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É pra ser mais feliz

É pra ser mais feliz

Quero te ajudar a ser um pouco mais feliz neste ano. É muito importante para cada um, encontrar as ferramentas que funcionam melhor em cada circunstância e para cada fase em que está vivendo. Cada um deve fazer o seu próprio trajeto, se dedicando de coração ao dever de casa.

A solidão pode matar

A solidão pode matar

O maior risco para a vida das pessoas é a solidão. Mais do que as doenças, mais do que tudo que você pode imaginar. Muitas doenças aparecem e se desenvolvem no árido terreno da solidão.

Recentemente assisti à palestra da Dra. Lissa Rankin, medica, pesquisadora e autora que abordava naquela oportunidade a importância de se preocupar com a solidão.

O amor é o caminho

O amor é o caminho

O amor é o caminho e o caminho é o amor. Está sempre na moda e ajuda em tudo na sua vida.

Demonstre carinho com as pessoas que se relaciona e faça com dedicação tudo que faz na vida. Receba com uma atitude positiva tudo que lhe é oferecido, é o amor pela vida simplesmente toma conta da sua vida.

O amor está dentro de cada um – faz parte de nós.

Deixe o amor brotar em cada relacionamento, e não confuda o amor pleno com aquele do relacionamento amoroso, o compromisso conjugal.

O amor pleno pode e deve estar presente em qualquer relacionamento.

O amor pode ser o fio condutor em tudo que expressamos, inclusive com os animais e com outros elementos da natureza.

Casar com o príncipe encantado

Casar com o príncipe encantado

Muitas pessoas acreditam que a felicidade plena acontecerá quando casar com o príncipe encantado, assim como a Cinderela na história infantil.

Mas a história infantil acaba sempre com os dizeres finais: “e assim, viveram felizes para sempre”.

Sabemos que a vida real não é um passeio no parque. É uma rosário de problemas para todos os gostos.

O que a ciência diz sobre o amor real

O que a ciência diz sobre o amor real

Temos que acreditar e investir no amor real pois ele é tudo de bom. Sabemos hoje dos incontáveis benefícios não só no aspecto social quanto físico e emocional. O amor tem várias fisionomias, e qualquer que seja a sua apresentação, acho que o amor é o máximo. O amor conjugal, fraterno, materno, e principalmente aquele que podemos praticar a todo momento.

O amor é sutil, é uma profunda satisfação quase sem explicação, e não vale a pena tentar explicar, pois a racionalidade não alcança essa sutileza.

O nosso dia a dia é uma correria, onde a expressão dos sentimentos é quase uma coleção de pequenos fragmentos. Mas sei que experimentar alguns momentos de amor profundo te permite ir e vir na profundeza do seu eu. É como ir lá no fundo beber um pouco da energia para subir e seguir conduzindo a vida de forma mais leve e revigorada.

Amor real

Diz Dr. Greg Baer, um médico que escreve sobre o tema amor, que o amor real, o amor genuíno, é aquele que quer a felicidade do outro sem esperar qualquer coisa em troca. O amor é uma profunda expressão

Uma mente aberta e um coração pronto para acolher

Uma mente aberta e um coração pronto para acolher

Vamos falar bastante sobre a mente e o coração, mas antes, uma dica prática para acessar postagens antigas.

Hoje encerramos uma etapa de 6 anos de postagens diárias, com 2220 postagens, e você pode acessar qualquer dia apenas colocando a data após a URL do blog. Por exemplo, se quiser acessar o dia 13 de outubro de 2014, coloque projetosejafeliz/2014/10/13, ou seja, primeiro o ano, depois o mês e finalmente o dia, todos separados por barra.

A partir do dia 4 de janeiro passarei a postar semanalmente, todas as segundas-feiras.

Na postagem inaugural do blog, falei sobre manter o coração aquecido.

Admiração: uma das melhores maneiras de conservar o relacionamento

Admiração: uma das melhores maneiras de conservar o relacionamento

Aprendi que uma das maneiras de conservar o seu relacionamento amoroso é a admiração dedicada a quem você ama.

Seja uma fã incondicional da pessoa amada. Admire-a.

Há muitas maneiras fantásticas de reforçar o seu relacionamento, mas repasso um exercício fantástico ensinado pelo Dr. Fred Luskin que dirige o Projeto do Perdão na Stanford University.

É o exercício do prêmio humanitário inventado por Fred Luskin.