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Aceitação não é fraqueza

Aceitação não é fraqueza

Aceitação não é fraqueza e sim a capacidade de deixar ir, se libertar das coisas que não temos controle. Significa que você é forte o suficiente para cortar as amarras.

Você não deve se culpar pelos seus erros, desde que…

Você não deve se culpar pelos seus erros, desde que…

Para cada sucesso que temos registrado, temos pelo menos 5 iniciativas que deram errado. E não devemos nos desencorajar com os erros e fracassos. É totalmente normal errarmos, desde que aprendamos as lições. Não devemos nos recriminar, desde que não cometamos os mesmos erros seguidamente.

Todos nós vamos nos lembrar do velho ditado – “errar é humano, repetir o erro é burrice”.

Por que nos sentimos perdidos? 10 explicações

Por que nos sentimos perdidos? 10 explicações

Às vezes nos sentimos perdidos, atropelados por tantos inesperados problemas. Na crise, a nossa mente não consegue encontrar caminhos nem explicações.

Se você se sente perdido de vez em quando e fica buscando as razões e as explicações, leia as 10 razões que Luminita nos ajuda a enxergar.

A vida é boa e temos que aceitá-la por inteiro

A vida é boa e temos que aceitá-la por inteiro

Podemos até reclamar de algumas passagens, mas a vida é boa, e temos que aceitá-la por inteiro.

A vida é um pacote completo.

Coisas boas acontecem, mas coisas não tão boas acontecem também.

Temos dificuldades, mas também encontramos ajuda e iluminação quando mais precisamos.

A aceitação da vida por inteiro é fundamental para a busca da felicidade.

Não precisa criticar

Coloque sua energia em construir, edificar e melhorar o mundo que está a sua volta.

Procure ser uma pessoa melhor um dia de cada vez, e evite tantas críticas dirigidas aos outros e a si mesmo. Aceite as pessoas como são, e aceite a si mesmo naquilo que não consegue mudar. Quando aceitamos, nos libertamos daquilo que tanto nos incomoda e com isso, estamos mais aptos a seguir em frente na nossa vida.

Se afeiçoe aos pensamentos que te tiram da negatividade. Aprenda a identificá-los, e tenha um carinho grande por eles, pois eles brotam daquilo que você tem de mais forte, aquilo que explica a sua resiliência.

Desaprendendo sobre diferenças.

Estamos sempre aprendendo e desaprendendo sobre diferenças. Quando crianças, não sabíamos como distinguir as pessoas de acordo com seu nível social, cor ou qualquer outra discriminação de ordem econômica. Com o tempo, aprendemos a fazer isso e ativamos o preconceito, a segregação e tantos outros males.  Temos que desaprender a procurar diferenças.

Somos pessoas comuns, iguais, vivendo a mesma experiência neste lugar. O fato de enfrentarmos circunstâncias diferentes seja no nascimento ou no curso da vida, não nos faz indivíduos privilegiados ou desgraçados.

As diferenças que notamos não devem representar qualquer limitação para nos relacionarmos plenamente com qualquer um que seja. Temos que desligar o mecanismo mental de procurar diferenças, como se quiséssemos entrar no íntimo de sua conta corrente ou do seu guarda roupas.

Uma névoa que criamos.

Nos esforçamos para aperfeiçoar uma imagem de nós mesmos, mas criamos uma névoa que acaba atrapalhando. Muitas vezes recusamos encarar a pessoa que somos, pois criamos uma imagem de perfeição inadequada, e constatamos de cara que essa imagem ideal não é aquela que apresentamos.

Criamos logo uma cortina de fumaça para embaralhar tudo, e isso é o medo de encarar a si próprio.

Essa atitude não permite que o crescimento pessoal se estabeleça, pois sequer sabemos aquilo que temos que melhorar.

Negamos as nossas deficiências e defeitos, e ficamos atordoados com a sensação de inadequação.