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A reciprocidade é algo que devemos praticar

A reciprocidade é algo que devemos praticar

Temos que ter em conta a reciprocidade nos nossos relacionamento e transações.

A reciprocidade, quando se torna um hábito incorporado à nossa maneira de ser, é um conforto.

A recomendação dessa prática, não se aplica para o lado negativo. Não vale o olho por olho o dente por dente, e temos que evitar ao máximo o bateu levou. Tampouco vale a máxima de pagar na mesma moeda.

Pratique a reciprocidade nas coisas positivas, devolver um favor, um agrado, um carinho, um elogio.

Algo a oferecer

Temos sempre algo a oferecer. Você pode acreditar nisso.

Tenha sempre algo valioso para oferecer, pode ser um ensinamento, um bom conselho, uma ajuda ou mesmo um bem material.

Quem dá recebe, e temos que estar prontos para oferecer ajuda de maneira generosa, sem almejar nada em troca.

Como escreveu Samuel Johnson, “o verdadeiro valor de uma pessoa é a maneira como ele trata alguém que não pode lhe trazer qualquer benefício”.

Histórias que contamos uns aos outros.

Contamos histórias honestas, engraçadas e plenas de significado e com elas aprendemos as lições uns dos outros.

Outro dia, tomei um taxi de Ipanema para o Botafogo. Deveria tomar ter tomado o ônibus, mas a pressa era enorme.

Pedi para me levar à igreja de Santa Terezinha junto ao shopping Rio Sul, no que o motorista replicou: ”está com Deus está bem”. E prossegui numa conversa vinculada à Tereza de Lisieux, a jovem francesa que deixou este mundo muito cedo. Hoje a conhecemos como Santa Terezinha do Menino Jesus.

Ele me perguntou: “o senhor é padre?” Respondi que não, mas tinha uma grande admiração pela santa.

Ele comentou: “se o senhor fosse padre ia me abrir com o senhor…”.

Olhe além do seu umbigo.

Olhe o benefício coletivo daquilo que está por fazer. Perceba o impacto nas outras pessoas, na humanidade, no planeta.

A nossa correria nos deixa míope com relação aos interesses das outras pessoas. Temos tantas coisas para cuidar que temos que fazer um esforço adicional para perceber que tudo que fazemos tem algum impacto para os outros.

Mas é importante estarmos atentos para além do próprio umbigo.

Vivemos em comunidade, e podemos ajudar ou prejudicar alguém com as nossas ações, e atentar para o equilíbrio e harmonia, faz de cada um, uma pessoa querida, bem recebida e desejada.

Sei que vai me fazer bem.

Nem tudo sai como planejamos, e os sonhos demoram, ou nunca se tornam realidade.

Mas a despeito de tudo isso, a vida é bela e abundante.

Enquanto algumas portas se fecham, inúmeras janelas se abrem, com oportunidades boas. Temos que  abraçá-las com mãos agradecidas.

Viver é uma benção, e aprendi que tudo que vem, vai me fazer bem, mesmo as coisas ruins.

Um cobertor para o coração.

Às vezes nos sentimos como que querendo um cobertor para o coração.

Parece que temos tudo, mas somos tomados por uma falta não sei do que, algo que nos falta no coração.

Nos lembramos do cobertor quentinho e confortante, que nos protege e afasta a friagem.

Pensamos em pedir, pensamos em receber algo que nos conforte, mas quem sabe não é o contrário.

Proteger ou controlar.

Muitas vezes pensamos que estamos tentando proteger os outros, quando na verdade estamos tentando é controlar.

Qual a diferença?

Quando estamos empenhados em controlar os outros, perdemos o foco no próprio crescimento.

Estamos mais preocupados em obter uma concordância, afirmar um ponto de vista.