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Às vezes é só um telefonema.

Quantas vezes fomos confortados por uma simples ligação telefônica.

Faça isso também para os outros. Se você tem algum amigo em dificuldades, alguém que precisa de um apoio emocional. Ligue para ele, mande um SMS, um email, mostre que você se preocupa.

A distância não é uma desculpa. O esforço para ligar é mínimo. É mais uma questão de atitude, acreditar que pode fazer diferença.

As relações pessoais são muito importantes. Especialmente numa hora de estresse emocional, precisamos de alguém para nos confortar.

Fazer de verdade.

Não é fácil fazer a diferença para pessoas, animais, e o planeta.

Queremos ser bons indivíduos, cidadãos e fazer algo de bom, mas decidir o que fazer e como fazer é que são elas.

Até a tarefa de segregar o lixo dá trabalho e exige uma vigilância e determinação.

Outro dia, assisti a um vídeo interessante, o qual ilustra um grupo de pessoas na Índia, liderado por Kartick Satyanarayan. Este grupo resolveu fazer a diferença para os ursos dançantes naquele país.

Não seja um chato.

Não seja um chato. Será que sabemos se somos ou não um chato?

Será que existe um termômetro da chatice?

Algumas podem nos ajudar a avaliar se somos uma companhia agradável ou se as pessoas estão nos evitando:

Cuidado com a pessoa que está sofrendo.

Quando nos deparamos com uma pessoa em sofrimento, o sentimento mais adequado é a compaixão.

Não é sentir pena, indignação ou impotência.

Compaixão significa sentir você mesmo a dor da outra pessoa e querer que essa dor cesse.

Entenda o que está acontecendo.

Filtre suas reações, para não fazer nada grosseiro e inadequado.

Não julgue, não critique, e procure ajudar no que puder.

Quando estamos em dificuldades, podemos estar também com a auto-estima baixa e enfraquecidos emocionalmente. Tudo o que não precisamos é alguém nos criticando.

Um cuidado especial para ajudar quem está em dificuldades.

As pessoas podem se ofender facilmente, podem se magoar e romper relações. Procure não dar palpites, não botar o dedo na ferida.

Quando estamos por baixo, queremos mais é nos enfiar debaixo das cobertas e deixar a tempestade passar, críticas desnecessárias nos colocam mais para baixo.

Quando o caso é de depressão, você pode encorajar o amigo a procurar um profissional.

Alguns conselhos que habitualmente damos às pessoas deprimidas tais como: saia dessa depressão, levante a cabeça, saia dessa inércia – não ajudam em quase nada, pois as pessoas não têm energia suficiente para sair sozinho dessa situação.

Você tem que estender a mão e ajudá-la a se levantar.

Quando há um  motivo concreto para o sofrimento, por exemplo a perda de um ente querido, você pode prestar solidariedade até que a situação amenize;

Uma outra situação é quando a pessoa sofre por uma percepção negativa da realidade, e com muita habilidade, elas pode ser ajudadas a melhorar a percepção.

A primeira coisa é ser amigo, mostrar amizade, o ombro amigo, uma disposição mais para ouvir do que falar.

Se você sabe a fonte ou a causa do sofrimento e puder ajudar na eliminação ou redução do efeito, deve fazer, sempre que possível.

Quando estamos no olho do furacão, perdemos a capacidade de enxergar o problema de maneira adequada, e uma pessoa amiga pode ajudar a buscar uma solução.

Não fique empurrando a pessoa para lutar contra algo que ela não tem condições de fazer.

Aponte para a pessoa a rede de ajuda que ela pode recorrer, pois a auto-estima baixa impede que a pessoa enxergue a ajuda que pode obter, até porque não se julga merecedora de ajuda.

Seja específico na ajuda, quando for possível.

Eu vou te ajudar com o problema da casa por uns dias e depois vamos procurar alguém para ajudar com o outro problema.

Tenha especial cuidado com os problemas de relacionamento, são muito difíceis de opinar e até de ajudar.

Uma recomendação para quem quer ajudar o outro, é se manter fortalecido. É muito difícil um doente ajudar outro doente.

Ninguém vai encher a vida do outro com um balde vazio.

Beco

Ajude as pessoas, mas não queira modificá-las.

Há um limite tênue entre querer ajudar as pessoas e o desejo discreto de querer modificá-las. Precisamos nos policiar para não querer que as pessoas sejam iguais a nós, gostem daquilo que gostamos, e julguem as situações como as julgamos.

É um instinto paternal de conduzir, de influenciar, de ensinar, de tomar a mão.

Ajudar é fantástico, e assim é ensinar, mas devemos permitir que as pessoas aprendam no seu tempo, e aprendam a lidar com os seus problemas.

Ouça as opiniões das pessoas.

Dê maior importância ao que as pessoas gostam e querem fazer.

Evite conduzir, com a desculpa de ajudar.

Não se adiante a toda hora para pegar na mão das pessoas.

Permita que as pessoas aprendam e descubram as coisas por si próprio.

Controle o seu ímpeto de controlar.

Beco