Alegria Posts

Quem está longe também está perto.

Quem está longe também pode estar perto. Não podemos ficar sempre perto das pessoas que amamos.

Especialmente os filhos, seguem caminhos e desafios próprios da sua idade e fase da vida.

Eu também tive meu tempo de me despedir dos pais e seguir o meu rumo.

A vida é desafios, caminho e abundância.

Se bobear, a vida fica curta.

Chega uma hora que não dá mais para gastar o nosso tempo com besteiras.

Acho que essa recomendação vale sempre, para qualquer idade.

Sem dúvida se torna fundamental quando já cruzamos o limite do idoso.

Quando isso acontece, deveremos já ter desenvolvido alguns mecanismos da maturidade, que faz com que a nossa atenção não se prenda mais ao supérfluo ao fútil e desnecessário.

Não!

Uma técnica que aprendi com a Prof. Sonja Lyubomirski da Universidade da Califórnia em seu livro A Ciência da Felicidade para interromper a ruminação.
A ruminação é quando ficamos frequentemente mastigando um assunto, um incidente, uma situação que aconteceu conosco ou que imaginamos que vai acontecer no futuro.

As minúsculas facetas do mundo.

As minúsculas facetas do mundo que perdemos a chance de apreciar.

As coisas pequenas mas grandiosas que estão fora do nosso olhar ambicioso – que só vê coisas grandes.

As pequenas coisas que estão longe e escondidos do nosso julgamento. Diria que são as coisas que estão no nosso ponto cego.

Os fundamentos do Nobel de Economia Daniel Kahneman foram comentados num artigo antigo do Finantial Times sobre a felicidade e as minúcias da vida cotidiana.

Faça uma lista e dê vida a essa lista.

Faça uma lista do que tem que ser feito, uma lista dos defeitos pessoais que quer se livrar, uma lista dos lugares que quer visitar.

Mais do que isso, dê vida a essa lista, abordando um item de cada vez. Faça o que tem que ser feito.

Siga a lista, dê vida à lista.

Reflita sobre a lista. Alguns itens acabam sumindo, perdem prioridade e isso tem a ver com a dinâmica da sua vida.

Eu tenho o costume de fazer uma porção de listas.

Saborear as boas lembranças.

Todo mundo tem um passado, e poucas coisas são tão prazerosas quanto relembrar os fatos agradáveis do passado.

Muitos eventos, despercebidos na sua infância, adquirem uma importância fantástica, passados tantos anos, e isto nós podemos saborear de muitas maneiras.

Conversar com os seus familiares mais idosos e ouvir as suas próprias histórias contadas de outra maneira.

Repassar as fotografias da família e saber de detalhes por detrás das fotografias que você sequer imaginava.

Quanto respiramos e quanto suspiramos.

A vida não se mede pelas vezes que respiramos, mas sim pelas vezes que suspiramos, isso eu li outro dia e fez todo sentido.

Precisamos viver mais intensamente, nos emocionar mais, nos contentar mais com aquilo que fazemos, com as situações que vivemos.

Será que estamos atentos para a nossa vida, para o momento presente?

Será que estamos deixando a vida nos levar, apenas respirando?