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Copo quebrado

Copo quebrado

Deixe o copo quebrado ser apenas um copo quebrado. Não exagere nos pensamentos negativos. Dê espaço para o positivo entrar na sua vida. Todos nós temos uma tendência a se apegar às coisas negativas.

Aceite o copo quebrado

Aceite que coisas ruins aconteçam a ti, mas não deixe que os pensamentos negativos permaneçam indefinidamente na sua mente. Não transforme um pequeno transtorno num problema sem tamanho.

Examine o que te aconteceu e dê a devida importância. Trate-o pela dimensão real, sem exagerar, sem catastrofizar.

Não deixe que uma coisinha à toa te tire do sério ou estrague o seu dia que está apenas começando.

A vida é difícil para qualquer um e ninguém está livre de experimentar transtornos e tropeços, mas a vida é mais do que isso.

Tenha um perspectiva positiva sobre o futuro

Não fique imaginando que agora tudo vai ficar ruim, que o teto vai desabar.

Uma coisa ruim não leva necessariamente a uma corrente de coisas ruins.

Se você reconhece que algo ruim acaba de acontecer contigo, já está a meio caminho de se preparar e prevenir para que outras coisas ruins não se sucedam.

A mente humana é assim mesmo, se agarra feito velcro em maus pensamentos e deixa os bons pensamentos escorregarem feito teflon. Assim sou eu e assim é você.

Saboreie cada bom momento

Aproveite cada momento bom na sua vida.

Saboreie, e deixe o bem entrar em você.

Evite que o mal humor e o gosto ruim na boca contamine a sua vida. Deixe o bem dominar.

Quando fazemos uma cara feia diante de um obstáculo, criamos limitações para perceber as oportunidades.

Busque ser mais sereno, respire fundo.

Quando algo bom acontecer contigo, não deixe passar tão rapidamente. Deixe ele ficar contigo um pouco mais, não se apresse, simplesmente deixe o tempo rolar em câmera lenta e saboreie o momento.

Saboreie a vida.

Rubens Sakay

 

Sem motivos para ser feliz

Sem motivos para ser feliz

Se você acha que é uma pessoa sem motivos para ser feliz, aprenda como ser feliz sem motivo. Quero te que contar o que aprendi com a leitura do livro de Marci Shimoff, “Happy for no reason”, Feliz sem motivo. Diz a autora que a escala da felicidade, no seu entendimento é a seguinte:

Aceitar para não sofrer

A dor pode ser inevitável, mas o sofrimento é opcional, e a receita infalível é aceitar para não sofrer.

Pode parecer estranho ou mesmo fatalístico, mas é científico. A aceitação tem o poder de aliviar a dor, além de reduzir o apego com as coisas boas da vida.

Diferenças políticas

Diferenças políticas

Procure conduzir as conversas para um pouco além das diferenças políticas. Essa limitação que todos no mundo experimentamos, rompem relacionamentos, nos tornam mais preconceituosos e deixamos de aproveitar o que cada pessoa tem de bom.

Um insight:

Li recentemente um artigo de Sharon Shuster e Susan Jerison sobre “Dez dicas para estimular as pessoas a falarem além das suas diferenças políticas”. A reflexão que elas fazem sobre a sociedade americana se aplica diretamente na nossa e muitas outras que vivem rupturas políticas e embates nacionais em torno de práticas, ideologias e lideranças.

Pessoas inteligentes e sensatas não conseguem compreender os outros ou mesmo estabelecer uma ponte entre o que um diz e o outro contesta. Trazem para a arena da discussão, temas e aspectos tão complexos tais como as diferenças raciais, culturais e religiosas, e o ambiente não sinaliza para qualquer entendimento.

Discussão embolada:

Os temas tão importantes para o desenvolvimento de uma nação, erradicação da pobreza, corrupção, governança, constância de propósitos, ética e moral, qualidade das instituições são todos embolados na polarização, que muito longe de ser um problema, é também um ingrediente da política.

A democracia e o estado de direito ficam também em segundo plano, tal é o calor das discussões.

Convergência:

A tão desejada convergência deve acontecer nos temas de interesse comum.

Ninguém quer menos educação, menos saúde, mais desigualdade, mais corrupção e assim por diante.

Temos que encontrar colaboração nos assuntos críticos para o país, para o bem público.

Sem o calor o desconforto e o conflito da polarização, podemos discutir soluções adequadas e trabalhar juntos para colocá-las em prática, diz os autores.

Somos todos impactados:

Procure assuntos que impactam todos numa sociedade, temas pouco controversos, segurança pública por exemplo.

Ninguém discorda que o crime tem que ser punido, e que a segurança dos indivíduos e do patrimônio de cada um precisa ser protegido.

Construa um lugar comum, leve a conversa para coisas que todos concordam.

Traga para a discussão a opinião imparcial e técnica de pessoas experientes e reconhecidas na área.

O sucesso que todos concordam:

Todos concordam o que é bom para a sociedade, discordam apenas da maneira, da ação governamental, da liderança dos políticos.

Trabalhe mais a figura desse sucesso, do bom, do adequado. Não avance adiante se as discordâncias são insuportáveis. Não jogue lenha na fogueira.

Concordar com alguma coisa já é bom.

Veja no caso dos Estados Unidos, todos concordam que precisam acabar com os tiros e mortes nas escolas.

Foco mais apertado:

Não amplie a discussão, pois as discordâncias podem aparecer.
Discordâncias são importantes para se construir qualquer coisa, mas estamos apenas querendo preservar o ambiente, as relações.

Linguagem:

Procure usar uma linguagem mais neutra, sem rótulos e preconceitos.

Ambiente colaborativo:

Deixe espaço para que todos falem, coloque sua ideia, sua contribuição.

Deixe a curiosidade navegar, pergunte mais detalhes, procure entender.

Identifique tendências que algumas pessoas têm de dominar a discussão. Interfira de maneira educada.

Procure juntar pessoas que concordam, e construa uma base comum. Conecte as pessoas.

Aprendizagem:

Acima de tudo, crie uma oportunidade para que uns aprendam com os outros.

Rubens Sakay

Sofrer menos é uma opção

Sofrer menos é uma opção

Sofrer menos é uma opção, e quase nunca contamos com isso. Sempre ouvi dizer que a dor pode ser inevitável, mas o sofrimento é opcional. Custei a entender e mais ainda a aceitar, assimilar e aplicar isso em minha vida. Mas a disposição para sofrer menos é libertadora.

A dor:

A dor pode ser inevitável, e muitas vezes realmente o é.

A vida é dura e às vezes nos coloca de joelhos. Somos confrontados com situações para as quais não fomos treinados tais como a perda de entes queridos, a proximidade da nossa própria morte. 

Muitas coisas nos pegam de repente e nos surpreendemos com o nosso despreparo, o casamento, os filhos, o descasamento e assim por diante.

Colhemos muitas rosas no caminho, mas enfrentamos galhos espinhosos, e assim conhecemos a dor.

O sofrimento:

Quando as adversidades nos pegam de jeito, na maioria das vezes escolhemos enfrentar, lutar, digladiar, mesmo contra coisas que não nos dizem respeito. Lutamos e nos revoltamos contra coisas que não temos qualquer controle. É exatamente quando sentimos a nossa impotência e nos rendemos à nossa incapacidade, à nossa modesta dimensão é que conseguimos reduzir o nosso sofrimento. Escolhemos sofrer menos.  

Sofrer menos:

Quando somos apresentados à opção de sofrer menos, nos sentimos libertos, nos sentimos salvos.

É como se fôssemos liberados de carregar uma cruz tão grande, de ter que consertar o mundo.

Descobrimos o nosso papel, a nossa responsabilidade e o alcance das nossas ações.

Descobrimos que não somos Deus.

Não somos tão poderosos:

Quando descemos do pedestal que construímos para nós mesmos, nos colocamos no nosso lugar, no lugar comum onde se é permitido sentir a dor.

É o lugar e a posição de onde se enfrenta o mundo real, onde paramos de pensar que somos tão poderosos.

Sofrer menos é uma opção:

Assuma aquilo que é a sua vida.

Pare de querer cuidar da vida alheia.

Aceite a vida por inteiro, e faça o que está ao seu alcance.

Rubens Sakay

 

Olhe para o lado bom das pessoas

Olhe para o lado bom das pessoas

Olhe e preste atenção no lado bom das pessoas. Aproveite o que elas têm de melhor.

Tire proveito do lado bom de cada relacionamento. Somos seres sociais, estamos bem quando convivemos em harmonia com os outros.

Aceitação não quer dizer aguentar tudo

Aceitação não quer dizer aguentar tudo

Aceitação não quer dizer aguentar tudo, se fazer de capacho dos outros.

Precisamos aceitar aquilo que está fora do nosso controle. Parar de carregar pedras na mochila, dar murro em ponta de faca. Aceite a vida por inteiro. Saboreie a vida como ela lhe foi agraciada.