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Não aprove, aceite.

Aceite aquilo que não pode mudar, principalmente as outras pessoas. Temos o costume de julgar as pessoas, aprovar e desaprovar. Estamos constantemente passando todos pelo nosso crivo.

Na verdade, deveríamos nos empenhar em aceitar as pessoas como são, mesmo que não aprovemos o que são o que fazem. Aceitação é uma coisa e aprovação é outra.

Tentar fazer o papel de Deus, julgando e condenando os outros é uma arma que se volta para nós mesmos. E essa prepotência também se coloca a serviço para esmagar a nós mesmos. Nos culpados, nos condenamos e carregamos desnecessariamente a pecha de imperfeito, incompetente e incompleto.

Sei que é mais fácil aceitar quando aprovamos, vem com naturalidade, mas temos que exercitar a aceitação mesmo sem aprovação, ou ainda, sem julgamento.

Dê mais brilho ao que já é maravilhoso.

Aproveite a vida plenamente, e valorize cada vez mais os momentos maravilhosos que a vida te oferece. Dê mais brilho ao que já é maravilhoso.

Podemos até achar que a vida estacionou, que paramos de progredir, mas temos que sair em movimento, a começar por agradecer tudo o que já recebemos até aqui.

Cada dia faz uma diferença na sua vida, novos desafios e novas realizações.

Somos diferentes cada dia, mais experientes, mais compassivos e generosos, em suma, estamos mais habilitados a aproveitar plenamente tudo que nos acontece.

Se render para vencer.

É um paradoxo essa questão de se render para vencer.

Guardo a imagem de que a rendição significa a escravidão, certamente fruto das minhas brincadeiras de mocinho e bandido, dos filmes de cowboy. Quem se rendia, tinha que se submeter, se tornava escravo do vencedor.

Mas na vida real, na luta do cotidiano, aprendi que se render, em muitos aspectos significa a liberdade.

A aceitação não é um pacto com a mediocridade.

A aceitação não implica em resignação, mas simplesmente compreender e aceitar aquilo que está fora do nosso alcance.

Não quer dizer que gostamos ou que vamos conviver com isso, portanto, não é um pacto com a mediocridade.

Devemos aceitar as pessoas como são, fugindo da tentação prepotente de querer mudar as pessoas ao nosso critério.

Julgar as pessoas e criticar severamente a tudo e a todos e um sinal claro de prepotência.

Aceitação para amenizar o mal.

A aceitação nos permite amenizar o mal que não conseguimos controlar nem evitar.

A vida é cheia de desacertos. Não dá pra acertar sempre, e os resultados são influenciados por fatores totalmente fora do nosso controle.

Temos que aceitar.

Aceitar não significa resignação, apatia ou imobilização. A vida é movimento e temos que correr atrás dos nossos sonhos.

Não é justo.

Não é justo. Será que eu vou ter que aguentar isso tudo sozinho?

O mundo não é justo.

Devo parar de reclamar da vida e aceitar que o mundo é isso aí, e a vida é como ela é.

Não é conformismo e nem resignação, pois não vou abaixar a cabeça em nenhum momento e nem vou me fazer capacho.

Sei que quando penso que tudo está errado, e a minha expectativa da vida foram todas frustradas, estou assumindo a atitude de perdedor.

O mundo em desordem.

Não raro olhamos o mundo em desordem, criticamos as mínimas coisas que não se encaixam no nosso conceito de perfeição.

O mundo não precisa ser colocado em ordem, parafraseando o famoso escritor Henry Miller, pois o mundo é a própria materialização da ordem.

É muita prepotência de nossa parte achar que sabemos como o mundo deve caminhar e a maneira como as pessoas devem conduzir suas vidas.

Aquilo que não compreendemos, devemos aceitar que alguma compreensão virá com o tempo, e pode não vir nunca. Nem mesmo assim, devemos achar que o nosso julgamento do que é certo e errado deve prevalecer.