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Não seja mesquinho.

Deixe de lado a mesquinharia, não conte os centavos. No final, alguns a mais ou a menos não faz nenhuma diferença, você vai se sentir mais leve não tendo que carregar a maldita calculadora para cada centavo na sua vida.

Não faça tanta conta quando se tratar de dinheiro.

Não faça tanta conta quando se tratar de relacionamentos.

O toma lá dá cá tira o sabor dos relacionamentos.

Fulano fez isto e eu preciso retribuir com aquilo.

Cicrano não me fez aquele favor, portanto não vou ajudá-lo agora.

As troca de favores ajudam sim a construir sólidos laços, mas não é necessário manter uma folha de balanço a cada evento.

Quando falamos de relacionamentos, muito mais coisa está em jogo.

Fazer de coração é mais importante que fazer de obrigação.

Não se obrigue a fazer e nem pense constantemente que os outros têm a obrigação de fazer.

Não seja mesquinho, o ajudar desinteressado e a disposição para ajudar, mesmo que isso não seja preciso é uma fonte importante de bem-estar.

Quem ajuda ganha mais do que o outro que é ajudado.

Beco

Conecte alguém com alguém.

Tem sempre alguém buscando alguém para tratar de algum assunto específico. Se você pode ser o elo de ligação, trabalhe nisso.

Conecte.

Você vai ajudar, e no final, o ajudado é você. Pense como é bom conhecer pessoas, saber quem pode te ajudar e saber quem conta com sua ajuda.

A vida é rica na medida em que construímos uma rede solida de relacionamentos.

Construa a sua rede, e ajude as pessoas a construírem suas redes.

As pessoas conhecem pessoas por meio de outras pessoas. Seja o elo de conexão.

Sinta o prazer de ajudar nas conexões.

Relembre quantas conexões importantes você já ajudou a construir.

Hoje mesmo, faça uma conexão se concretizar.

Apresente alguém para alguém.

Passe um nome para alguém.

Passe um telefone para alguém.

Dê uma dica que culmine numa conexão.

Beco

Não assuma responsabilidade pelas decisões dos outros.

Nós já temos responsabilidades o suficiente para a largura dos nossos ombros. Deixe que os outros assumam as responsabilidades pelos próprios atos e decisões.

Deixe um pouco do peso nos seus ombros escorregarem.

Importante – não os apanhe de volta.

Muita coisa que aconteceu no mundo não é sua responsabilidade, nem é sua culpa.

Você não é tão poderoso assim.

Isso vale para o trabalho e também para a vida pessoal.

Ficar em cima dos outros, assumindo coisas que não são da sua conta sempre soa intromissão.

Quando se trata de familiares, especialmente os filhos, isto prejudica o crescimento pessoal de cada um. Assumir responsabilidades e enfrentar dificuldades molda o caráter dos pequenos.

Quando se tratam dos nossos velhos, idosos, deixar que eles façam as suas próprias coisas, os mantém ocupados, lhes dá a valiosa sensação de independência e autonomia e contribui para afastar a demência.

Isso não quer deixar de lado e não ajudar quando for preciso.

É, de novo, a noção de que muita preocupação com os outros é pouca preocupação consigo mesmo.

Beco

Faça outra pessoa feliz.

Não perca a chance de fazer outra pessoa feliz. Muitas vezes por muito pouco, perdemos boas chances de fazer feliz outra pessoa. Tomamos essa atitude por egoísmo, displicência, e até por vergonha de pagar um mico.

Afinal para que se dar o trabalho se não vamos ganhar nada com isso?

É aí que nos enganamos.

A felicidade de outras pessoas é altamente contagiosa.

E se pudermos contribuir um pouco para isso, vai nos contagiar também.

Elogiar alguém vai nessa direção.

Um simples tratamento carinhoso e respeitoso pode estabelecer uma comunicação mais leve, e se desdobrar em  um sorriso, um agradecimento.

Cumprimentar com um olhar bom e com tom alegre vai despertar o espírito alegre.

Aja nesse sentido com as pessoas do seu convívio diário.

O ambiente familiar é um manancial de oportunidades para praticar.

O ambiente de trabalho, nem há o que falar. Oportunidades surgem a todos os momentos.

Demonstre apreço, fale o quanto gosta de estar com a outra pessoa. Diga o quanto a respeita.

Às vezes, apenas irradiar alegria e felicidade, pode ajudar outra pessoa.

Beco

Eu não disse.

Se livre do “eu não disse”.

Deixe de ser o arauto e o eco da desgraça dos outros. Quando algo de errado acontecer com os outros, seja solidário.

Na desgraça dos outros tenha compaixão.

Compaixão – sentir você mesmo a dor do outro e desejar que ela cesse.

Quando a coisa acontecer, o –eu não disse – não vai ajudar em nada.

Estenda a mão. Ajude a buscar uma solução.

Muitas vezes estar junto, dar o ombro amigo, ouvir um pouco já é muita coisa.

O -eu não disse- é o companheiro do – não vai dar certo.

Aquele que fica prognosticando a desgraça é também aquele que menos contribui para que o bem aconteça.

Aquele que fica anunciando a desgraça é o que menos está pronto para ajudar e para buscar uma solução.

Quem quer o bem, ajuda, orienta, dá boas sugestões.

Quem quer ajudar, estende a mão, é solidário, busca soluções.

Não esteja do lado do problema.

Esteja do lado da solução.

Beco

Procure alguém que te bote pra cima.

Se você está pra baixo, procure alguém que te bote pra cima. Fuja e fique longe dos reclamões.

Quando estamos deprimidos por conta de alguma situação que nos ocorreu, a única coisa que não precisamos é uma conversa negativa e chata daquele reclamão contumaz.

A vida é ruim, a comida é ruim, o casamento está péssimo, o salário não dá pra nada. Você já conhece a figura.

Especialmente quando estamos de farol baixo, precisamos um pouco de luz, uma conversa boa, pra cima.

Precisamos de uma perspectiva positiva frente à vida. Precisamos de otimismo. Precisamos de alguém que nos faça enxergar o lado positivo das coisas e das situações.

Nada é totalmente ruim ou negativo.

Como bem explica Matthieu Ricard, a água que nos afoga também nos permite flutuar. A chama que nos queima, também nos aquece quando guardamos uma distância adequada.

Sabemos disso, mas na hora da tristeza, precisamos de alguém que nos faça levantar a cabeça. E você também conhece alguém que faz isso com maestria.

Procure – ouça, e não se esqueça de agradecer.

Beco

Deixe o problema dormir uma noite.

É sempre adequado deixar o problema dormir uma noite.

Quando a circunstância te parecer muito grave ou quase insolúvel, durma uma noite sem tomar qualquer ação precipitada. É normal que a situação não exija uma ação imediata.