agressividade Posts

Não se menospreze e pare de se fazer de capacho dos outros

Não se menospreze e pare de se fazer de capacho dos outros

Goste de si mesmo, se valorize e não se faça de objeto dos outros.

Não seja masoquista.

Perceba quando está sendo feita de capacho, e procure evitar tais situações, sem rancor e sem ressentimentos.

Apenas se afaste das pessoas e das situações.

Pessoas intratáveis:

Já comentei no passado sobre: tratando pessoas intratáveis.

Não devemos tolerar agressões, e na iminência de acontecer, devemos tirar o time, dar uma trégua, ou fazer qualquer coisa, menos ficar para receber a agressão.

Algumas pessoas, têm dificuldade de lidar com os próprios traumas e deficiências, e desenvolvem uma atitude beligerante, agressiva, com quer que seja.

Não estamos aí para isso. Ninguém merece.

Agressão:

Quando a agressão e os maus tratos forem freqüentes:

-Não se sinta culpado. Muitas vezes acontece sem sua interferência.

-Não fique para receber a agressão.

-Deixe a pessoa perceber o que está errado – a agressão.

-Ajude-a a se livrar desse defeito – é tudo que você pode fazer.

-Se trate bem, se trate com respeito.

-As pessoas carregam o egoísmo dentro de si – algumas equilibram – outras extrapolam – preste atenção.

-Procure ajuda profissional para você e para o agressor.

Será que você está se fazendo de capacho?

-Se você está sempre concedendo, dando e não está recebendo nada, você pode estar estimulando o fenômeno do capacho.

-Se você não vocaliza, não dá opinião e se deixa levar pelos outros com freqüência também está ajudando.

Não sou um leitor freqüente de Oprah, mas o site dela tem um artigo interessante sobre o assunto, com perguntas adicionais para você identificar o comportamento de capacho.

Oprah – Don’ be a doormat.

Vale à pena ler o artigo, e transcrevo aqui as perguntas:

1-Eu minto sobre os meus sentimentos com medo de desagradar alguém?

2-Eu espero que as pessoas se dêem conta de que cheguei no limite mas não digo nada?

3-Eu fico paralisada quando me perguntam o que quero, gosto ou penso?
4-A minha lista de coisas para fazer está cheia de coisas que não quero e que não gosto?

5-Eu como, choro, fumo e bebo quando estou com raiva?

6-Às vezes me sinto esgotada e explodo com os meus amados e depois me sinto muito mal.

7-Entro em pânico quando penso que alguém pode me desaprovar ou não gostar de mim?

8-Me sinto orgulhoso quando passo por cima das minhas necessidades para agradar os outros?
9-Fico ressentido fazendo coisas para outras pessoas?

10-Reclamado das pessoas e suas demandas quando estas não estão presentes?

Rubens Sakay (Beco)

Deseje o bem.

Deseje sempre o bem das pessoas. Mesmo que algum pensamento negativo domine o seu sentimento acerca de uma determinada pessoa, experimente desejar-lhe o bem.

É muito fácil ser pego pela negatividade, desejando o mal, ruminando pensamentos negativos sobre outras pessoas. Atritos muito pequenos no nosso cotidiano, uma fechada no trânsito, uma resposta atravessada no supermercado e já enveredamos por um rosário de maus pensamentos.

A primeira coisa que temos que fazer é contar até dez e deixar que a razão controle a nossa emoção que vê ameaças nas mínimas coisas.

Depois, pense em uma maneira produtiva de responder ao evento, e aceite adotar uma reação positiva ou neutra.

Pacíficos, amorosos e incompetentes.

Temos receio às vezes, de atingir a serenidade e nos tornarmos pacíficos, pouco agressivos e incompetentes, pelo menos é a preocupação de alguns.

O fato é que não necessariamente as pessoas agressivas são as mais competentes. Muitas vezes as pessoas lutam para tomar posição sobre as coisas que estão totalmente fora do seu controle, o que é um desperdício de energia.

Isso não é competência.

Dar murro em ponta de faca – também não.

Levar tudo a ferro e a fogo – também não.

Uma competência que estamos esquecendo é a competência emocional, a habilidade de lidar com os outros e consigo próprio.

O equilíbrio quando lidamos com os conflitos pessoais, inevitáveis nesse mundo competitivo.

A capacidade de manter uma rede de relacionamentos, amizades sólidas e uma reputação repleta de bons adjetivos é de longe mais valiosa que qualquer comportamento excessivamente competitivo.

Para aqueles que têm o receio de se tornar um monge budista de terno e gravata, não se preocupe, isso literalmente não existe.

Inúmeros estudos focados em jovens estudantes mostram que as características de agressividade conduzem, ao longo da vida, a mais isolamento, desajustamento e dificuldades sociais.

Por outro lado, as pessoas mais alegres e sociáveis conseguem melhores resultados simplesmente porque lidamos mais com gente e menos com coisas.

As coisas não boicotam, isolam, dificultam, ou mesmo ajudam, aliam, cooperam, contribuem com sugestões.

A competição excessiva simplesmente elimina a cooperação, empobrecendo as soluções inovadoras, criativas e revolucionárias.

Acredito mesmo que os ambientes muito competitivos são campos minados para as pessoas mais criativas.

A paixão pelo que faz, o amor ao negócio, e o sentido de fluxo, no conceito de Cziksentmihalyi, ou ainda o conceito do Elemento de Ken Robinson, carecem de um ambiente socialmente saudável.

Procure o seu.

Beco