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Feliz com o que está ai.

Jardim Botânico

Jardim Botânico

Temos que mudar a nossa atitude para sentirmo-nos mais felizes com a nossa própria realidade.

É um hábito ruim, esperar a situação mudar para ser feliz. Enfim, estamos adiando a felicidade para quando a bonança chegar, quando a tempestade passar, quando encontrar alguém, ou quando alguém que nos atormenta nos abandonar.

A felicidade pode exigir nada mais do que um ajuste na sua atitude, uma visão renovada da própria realidade.

Tire o olhar momentaneamente daquilo que não tem e deseja, e olhe honestamente para aquilo que já possui, incluindo as amizades e relacionamentos.

Sinta que a simples mudança de foco te traz um sentimento mais positivo, de gratidão, de satisfação.

Uma admiração infantil.

Aquela admiração infantil, onde foi parar? Recupere aquele olhar puro de criança, aquele capaz de se admirar com pequenas e sutis maravilhas do cotidiano.

Houve tempo em que você passava um tempão entretido e encantado com uma coisinha pequena, simples.

Experimente novamente aquele olhar livre de preconceitos, carregado de afeto.

Reflita sobre a sensação de aceitar completamente o mundo que te cerca.

Vê se consegue se afastar um pouco da complicada vida cotidiana, um tempo para você mesmo.

Um olhar pronto para enxergar.

Temos que desenvolver um olhar atento para enxergar o que acontece no nosso cotidiano. Não raro, estamos olhando para alguma coisa e não estamos enxergando.

É preciso estar atento e ter a mente aberta para enxergar de fato o que está acontecendo.

Um olhar pronto para enxergar é fruto de uma mente atenta e aberta para o mundo.

Temos o hábito de carregar preconceitos, filtrar demasiadamente aquilo que captamos e acabamos reconhecendo apenas o mundo pasteurizado, quase sempre, sem significado.

Tudo parece dar errado.

Quem é que nunca viveu um dia daqueles que nada dava certo?

Começa com uma ofensa pessoas sem motivo nenhum, o compromisso desmarcado de última hora, o carro que se quebra, o cachorro que morre, e tudo parece dar errado, uma coisa depois da outra.

Mas sei que nada é tão ruim assim, e posso virar esse jogo.

Mesmo que o plano seja desmontado sem sequer alçar voo, eu tenho a capacidade de planejar outra coisa, mudar de rumo, fazer outra coisa.

A vida fragmentada.

Levamos uma vida fragmentada provocada especialmente pela realidade cotidiana. Divididos em tantas coisas que não sabemos quem somos na realidade nem mesmo onde estamos.

Perdemos contado consigo mesmo, pulando de galho em galho sem aproveitar o momento, o fruto que estamos comendo agora, ou a flor, cujo aroma percebemos, mas estamos na correria e não podemos parar para apreciar.

Vivemos em conflito, estressados, com dúvidas e ansiedade.

Estou aqui, mas quero estar lá – conflito.

Tenha muitos motivos para saborear a vida.

Saborear a vida, sentindo prazer a cada bocada, deve ser uma determinação.

Inventamos limitações, desculpas e assimilamos hábitos tóxicos que nos impedem de saborear a vida plenamente.

Me lembro quando jovem, fumava cigarros e não sentia o sabor da comida. Felizmente abandonei esse vício danoso há mais de 30 anos. Mas nessa época, nada que comia tinha realmente sabor, pois o palato estava sempre anestesiado com a nicotina e outros componentes nocivos que vinham com o cigarro.