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Por que nos sentimos perdidos? 10 explicações

Por que nos sentimos perdidos? 10 explicações

Às vezes nos sentimos perdidos, atropelados por tantos inesperados problemas. Na crise, a nossa mente não consegue encontrar caminhos nem explicações.

Se você se sente perdido de vez em quando e fica buscando as razões e as explicações, leia as 10 razões que Luminita nos ajuda a enxergar.

Com muita sede ao pote

Com muita sede ao pote

Não vá com muita sede ao pote e não coloque muita vontade nas coisas.

Pode parecer um contra censo, pois é claro que se empenhar de coração nas coisas que faz, faz mais sentido e no final podemos ter melhores resultados. Mas devemos fazer isso com seletividade, nas coisas que realmente damos valor. Quando nos empenhamos desmesuradamente e generalizadamente, temos uma maior chance de nos decepcionarmos.

Quando se diz:  não vá com muita sede ao pote” que dizer que na ansiedade você pode derramar a água toda, ou mesmo deixar o pote cair e se quebrar.

Mas não é só isso, a ansiedade na busca pode embotar sua visão te limitando de apreciar a vida enquanto busca as coisas que ainda não tem.

Querer muito uma coisa pode levar também a não aceitação de resultados parciais e menores, e quando o resultado for atingido, a frustração pode impedir que esse resultado seja plenamente apreciado.

Revivendo o que já foi vivido

Revivendo o que já foi vivido

Aprecie a vida revivendo o que já foi vivido. Veja as coisas antigas como se estivesse vendo pela primeira vez.

Olhe para o que lhe é familiar com especial curiosidade.

Ao chegar em casa, aja como se estivesse vendo a casa pela primeira vez. Vai se impressionar com o nível de detalhes que vai perceber.

Faça isso com o seu carro, com o seu cachorro, no clube, em qualquer lugar, com qualquer coisa.

Isso vai te ajudar a apreciar as coisas que você já tinha se acostumado e deixado de apreciar.

A vida indivisível

Temos que aceitar a vida indivisível, aceitá-la por inteiro como já comentei aqui várias vezes.

A vida é mesmo indivisível, e não podemos separar entre momentos bons e ruins. Não podemos escolher ficar apenas com a cereja do bolo.

A vida não é como um biscoito que comemos só o recheio e jogamos as tampas fora.

Se você não quer conviver com tantos conflitos e desacertos, é melhor levar a vida de maneira integra em todos os aspectos da vida.

Hoje é diferente.

Hoje é diferente, pois consigo olhar a minha realidade com o olhar mais positivo, mais otimista.

Não me tornei conformado com muita coisa que não aconteceu. Passei a aceitar vida que me foi ofertada. Interrompi de vez aquele rosário de reclamações com a sorte que não me atingiu, e a oportunidade que me fugiu.

Vejo a perda de tempo e energia que foi olhar para o meu passado com a fixação de quem vai fazer o tempo voltar, consertar o que foi e realizar o que não foi possível.

A vida como ela vier.

Aceite a vida como ela vier, por completo, e abrace-a como ela vier, sem ficar reclamando do destino.

Isso não significa resignação ou estagnação, pois aceitar implica em aceitar a responsabilidade para mudar aquilo que está ao seu alcance.

Muitas e muitas vezes reclamei da vida que não recebi, mas parei com essa atitude negativa quando me dei conta de que não estava aproveitando a vida por conta de tanta negatividade.

Busque a harmonia tão importante no meio de tantas prioridades, eventos bons e ruins, pessoas e projetos.

Como sempre desejei.

A vida é um pacote completo, e nem sempre as coisas transcorrem como desejamos.

Temos que aceitar as coisas que estão fora do nosso controle, abrandando um pouco o nosso ímpeto de querer o mundo como idealizamos.

Temos sim a capacidade de transformar muita coisa que nos cerca e dar uma real contribuição para um mundo melhor. Não raro, nos empenhamos em mudar o que está fora do nosso controle, a começar por mudar as outras pessoas.

Essa atribuição não nos foi delegada, e temos que aceitar as pessoas como são. É bom evitar a tentação de querer enquadrá-las conforme o padrão ideal que temos no nosso juízo.