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Pequenas coisas.

Fique atento para as pequenas coisas do seu cotidiano.

Mesmo os eventos mais singelos trazem impacto para a sua felicidade, e a ciência mostra que são precisos três eventos bons para equilibrar um simples evento ruim. Não se deixe impactar demasiadamente por pequenos eventos ruins, ao tempo que aproveita ao máximo as pequenas experiências positivas.

Agradeça todas as graças que tem recebido e estará reforçando o lado bom da vida, trabalhando assim a favor da sua felicidade e bem estar.

Podemos achar que os grandes eventos é que representam o nosso cotidiano, mas estes são raros, e aquilo que você faz durante o dia é na verdade um rosário de pequenos eventos.

Busque o contentamento.

Dizem alguns especialistas que não devemos buscar a felicidade, pois ela não é um destino, e sim uma atitude frente a vida. É uma disposição para ser feliz durante a caminhada da vida.

Somos felizes de verdade quando nos damos conta da riqueza que é a estrada da vida, e a abundância que ela nos oferece.

Escreveu Leo Babauta do blog ZenHabits que devemos nos concentrar mais no contentamento. Pois é uma coisa mais estável, e o contentamento pode nos ajudar a desenvolver a habilidade para subtrair satisfação das mínimas coisas da vida.

É o conceito que escrevi um dia sobre ser mais satisficiente, um termo que não existe, mas significa estar mais satisfeito com a sua vida.

De bem com a vida.

Quero estar de bem com a vida, mesmo quando estiver mal, em dor e sofrimento.

Sei hoje que as dificuldades e adversidades fazem parte do meu caminho e eu aceito isso.

Não quero me exasperar diante do infortúnio, pois tenho muitas histórias para contar de quando me senti abandonado e depois me encontrei, fortalecido e sereno, e a círculo da vida se repete, não devo me preocupar.

Dou graças por tudo que tenho, e procuro, mesmo com esforço adicional, dar graças pelas pedras que encontrei no caminho.

A nossa criança interior.

Temos que encontrar a nossa criança interior, e não é o adulto ou idoso que se comporta como uma criança, mas aquela criança que guardamos dentro de si, capaz de expressar a alegria nas pequenas coisas.

Quando amadurecemos, substituímos a curiosidade por limitações sociais e parece que nos embrutecemos, que perdemos alguma coisa, e não sabemos como recuperar.

Faz falta aquela capacidade de enxergar a beleza nos momentos singelos e demonstrar gratidão por quase nada.

Onde está a aquela criança sedenta por novidades e conhecimentos.

Pense na gratidão.

Comece o seu dia pensando em alguém que você tem que agradecer. Foi o que aprendi na leitura de Richard Carlson.

Pense na gratidão. Sinta-se grato.

É um processo virtuoso como ensina Carlson. Você pensa numa pessoa e logo a sua memória puxa por outra e assim por diante.

As fontes diárias de alegria.

O nosso cotidiano nos brinda com muitas alegrias e às vezes não estamos atentos, e deixamos passar.

Um sorriso, um reencontro, uma palavra amiga de quem não é sua amiga e você sequer conhece.

Presto muita atenção ao comportamento das pessoas na fila do supermercado. No geral, é muita gente irritada, desconfiada e esquecida da generosidade que eventualmente praticam em outros ambientes.

Os tempos felizes que vivemos juntos.

Os tempos felizes que vivemos, que benção. Os meus pais já se foram, mas as lembranças felizes de inúmeros momentos mágicos ficaram na minha lembrança.

Dizem que a vida não é o que vivemos, mas o que lembramos que vivemos. Eu mesmo faço um esforço adicional, escrevendo sobre os momentos, para tê-los sempre à mão.

Éramos cinco filhos e viajávamos de férias empacotados num carro pequeno.

Cantorias incessantes eram constantes nos trajetos, e quando chegava a hora da historinha infantil no programa de rádio, era um trabalhão para sintonizar.