Se sentir na própria pele.

Se coloque na própria pele.

Ser você mesmo. Sentir os próprios sentimentos.

Sentir as próprias decepções, os próprios medos.

Não fugir de si mesmo.

Parar de se evitar.

Parar de desviar o caminho sempre que se vir frente a frente.

Fugir:

Podemos estar fugindo de nós mesmos para evitar o que estamos sentindo, seja a dor, o ressentimento, a raiva, a inveja ou outro sentimento indesejado.

Ao fazermos isso, nos tornamos um robô. Deixamos de sentir, deixamos de viver plenamente.

Somente em contato consigo mesmo, se sentindo na própria pele é que podemos ver e sentir a realidade como ela é.

A realidade é o que nos apresentar. Sem você para apreciar a realidade, ela permanecerá não apreciada, não reconhecida.

Parece um negócio estranho, mas há ocasiões em que nos sentimos alhures, caminhando como zumbis, e parece que não somos nós mesmos.

Estamos fazendo a vontade dos outros, seguindo caminhos e direções definidas por outrem.

Que desperdício com a vida, e ela é única.

Fiquei deprimido a última vez que me coloquei na própria pele.

“Não consegui aceitar quem eu sou, não consegui conviver com a minha própria realidade, e por isso prefiro viver nesse casulo, armadura ou anestesiado permanentemente.”

Temos que sair do casulo e vestir a própria pele.

Ser eu mesmo pra valer. Um contato íntimo comigo mesmo.

Cuidar desse ser que está aqui dentro – a pessoa mais importante do planeta.

Entender os seus anseios, medos e vontades.

Compreender as suas angustias e indecisões.

Se ajude – esteja sempre do seu lado.

Beco

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