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Eu aceito

Não gosto de muita coisa que fazem comigo e por vezes fico desapontado comigo mesmo, mas aceito as pessoas como são e aceito a pessoa que estou me tornando.

Procuro não ser rigoroso comigo mesmo e evito sair julgando os outros e suas ações como seu eu fosse o juiz do mundo.

Assumo a responsabilidade em fazer o que estiver ao meu alcance para me tornar uma pessoa melhor.

Aceitação para amenizar o mal.

A aceitação nos permite amenizar o mal que não conseguimos controlar nem evitar.

A vida é cheia de desacertos. Não dá pra acertar sempre, e os resultados são influenciados por fatores totalmente fora do nosso controle.

Temos que aceitar.

Aceitar não significa resignação, apatia ou imobilização. A vida é movimento e temos que correr atrás dos nossos sonhos.

Não vou reclamar.

Não quero começar o meu dia reclamando. Sei que não devo carregar de emoções negativas o dia que está apenas começando.

Não estou satisfeito com muita coisa na minha vida, mas a minha insatisfação não representa uma barreira para que eu me determine a ter uma vida melhor.

Quero me esforçar e assumir a responsabilidade sobre os eventos da minha vida, a despeito de toda imprevisibilidade que sei, é presente.

A vida é uma benção, e ver o sol nascer, soberbo e generoso, é uma graça de Deus.

Atenda quem bate à porta.

A aceitação é uma capacidade que temos que desenvolver. Quando aceitamos, permitimos que aquilo que nos atormenta vá embora.

É o paradoxo da mudança. Exatamente quando aceitamos o que não queremos é que permitimos que ele nos deixe em paz.

Funciona como alguém que bate à sua porta insistentemente. Você sabe que não é alguém que você gostaria de encontrar.

A expressão verdadeira de nós mesmos.

Aceitar a nós mesmos é uma tarefa fundamental e muitas vezes difícil.

Conhecer a si próprio, se aceitar, até mesmo as características que renegamos é uma tarefa para a vida toda.

Temos muitas recaídas e por isso mesmo temos que estar vigilantes para tal aceitação.

Muito embora esconder e renegar o que somos dá um trabalho enorme e um desgaste emocional, temos todos uma tendência para enveredar nessa prática.

Segundo o que escreve a autora Debbie Ford, é como se estivéssemos numa festa tendo que carregar um mamão papaya.

Goste da pessoa que você está se tornando.

É uma busca permanente essa questão do crescimento pessoal.

Vivo refletindo sobre se ver livre dos meus defeitos e desenvolver as virtudes que valorizo, e assim me tornar a pessoa que quero ser.

Me lembrei da citação de Michelangelo que disse que ela não fazia a escultura pois ela já estava lá no bloco de mármore. Ele apenas retirava o material em excesso que não fazia parte da escultura.

Me ocorreu que o crescimento pessoal tem um semelhança.

Nós vamos retirando aquilo que não faz parte do indivíduo que queremos ser.

Ver as coisas como são.

Temos uma tendência a ver as coisas de maneira distorcida. O mundo não é perfeito no nosso conceito.

Há tanta coisa que faríamos diferente, fôssemos nós o criador, mas não somos.

É bom aprender a ver o mundo como é, e não como gostaríamos que fosse.

Quando colocamos muita vontade criadora no nosso olhar, distorcemos tudo que olhamos.