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A porta de entrada é aberta por dentro.

As dádivas chegam a você pela porta de entrada, e esta porta é aberta por dentro, por você mesmo.

Isto significa que você precisa estar aberto para receber o que a vida tem para te oferecer.

Mas não é assim que normalmente nos colocamos, receptivos, de coração aberto. Muitas vezes estamos fechados para receber.

Atenda quem bate à porta.

A aceitação é uma capacidade que temos que desenvolver. Quando aceitamos, permitimos que aquilo que nos atormenta vá embora.

É o paradoxo da mudança. Exatamente quando aceitamos o que não queremos é que permitimos que ele nos deixe em paz.

Funciona como alguém que bate à sua porta insistentemente. Você sabe que não é alguém que você gostaria de encontrar.

Pedir e abrir a porta para receber.

Quantas vezes pedimos por algumas graças e reclamamos que não as recebemos.

Será que estivemos abertos para receber.

Estivemos atentos para perceber quando a graça batia em nossa porta?

As maneiras como as graças nos são concedidas nem sempre são como imaginamos.

Pode ser uma loteria, um casamento, um emprego? Certamente sim.

Compartilhando a dor.

Sei que todos gostam de compartilhar as alegrias.

Contar para alguém as coisas boas que aconteceram é algo que fazemos correndo.

Mas quando as coisas são ruins?

Saímos correndo para contar aos outros? Nós nos retraímos e nos escondemos?

Preciso de alguém que cuide de mim.

Não é assim que nos sentimos uma vez ou outra?

Parece que cuidamos de todo mundo, mas afinal – quem vai cuidar de mim?

Nos sentimos emocionalmente subnutridos, carentes, meio abandonados.

Precisamos de atenção.

Quando isso acontece, uma excelente recomendação é cuidar dos outros.

Mostre apreço por suas boas qualidades.

Mostre apreço por suas boas qualidades. Faça uma reflexão daquilo de bom que você tem feito.

Sinta apreço pelo seu lado bom.

Perceba as qualidades que você tem.

Pense numa única coisa que você faz bem.

Pense em algo bom que você é capaz de fazer.

Onde vou encontrar ajuda?

Porque a vida é tão dura?

Onde posso encontrar ajuda?

Quem vai me tirar desta?

Quando estamos abertos a receber ajuda, a ser ajudado, podemos encontrar ajuda por todos os lados.

Quando for grave, você deve sempre optar por procurar um profissional.

Somos ajudados todo momento, com um sorriso, um encorajamento, uma palavra de apoio.

Talvez a coisa mais importante nesses momentos, e se ajudar a si próprio.

As pessoas podem te ajudar a se levantar, mas você precisa fazer uma forcinha. Você precisa se empenhar.

Você nunca está sozinho, há sempre uma Força Superior que age quando você não sabe o que fazer.

No entanto, é preciso que sua mente esteja aberta para receber os sinais, as mensagens, a luz.

A ajuda sempre estará lá, e os caminhos serão revelados, mas é preciso estar com os olhos bem abertos e a mente aberta para perceber.

As pessoas podem até querer ajudar, mas é difícil ajudar uma pessoa que se fecha.

Quando nos julgamos onipotentes, falamos como se não precisássemos de ajuda, quando na verdade estamos perdidinhos – ninguém vai adivinhar.

Embora o nosso mundo civilizado seja largamente baseado na ajuda mútua, às vezes é difícil vencer a barreira de pedir ajuda, como comenta o artigo do New York Times – Why is Asking for Help so Difficult? – Porque pedir ajuda é tão difícil?

Comenta o artigo que as barreiras comuns são:

-o medo de ser julgado como fraco, necessitado e incompetente;

-o medo de que a sua fraqueza seja utilizada contra você;

-o medo de perder o controle da vida;

-o medo de que algo seja pedido em troca no futuro;

-a questão de quanto isso vai me custar, ou qual vai ser o preço.

Se juntar a um grupo de auto-ajuda pode ser um caminho fantástico, dependendo da ajuda que está procurando.

A vida moderna nos distancia dos familiares, e é uma pena, pois a sua ajuda pode estar nos membros da família. Um irmão mais velho, a mãe, o pai, os tios e até primos mais velhos.

Os amigos são sempre um colchão para te amortecer nas quedas – faça amigos, preserve seus amigos, cuide dos seus amigos.

Lidar com a ajuda é um fenômeno interessante.

A nossa prepotência muitas vezes nos deixa em desvantagem, fingindo saber o que não sabemos, ou que conseguimos fazer o que sabemos que não conseguimos. Aceitar ajuda, pedir ajuda parece tão difícil, e o pior é que é grátis.

As mulheres, segundo estudos, pedem mais ajuda. Não é porque elas se metem mais em encrencas, mas sim porque elas são mais habilidosas em pedir ajuda.

Nora Klaver que publicou o livro – “Mayday! Asking for Help in Times of Need” – Socorro! Pedindo Ajuda em Tempos de Necessidade, diz que as pessoas pedem ajuda de maneira inadequada, usando a culpa, a coerção e a chantagem.

Diz Nora que pedimos pena quando queremos assistência, que pedimos à pessoa errada, e que as experiências fracassadas do passado nos inibem de pedir ajuda no futuro.

Não estamos sozinhos nesse mundo, e é sempre bom contar com ajuda.

Beco