Seja bom.

Seja bom e reconheça o bem nas pessoas e no mundo que te cerca.

Como ser bom quando vemos tanto mal, tanta dor e sofrimento?

Como ser bom e feliz quando estamos sujeitos a tanta dor e provação?

A receita mais completa é a compaixão.

Univ. Stanford:

A Universidade de Stanford abriga um centro dedicado ao estudo da compaixão: The Center for Compassion and Altruism Research and Education, e aproveito para citar uma frase de Karen Armstrong, uma das professoras desse centro:

“Olhe dentro do seu coração e descubra aquilo que te causa dor, e recuse sob qualquer circunstância a infligir tal dor a quem quer que seja.”

A bondade não está nos atos de caridade que fazemos automaticamente ou no dinheiro que dedicamos à igreja.

A bondade está no nosso coração e na nossa mente, mesmo que nenhum ato resulte dela.

A atitude honesta frente à alegria e a tristeza de outra pessoa por si só já é um ato de bondade.

Sendo bom estou assim construindo um mundo melhor para mim mesmo.

O contrário é verdadeiro. A maldade semeia as ervas daninhas no meu caminho e permite que o mal e o perigo se abriguem detrás dos arbustos.

A bondade não elimina a maldade, mas pode neutralizar os seus efeitos em cada um.

Ego:

Quando estamos sob ataque, podemos agir rapidamente para proteger o nosso ego, ativando a culpa a raiva e o orgulho. Afinal estamos sendo ameaçados na nossa hierarquia na sociedade e no nosso meio.

Esse comportamento provoca altos e baixos na nossa autoestima e isso pode ser prejudicial para a saúde.

Podemos, no entanto, buscar a serenidade para interpretar os ataques na sua devida proporção, reconhecendo o próprio sofrimento e agindo com bondade e gentileza consigo mesmo.

Quando assim fazemos, é porque abrimos o nosso coração para o sofrimento e nos colocamos em igualdade com os homens, e com a humanidade.

E porque estamos em igualdade, sentimos a dor do outro e a urgência de agir para que ela cesse.

Beco

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