Sorria para o seu passado.

Não devemos olhar para o passado com amargura, mesmo para os eventos que nos machucaram.

Quando olhar para o passado, sorria e faça as pazes.

Quando escolhemos fazer as pazes com o nosso passado, optamos por nos perdoar, olhar com compaixão para aquele indivíduo imaturo e inexperiente lá de traz.

O poder de nos perdoar é algo que não devemos desprezar, jogar no lixo. Temos que usar esse poder agora mesmo.

Um incidente do passado:

Escolha um incidente no passado que você vive se culpando – não devia ter feito isso – tenho um grande arrependimento – me culpo sempre por…

Pegue apenas um evento, e detalhe em cada aspecto, tentando entender o que aconteceu.

Perceba que naquela ocasião, não era possível se prever tais desmembramentos desastrosos. Você fez o que podia, dentro das circunstâncias e dentro da sua capacidade.

Depois de toda essa análise, se perdoe e faça as pazes consigo mesmo.

Se você não conseguir dessa vez, se dê um tempo e volte a tentar com outro evento. Devagar, você vai aprender a se tratar com mais generosidade e compreensão.

Afaste os pensamentos e sentimentos negativos dirigidos a si mesmo. Não se martirize.

Você não pode alterar o que te aconteceu, mas pode mudar as interpretações que faz de cada momento.

Ouça esse diálogo interno, de você consigo mesmo. Desconstrua, com calma, serenidade e honestidade. Seja honesto consigo mesmo.

Vá praticando:

A prática leva à perfeição. Sei que não queremos ser perfeitos, mas é só uma força de expressão para dizer que devemos praticar sempre que possível.

Escreva sobre esse diálogo interno, e mesmo que o resultado não seja apaziguador, no futuro próximo você pode conseguir melhores resultados. Recorra às suas notas, releia o que escreveu.

Eu tenho uma expectativa, que ao longo da vida, não reste um só momento do passado que eu não tenha conseguido apaziguar.

Você pode ter um amigo ou familiar, mais experiente e iluminado com quem possa conversar sobre o assunto.

Algumas pessoas são boas conselheiras nessa reflexão e pacificação do diálogo interno – faça uso disso.

Às vezes precisamos pedir desculpas a nós mesmos – faça isso na sua reflexão.

R.S. Beco

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