Serenidade – um sentimento de paz incomum.

Quem almejou a serenidade e conseguiu atingi-la sabe que é um sentimento de paz incomum.

É um estado de profundo relaxamento.

A serenidade não é um estado de torpor emocional ou de anestesia, mas uma calma suficiente para enxergar com clareza o nosso caminho.

Clareza para discernir os obstáculos e encontrar maneiras de transpô-los, ou mesmo contorná-los.

Todos nós fomos aquinhoados com a carga suficiente de problemas, mas é normal nos sentirmos sobrecarregados.

A tranqüilidade para tocar pra frente é algo sempre desejada.

A meditação é o melhor caminho para esvaziar a mente por uns momentos, deixando-a livre para se ocupar com os pensamentos adequados.

É como pegar o balde para encher de água limpa mas encontrar um pouco de água suja acumulada com a chuva.

Antes de mais nada, devemos esvaziá-la para enchê-la novamente com água limpa.

Não é o que acontece com a gente. Vamos logo colocando água limpa, que acaba se turvando imediatamente ao se misturar com a água suja.

Um procedimento que utilizo e que aprendi nas leituras de Thich Nhat Hahn – meditação caminhando – walking meditation.

Eu tenho por hábito caminhar rápido, e tive que fazer um esforço para me adaptar à meditação.

Caminhe com passos confortáveis de modo que a respiração e as passadas se conjuguem harmonicamente.

Eu utilizo dois passos por cada inspirada ou expirada, de modo que dois ciclos direito-esquerdo compreende um ciclo da respiração.

Faço isso com muita freqüência, e me acostumei a buscar a serenidade toda vez que me vejo caminhando.

Sinta, à medida que caminha e respira, o esvaziamento da mente e a tranqüilidade tomar conta de si.

Beco

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