos a lista de possíveis culpados, examinamos e experimentamos em cada um a máscara da culpa.

Depois, vestimos em nós mesmos a indumentária da culpa, e ficamos muito entretidos nos culpado de tudo.

Onde foi que eu errei?

Errar é humano e devo aceitar isso.

Às vezes pagamos caro pelo erro, mas temos que enfrentar a situação de cabeça erguida e com serenidade.

Importante enxergar o crescimento e as lições que vêm com os erros.

Identificar o erro e aprender a lição para não cometer o mesmo erro é o bastante.

Buscar culpados ou se culpar indefinidamente não traz qualquer benefício.

Eu posso fazer melhor.

Sei que posso fazer melhor.

Tenho aprendido com os erros e procuro não repeti-los.

Gosto de receber sugestões e luto para aprender a receber as críticas como um bom aprendiz.

A vida tem me reservado algumas bolas quadradas, e para a minha surpresa, vieram recheadas de lições valiosas.

Não sei o que vem no futuro, mas espero sempre poder fazer melhor, a cada dia, a cada oportunidade.